domingo, 2 de outubro de 2011

9º Ano A e B (2ª Etapa)

2ª Etapa

A violência nas escolas

Os pesquisadores da Unesco consideram como violência na escola agressões, roubos e assaltos, estupros, depredações, armas e discriminação racial. Em décadas passadas, a violência dentro das instituições de ensino era vista como decorrência da rebeldia natural da adolescência. Os primeiros estudos sobre o assunto datam de 1950 e estão repletos de relatos de depredações e respostas malcriadas de alunos indisciplinados. O que antes era rebeldia hoje é crime de verdade. Nunca foi tão fácil o acesso a drogas e armas. Nem sequer é preciso procurar drogas fora da escola, pois muitos estudantes são também traficantes. "Temos alunos na cidade que se matriculam apenas para traficar", observa Jucinéia Santos, secretária de políticas educacionais do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp). "Há aluno que vende crack às 8 horas da manhã. Quem deve a ele pode ser baleado no pátio, na hora do recreio", diz.
Veja alguns números do levantamento:
Dos alunos que têm arma de fogo, 70% já levaram seus revólveres para a escola.
As ameaças contra professores tornaram-se mais constantes e perigosas: 50% do corpo docente de São Paulo e 51% do de Porto Alegre relataram algum tipo de agressão.
Quatro de cada dez professores atribuem a violência ao envolvimento dos alunos com drogas.
Observe as charges abaixo:





Pesquise mais sobre o assunto.
Cite um caso de violência nas escolas e descreva sobre esse problema tentando achar causas e soluções.

76 comentários:

  1. Atualmente a violência está presente em várias partes da sociedade, inclusive nas escolas. São vários os casos de violência que acontecem nas escolas, desde bullying até casos de espancamento e assassinato. No Rio de Janeiro, uma aluna de 15 anos agrediu a professora que desmaiou e foi encaminhada a um hospital. Neste caso nós podemos ver que nos dias de hoje os alunos já não sabem as conseqüências de seus atos. Muitas vezes estas agressões acontecem por causa de notas baixas e recuperações que os alunos são submetidos e acham que os professores estão errados de submeter eles a essas punições. Como soluções os professores podem promover atividades para os alunos aprenderem a ser menos violentos e momentos de conversa entre eles e os professores.

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  2. Ocorrência - Uma professora foi agredida por um aluno depois de ter colocado o mesmo para fora da sala. Houve discussão e ela ficou com um grande hematoma no olho esquerdo.

    Comentário: Na minha opnião esse tipo de ocorrência se dá muitas vezes não só pela inconsequência dos jovens em si, mais da própria sociedade, pois esses problemas têm mais incidência em jovens da periferia (favela), e só o fato de ser da favela já gera um maior preconceito, e faz com que essess mesmos entrem na criminalidade como uma solução, mais isso num é justificativa para esses crimes, pois outros fatores existem como falta de conselhos da familia, envolvimento com drogas e gangues, e uma possivel solução muito estudada é a diminuição da amioridade penal, pois penso assim, eles não são grandes para matar e roubar, então também são grandes para pagar pelos seus atos irracionais.

    João Paulo Galvão de Almeida

    9ª ano A

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  3. Gabriel Silva 9º A

    Eu acho que as violências nas escolas estão cada vez maiores, por conta do que as crianças estão vendo como noticias que homens e mulheres estão matando roubando e outras coisas ou ate no dia a dia com a convivência com as pessoas que estão a sua volta, ou ate por esses jogos que são vendidos.
    A pesquisa fala que o uso de drogas e armas de fogo nas escolas, pela facilidade de que eles tem para consegui-las, mas eu acho que mesmo com essa facilidade n justifica nada do que essas crianças estão fazendo hoje. Eu achei muito bom os as leis considera esses atos, crimes pois uma criança que pega uma arma e mata auguem ela tem plena consciência do que esta fazendo.

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  4. Possuem muitos relatos de violência nas escolas, muitas vezes causados pelo Bulying, e algumas vezes causados por crianças que não adimite notas baixas ou algum tipo de reclamação. Alguns tiram notas baixas são chamados atenção, e acabam fazendo ameaças e ate agressões contra os professores.Mas os casos mais graves são o bulying, que ocorrem de aluno para aluno(nem sempre), na tentativa de humilhar o colega e que ocasionam graves consequências.Esses alunos não possuem a consciência de que violência é crime e da cadeia. As escolas são locais de aprendizagem onde só devia haver alunos dedicados e que querem aprender para um dia ser alguém, e da forma mais honesta possível.

    DIEGO LUCENA HEROK 9 ANO A

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  5. Eu já tive uma professora que ensinava paralelamente em uma instituição pública. Ela contou à turma que vários alunos já haviam apontado armas de fogo para ela para que ela melhorasse as suas notas, obviamente deploráveis.

    A violência nas escolas é um mal presente entre os adolescentes brasileiros que, na minha opinião, é derivada da ausência de educação proveniente dos pais ou responsáveis, pois com uma educação bem fundamentada na infância, as crianças e adolescentes não causam problemas em meio a uma sociedade.

    É preciso conscientizar a todos de que a violência entre os alunos ou até mesmo dos alunos contra professores, como o caso citado pela minha professora, é altamente prejudicial ao processo de aprendizagem de toda uma geração e que este mal deve ser extinguido.

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  6. A violência hoje em dia é uma das maiores preocupações da sociedade, e ela também atinge todos os lugares da sociedade, principalmente nas escolas.
    O que pra muitos são apenas rebeldias de adolescentes, pra outros significa uma grave indisciplina e que prejudica o rendimento escolar de muitos alunos.
    A participação da família da educação escolar dos filhos é muito importante, não só dando apoio como também auxiliando, sendo presente na vida escolar do filho.
    Os métodos dos professores a algum tempo atrás era muito diferente de hoje, existiam castigos físicos, humilhações verbais, hoje já não existe, e isso facilita um maior enfrentamento entre aluno e professor.
    Para solucionar esses graves problemas, é preciso um acompanhamento de perto da escola aos alunos, principalmente aqueles que tem algum aspecto violentos.
    O uso de drogas na escola está ficando mais comum nos dias atuais, muitos alunos só vão a escola traficar e usar drogas, um dos meios mais evidentes e claros de prevenção é a fiscalização e não tolerância a esses marginais.
    Leonardo Fogaça

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  7. A violência na escola cresce a cada dia como o uso de drogas e armas. A criação de crianças e adolescentes rebeldes levam a estes tristes dados (citados no post acima). A vida do professor da rede pública é muito triste e agoniante. A violência que só cresce no Brasil e no mundo está tomando conta de uma boa parte dos jovens. A vida difícil e dinheiro fácil levam os jovens ao mau caminho, porém, muitos destes subordinados por este caminho. Os "reis" do trafico ameaçam estas simples almas, fazendo elas roubarem, já que como são menores de idade não podem ser prezas; gerando cada dia mais dinheiro e violência. A paz no mundo esta se tornando cada vez mais difícil, já que não é mais possível assistir uma aula tranquila.

    Danilo Mascarenhas 9ºano A

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  8. Isabela Sujuki, 9ºA.

    Professora de História e Sociologia, pós-graduada em História da África, artista plástica e escritora, com dois livros publicados, Nádia lecionava na Escola Municipal Deodoro, na Zona Sul do Rio, até ser ameaçada por um aluno, no ano passado.
    “Vou te quebrar”, disse um aluno ao ser informado que estava em recuperação. Sem conseguir mais ministrar suas aulas, entrou em licença médica.
    Os primeiros sintomas de pânico surgiram durante uma viagem de metrô. À medida que o vagão ficava lotando aumentava seu desespero. Quando saiu estava em prantos, sufocada, com taquicardia. Precisou ser socorrida.
    A paixão pelas crianças, o prazer de ensinar, se transformaram em aversão. “Dói muito a gente não poder fazer uma coisa para a qual se dedicou a vida inteira. É frustrante, é o fracasso”, revela Nádia.

    Comentário:
    A violência escolar ou bullying, pode causar sérios danos a alunos e professores que deixam de frequentar as escolas com medo das agressões. As causas de tanta violência são impressionar outros colegas, violência em casa e facilidade de traficar armas e drogas. Muitos jovens por serem obrigados a frequentar as escolas, agridem alunos para "descontar" a raiva. Até os professores são agredidos, sendo culpados pelas notas baixas e recuperações. Acompanhamento educacional e médico pode ser uma solução para diminuir a violência nas escolas. Os próprios alunos podem ajudar tentando não se envolver em brigas ou com outros jovens que utilizem armas ou drogas.

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  9. Esses casos de violência nas escolas acontecem principalmente nas escolas públicas.Alunos contra alunos, aluno contra professor,etc.Constantemente vemos casos de roubo,estupro,tráfico de drogas,e até mesmo assassinato,por acerto de contas e outros fatores.Eu conheço casos de alunos que levaram armas de fogo,faca para ameaçar professor e alunos.Uma vez um aluno se desentedeu com o professor e o esfaqueou pelas costas.O professor deu parte na polícia e o aluno não foi preso porque era de menor. Na minha opinião deveria haver punição mais grave para esses jovens infratores que sabem que não haverá punição grave para seus crimes e por isso continuam o ciclo de violência.
    Lorena Kreling dos Anjos- 9ºA

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  10. Ilara Janaina Barbosa Rocha Prestes, 9º Ano A
    Noticia:
    Professores vivem sob pressão e com temor dos próprios alunos nas salas de aula
    LÚCIA MOREL 03/10/2011 14h10
    Ainda que não haja números que quantifiquem as ocorrências, os casos de violência dentro das escolas é realidade em Campo Grande e também no restante do Brasil. Casos extremos, como o do estudante de apenas dez anos de idade, em São Caetano do Sul (SP), que atirou na professora e depois se matou chamam atenção e colocam alunos e professores numa situação classificada por eles mesmos como “de risco”. Aqui na Capital, o Correio do Estado descobriu situações de docentes que vivem sob pressão e com medo dos próprios alunos. A reportagem conversou com três profissionais de educação de escolas públicas e todos foram incisivos em afirmar que trabalham com medo.
    Armas e drogas
    Situações também comuns no cotidiano dos professores em Campo Grande é a presença em sala de aula de alunos sob efeito de álcool ou outras drogas e até mesmo armados. Jeferson disse que enquanto ensinava a lição, um aluno ficou agitado, não parava de falar e gesticular. “Ele estava muito inquieto, falando alto e começou a me xingar quando disse para que ele parasse. Falei a ele para ir até a coordenação e ele me xingou de novo. Depois de um tempo descobri que ele usuário de drogas e foi então que me toquei que naquele dia ele estava sob efeito da droga”.Em mais um caso, a professora de Língua Inglesa *Rebeca presenciou um aluno com um punhal em plena sala de aula. Ela dá aulas há cerca de 15 anos e quando presenciou um de seus alunos com um punhal, ela diz que falava sobre a matéria quando percebeu um movimento estranho no fundo da sala. “Fui até lá e me pareceu ter visto uma faca na mão do meu aluno. Pedi educadamente para ele me mostrar o que era e ele me entregou um canivete. Como tinha certeza que tinha visto algo maior, pedi que levantasse e então o punhal caiu no chão”, contou.Todos os 40 alunos da sala presenciaram a cena, em silêncio, conforme e professora. Depois disso, ela pediu que o estudante lhe entregasse a arma e perguntou porque ele havia levado o objeto para a escola. “Ele disse que não ia entregar e que precisava daquilo para se defender. Ele é muito maior que eu, é forte e mesmo não tendo me ameaçado fiquei com medo que pudesse fazer alguma coisa com meu carro ou mesmo começar a me ameaçar. Contei à direção, mas nada foi feito”, lamenta.
    Cometário:
    A Violência na Escola é um fator bastante frequente que ocorre dentro e fora da escola por causa de brigas desentendimentos entre alunos,professores,diretores,porteiro, funcionarios da escola e até mesmo pessoas que não são das escolas.
    A desigualdade,influências,desentendimentos
    O roubo, o tráfico, a corrupção, o desrespeito e o preconceito levam a atos violentos e criminosos.
    Alunos agredidos, livros roubados, alunas assediadas, funcionários humilhados, ofensas entre professores e alunos. Todos esses são exemplos de situações internas à escola que precisam ser enfrentadas com a mesma firmeza com que debatemos a violência do mundo em geral. Do contrário, nosso papel formador não será cumprido. Tudo no ambiente escolar tem caráter pedagógico.
    A escola juntamente com os familiares devem conscientiar os filhos/alunos para que eles não cometem esses crimes.
    Deveriam utilizar detectores de metais,seguranças.
    Fazer campanhas contra a violência escolar.
    A noticia acima citada fala sobre a violencia na sala de aula que os professores e alunos sofrem, que é bastante frequente.
    Um exemplo é que o aluno matou a professora a bala.

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  11. A violência é um problema que está presente dentro das escolas. Isso não deveria acontecer, pois escola é lugar de ensinamentos, de educação, e a violência não deve ser praticada, sejam eles por alunos, professores ou demais funcionários.
    Além disso, a violência nas ruas das cidades, a violência doméstica, os latrocínios, os contrabandos, são de um certo modo, uma influencia para a violência nas escolas.
    Levar esse tema para a sala de aula desde as séries iniciais é uma forma de trabalhar e combater esse problema, trazendo momentos de reflexão que auxiliarão na transformação social. Com varias fontes de informações, os professores podem levantar discussões acerca do tema numa possível forma de criar um ambiente de respeito ao próximo. E muito além das discussões e momentos de reflexão, os professores devem propor soluções e análises críticas acerca dos problemas a fim de que os alunos se percebam capacitados para agir como cidadãos.

    Beatriz Rodrigues – 9º Ano “A”

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  12. Matheus Ronaldo Rener 9º A3 de outubro de 2011 18:14

    RELATO DE VIOLÊNCIA ESCOLAR NO BRASIL:
    Data: 20 de junho
    Cidade: São José do Rio Preto
    Ocorrência: um aluno de 14 anos queimou o cabelo de uma professora com um isqueiro

    Estes problemas muitas vezes são dos lugares aonde estes estudantes vivem, acham que a única forma de consegui o que querem é no uso exacerbado de violência em cima de professores que querem apenas o bem dos alunos. O governo deve implantar nessas escolas mais policias ou guardas para fazer segurança eu mandar prender o menor por tentativa de homicídio. Ele pode ser solto depois, mais pelo menos dará uma trégua por um tempo ao professor.
    O professor deveria usar novamente a palmatória, igual antigamente.

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  13. Pedro Luiz 9ºA -

    Data: 20 de junho
    Cidade: São José do Rio Preto
    Ocorrência: um aluno de 14 anos queimou o cabelo de uma professora com um isqueiro.

    Data: 27 de junho
    Cidade: São Bernardo do Campo
    Ocorrência: professora da rede municipal de ensino teve parte do dedo decepado depois de tentar trazer de volta para a sala um aluno que havia se escondido no banheiro. O acidente aconteceu quando o aluno bateu a porta com força, acertando o dedo da educadora.

    Data: 29 de junho
    Cidade: Macatuba
    Ocorrência: alunos do terceiro ano do ensino médio espalharam cola de secagem rápida na cadeira de uma professora. Ela teve a calça rasgada e pequenas queimaduras nas pernas.

    Data: 3 de julho
    Cidade: Dracena
    Ocorrência: a servente Nair Silva Alves, 67 anos, foi pisoteada por alunos do ensino fundamental logo depois que abriu o portão para o acesso dos alunos à sala de aula. "Não me lembro de nada, nem consigo identificar quem foi."

    Data: 3 de julho
    Cidade: Piraju
    Ocorrência: diretora de colégio tem carro incendiado na garagem de casa. Dias antes ela registrou boletim de ocorrência contra um dos supostos envolvidos no incêndio, aluno de sua escola."

    -Podemos ver que a situação nas escolas está cada vez pior.Estes alunos não tem uma família em casa para auxiliar eles.Como tem armas de fogo,acham que são donos da razão,podem fazer o que quiserem.E infelizmente os professores não podem fazer nada.A causa de tudo isso,é uma infância sem família,vivendo nas ruas,onde acabam indo para o mau caminho.Por isso temos que fazer campanhas para tirar crianças da rua,e dar uma boa educação para elas.Quando acontecer casos de violência nas escolas,chamar a policia,botar o jovem em algum projeto social,para ver se melhora.Não podemos deixar tudo perfeito,mas podemos fazer nossa parte para um mundo melhor.

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  14. Por: Lara Fabiane - 9 ano 'A'

    Uma professora de 25 anos sofreu traumatismo craniano ao ser agredida por uma aluna de 15 anos, na manhã de segunda-feira (23), na Escola Estadual Bahia, em Porto Alegre (RS). Nesta terça, ela permanece internada e não corre risco de morrer, segundo o hospital.
    De acordo com o delegado Christian Nedel, titular da 1º Delegacia da Criança e do Adolescente de Porto Alegre, a professora da quarta série do ensino fundamental Gláucia Souza da Silva recebeu chutes e socos de uma adolescente --aluna da 8º série-- após uma repreensão dada à garota.

    Infelizmente a violência exite em toda parte do mundo, e atualmente esta cada vez mais frequentes os casos de violências nas ruas, escolas, festas e ate na própria casa. E hoje como esta altíssimo o índice de violência nas cidades que muitas pessoas acham isso normal em alguns casos, nem se preocupam em denunciar, ou se manter seguros.
    Os maiores casos de violência nas escolas acontecem com os jovens e crianças, como o trafico de drogas que gera brigas entre pais, alunos e professores e muitas vezes acabam envolvendo outras pessoas que não tem nada a ver, e o bullying que é uma das formas mais graves que os jovens estão usando agora para agredir os outros pela internet através das redes sociais, humilhando, xingando, causando transtornos mentais pro resto da vida nas vitimas.
    Para tentar diminuir esse índice tão grande de violências nas escola, é muito importante que todos se conscientizem, que as escolas discutam isso com pais e alunos, e que o governo faça campanhas educativas sobre o mesmo.

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  15. Como qualquer outro aluno, frequento as aulas normalmente e entendo o motivo de alguns alunos quererem agredir fisicamente os professores, mas é claro, ninguém faz isso na minha escola, mas em outras escolas, e ate comum.
    Não vou citar um exemplo muito distante de nos, nas ultima sexta feira, um meliante invadiu armado uma escola publica aqui mesmo em Barreiras e violentou um aluno que aparente mente, nem conhecia o agressor.
    Imagino que estes atos estejam fortemente ligados ao mercado negro das drogas e também que uma das melhores possíveis soluções pode ser a reeducação destas pessoas, mas no ultimo caso, a prisão, que infelizmente, tem vigorado.

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  16. Atualmente nas escolas nós podemos percebe grandes relatos de violência entre os próprios alunos com eles mesmo e com seus professores.
    Isso muitas vezes acontece por causa de notas baixas onde os alunos se acham no direito de tirar satisfação com os professores, pois para eles quem sempre ta errado são os professores nunca eles.
    Nas escolas hoje em dia nós podemos percebe também que o bulying está cada vez mais presente entre os alunos, pois os alunos acabam se ofendendo eles mesmo e com o grau da ofensa acaba os alunos sofrendo consequências. Esses alunos que fazem isso não sabe que isso que eles fazem é crime e da cadeia. Eu penso que a escola é um lugar para onde aja aprendizagem e harmonia entre os alunos e professores.
    João Antônio Lima 9 ano A

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  17. Brenda Lorenna 9º A3 de outubro de 2011 22:46

    Os meses de junho e julho foram marcados por atos violentos contra professores e funcionários de escolas públicas paulistas. "Alunos são suspeitos de incendiar o carro de uma diretora, funcionária foi pisoteada por alunos, outra teve o cabelo queimado com um isqueiro e em São Bernardo do Campo, em uma escola municipal, uma professora perdeu parte do dedo indicador quando tentava trazer de volta para a sala de aula um aluno que se escondeu no banheiro. Veja a cronologia dos casos mais recentes."

    Comentário:
    Estamos vivendo neste século a chamada crise de valores. Violências deste tipo só vem confirmar isso. Os jovens e adolescentes na grande maioria não sabem mais o significado da palavra respeito, responsabilidade e o que é o amor.
    As famílias perderam suas referências e transferiram o papel de educar seus filhos para a escola, não sabem impor limites, não buscam intimidade com Deus e para compensar a sua ausênsia em casa dizem "SIM" para tudo que querem, contribuindo assim para uma geração de adolescentes rebeldes e violentos.
    Portanto, as famílias precisam rever os seus conceitos. A própria bíblia diz:

    "Pv 22.6 Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele."

    Brenda Lorenna 9º A

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  18. "Adolescente mata nove pessoas numa escola em Minnesota, nos EUA. O jovem de 16 anos invadiu a escola armado, atravessou o detector de metais e matou o segurança. Numa sala de aula, matou um professor, cinco alunos, trocou tiros com a polícia e se suicidou." fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1037997-5602,00.html

    A violência nas escolas está crescendo assustadoramente. As escolas que eram locais onde a violência não deveria existir e sim ser um tema de discussão estão virando verdadeiros campos de batalha; mortes, ameaças, tiroteios e outros tipos de violência física e verbal já fazem parte da rotina dos alunos e professores.
    Acredito que essa violência é gerada na maioria das vezes pela falta de compromisso que os responsáveis por estes adolescentes têm com sua educação e os meios de mal influência que são expostos a estes (drogas, armas, etc).
    Para extinguir esses tipos de comportamentos nas escolas seria necessário muito empenho do governo, já que envolve outros fatores como justificativa desses atos. Aumentar o nível de segurança nas escolas e principalmente priorizar a educação de qualidade, seria um dos caminhos.Também a conscientização dos pais e envolvidos nesse processo para que possam encaminhar esses jovens, que ainda estão em fase de formação de caráter, para bons caminhos.
    Jamais devemos esquecer que escolas devem ser ambientes de aprendizagem e trocas de experiências que tragam maior desenvolvimento aos alunos e aos professores também!

    Izadora Dalchiavon - 9º Ano "A"

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  19. É inadmissível que nos dias de hoje, com tantos meios de comunicação e uma sociedade supostamente civilizada, ainda exista violência em um lugar em que as pessoas vão para aprender e se preparar para a vida, a escola.

    Desde uma "simples" agressão verbal a um espancamento, o bullyng traz sequelas para uma vida inteira.

    Na maioria das vezes um aluno sofre esse tipo de violência por não se encaixar em um certo grupo, por não ter características consideradas "adequadas" para ser um deles.
    Mas nem toda violência praticada em uma escola é necessariamente bullyng. Há também aqueles casos em que existem conflitos com relacionamentos, acidentes, ou até mesmo irresponsabilidade da parte dos alunos.

    É necessário que os alunos tenham responsabilidade e que também saibam relatar o que está acontecendo, o diálogo é fundamental. E os profissionais da escola também devem estar preparados.
    ---------------[Notícia]--------------->
    "Aluno de 15 anos mata colega de escola
    O estudante Alanderson Conceição da Silva, de 15 anos, morreu na tarde de anteontem, em Lauro de Freitas (BA), região metropolitana de Salvador, depois de ser baleado no tórax por um colega da mesma idade.

    Segundo a 34.ª DP, que apura o caso, o atirador, aluno da Escola Estadual Pedro Sá, chamou três colegas para mostrar uma arma que havia achado. Eles foram para uma área próxima de outro colégio, onde o aluno teria atirado.

    Atingido no coração, Alanderson chegou morto ao hospital. O atirador fugiu. A polícia apura se o disparo foi acidental, se eles tinham uma desavença anterior ou se brincavam de roleta-russa, como relatou uma testemunha."
    (http://www.jornaldiadia.com.br/jdd/index.php/policia/73227-aluno-de-15-anos-mata-colega-de-escola)

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  20. Matheus Silva 9ºB4 de outubro de 2011 13:01

    Os meses de junho e julho foram marcados por atos violentos contra professores e funcionários de escolas públicas paulistas. Alunos são suspeitos de incendiar o carro de uma diretora, funcionária foi pisoteada por alunos, outra teve o cabelo queimado com um isqueiro e em São Bernardo do Campo, em uma escola municipal, uma professora perdeu parte do dedo indicador quando tentava trazer de volta para a sala de aula um aluno que se escondeu no banheiro.
    Data: 18 de junho
    Cidade: Suzano
    Ocorrência: uma professora foi agredida por um aluno depois de ter colocado o mesmo para fora da sala. Houve discussão e ela ficou com um grande hematoma no olho esquerdo.
    Data: 19 de junho
    Cidade: Votorantim
    Ocorrência: uma professora da 8ª série de uma escola estadual de Votorantim teve os dentes quebrados depois de uma discussão em sala de aula com alunos.
    Data: 20 de junho
    Cidade: São José do Rio Preto
    Ocorrência: um aluno de 14 anos queimou o cabelo de uma professora com um isqueiro.
    Data: 27 de junho
    Cidade: São Bernardo do Campo
    Ocorrência: professora da rede municipal de ensino teve parte do dedo decepado depois de tentar trazer de volta para a sala um aluno que havia se escondido no banheiro. O acidente aconteceu quando o aluno bateu a porta com força, acertando o dedo da educadora.
    Data: 29 de junho
    Cidade: Macatuba
    Ocorrência: alunos do terceiro ano do ensino médio espalharam cola de secagem rápida na cadeira de uma professora. Ela teve a calça rasgada e pequenas queimaduras nas pernas.
    Data: 3 de julho
    Cidade: Dracena
    Ocorrência: a servente Nair Silva Alves, 67 anos, foi pisoteada por alunos do ensino fundamental logo depois que abriu o portão para o acesso dos alunos à sala de aula. "Não me lembro de nada, nem consigo identificar quem foi."
    Data: 3 de julho
    Cidade: Piraju
    Ocorrência: diretora de colégio tem carro incendiado na garagem de casa. Dias antes ela registrou boletim de ocorrência contra um dos supostos envolvidos no incêndio, aluno de sua escola."
    Isso acontece provalmente por causa das drogas e bebidas na escola e só pode ser evitada se todos os alunos e escola se coentizarem em fazer campanhas contra a violencia na escola e se os pais e escola tiverem uma melhor comportamento frente aos alunos.

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  21. Faculdade de Coimbra quer agilizar recolha de prova de abusos de menores
    2011-07-31

    A Faculdade de Direito de Coimbra está a desenvolver um protocolo de intervenção em situações de abusos sexuais de crianças, para evitar que as vítimas sejam incomodadas meia dúzia de vezes na recolha da prova.

    foto GLOBAL IMAGENS
    Faculdade de Coimbra quer agilizar recolha de prova de abusos de menores
    Várias entidades recolhem prova


    "A reacção do Estado para proteger a criança e para punir o agressor acaba por causar danos à criança, mais do que devia", frisou à Agência Lusa Guilherme de Oliveira, director do Centro de Direito da Família e do Observatório Permanente da Adopção, da Faculdade de Direito de Coimbra.

    Desde há três anos um grupo do seu centro de estudos, sob a responsabilidade do procurador Rui do Carmo, está a desenvolver um protocolo de intervenção que possa satisfazer as necessidades das várias entidades públicas, evitando as intervenções autónomas de cada uma.

    "A criança é incomodada seis ou oito vezes com a mesma história. De cada vez sofre. Depois, numa audiência de julgamento, se a coisa chegar aí, ainda tem de contar a história toda outra vez", observa Guilherme de Oliveira.

    O grupo de estudos "tem o trabalho adiantado no sentido de organizar a recolha da prova, de tal maneira que seja tudo recolhido de uma vez só".

    "Quando há abusos sexuais em crianças a recolha da prova é muito desorganizada. As Comissões, o Ministério Público, a Polícia Judiciária, a Polícia de Segurança Pública ou a Medicina Legal. Há muitos serviços que intervêm e desorganizadamente", critica.

    Na minha opinião sempre ouve abusos a todos os tipos de estudantes a diferença que agora as pessoas perderam o medo de denunciar (pelo menos a maioria)o agressor,que pode ter causado tanto danos maorais, fisicos ou até mesmo piscicologicos na vitima.

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  22. A violência hoje em dia é uma das maiores preocupações da sociedade, e ela também atinge todos os lugares da sociedade, principalmente nas escolas.
    O que pra muitos são apenas rebeldias de adolescentes, pra outros significa uma grave indisciplina e que prejudica o rendimento escolar de muitos alunos.
    A participação da família da educação escolar dos filhos é muito importante, não só dando apoio como também auxiliando, sendo presente na vida escolar do filho.
    Os métodos dos professores a algum tempo atrás era muito diferente de hoje, existiam castigos físicos, humilhações verbais, hoje já não existe, e isso facilita um maior enfrentamento entre aluno e professor.
    Para solucionar esses graves problemas, é preciso um acompanhamento de perto da escola aos alunos, principalmente aqueles que tem algum aspecto violentos.
    O uso de drogas na escola está ficando mais comum nos dias atuais, muitos alunos só vão a escola traficar e usar drogas, um dos meios mais evidentes e claros de prevenção é a fiscalização e não tolerância a esses marginais.
    Leonardo

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  23. Mirella Queiroz 9°B

    Aluna mata colega com estilete na saída da escola na Bahia
    Uma estudante de 19 anos matou uma colega na saída da escola, nesta segunda-feira (5), no município de São Gonçalo dos Campos (104 km de Salvador). O crime ocorreu por volta das 17h, quando os estudantes deixavam a Escola Antônio Carlos Pedroso, no município.
    Segundo a Polícia Civil, Ana Cláudia da Conceição Santos, 19, atingiu, com um golpe de estilete, o pescoço de Suelen de Oliveira, 17. A vítima foi socorrida, mas morreu pouco depois de chegar ao hospital local.
    Segundo a polícia, a discussão entre as duas começou dentro da escola pública, e Ana Cláudia ficou esperando Suelen sair do estabelecimento.
    A Polícia Civil informou que a estudante suspeita de homicídio está foragida. A Folha não conseguiu localizar os responsáveis pela escola ou familiares da suspeita.

    Bom minha opinião é a mesma,ente violencia na escola e domestica afinal de cota somos seres humanos e a unica coisa que nos difere dos animais é a nosso capacidade de pensare aparte do momento que colocamos em rico a integridade fisica ou até mesmo a vida de uma pessoa não estamos usado a nassa capacidade de pensar,acredito que a unica coisa que nós(quem não comete violencia) podemos fazer é continuar evitar confusões e ajudar a consientisação dos colegas e amigos.

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  24. Francisco neto 9°B
    Data: 3 de julho
    Cidade: Dracena
    Ocorrência: a servente Nair Silva Alves, 67 anos, foi pisoteada por alunos do ensino fundamental logo depois que abriu o portão para o acesso dos alunos à sala de aula. "Não me lembro de nada, nem consigo identificar quem foi."
    comentario-estas pessoas ou crianças que fazem isso te que ser punido,pois tem que ser muito covarde pra atacar uma pessoa aissim.pode ser estudante ou pode ser o que for mas tem que serem punidos.

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  25. Giovanna Thomas Colpo 9º ano B4 de outubro de 2011 15:46

    Estudante não gosta das notas e mata professor a facadas

    O estudante Hamilton Loyola Caires (foto), 23, ficou chateado com as suas notas e por isso, de acordo com testemunhas, matou o professor Kássio Vinícius Castro Gomes, 39, no início da noite de ontem no Instituto Metodista Izabela Hendrix, em Belo Horizonte, Minas.

    Depois de ter atingido o professor com facadas no peito e no pescoço, Loyola fugiu de moto. Seu irmão disse que ele é usuário de drogas. O rapaz está no 5º período do curso de educação física.

    Wagner Pinto, chefe da DCcV (Divisão de Crimes Contra a Vida), disse que as imagens do circuito interno de segurança da escola registraram o momento do ataque. “O aluno caminhou em direção ao professor, tirou da mochila uma faca e o atingiu no tórax, sem chance de defesa.”

    A direção do estabelecimento emitiu nota com a informação de que tem dado apoio à família do professor e colaborado com a polícia.

    PRISÃO - atualização


    Na madrugada desta quarta, a Polícia Militar prendeu o suspeito Caires. Ele foi detido quando chegou em sua casa de táxi. Ele não resistiu a prisão e confessou o crime. Disse que matou o professor Gomes (foto) por estar sendo perseguido por ele

    O estudante Douglas César Sanches, do curso de educação física, disse que Amilton veio transferido de outra escola. “Ele sempre parecia muito estressado, principalmente quando se tratava de apresentação de trabalho em grupo. Ficava muito nervoso se não tivesse as melhores notas. Queria sempre estar por cima. Nas aulas de luta e brincadeiras, também agia no extremo. Era muito sozinho e estressado, do tipo que chamava para briga por qualquer motivo”, disse.


    A violência nas escolas tem aumentado cada vez mais.As causas que levam os alunos, estudantes a fazerem isso são várias,a primeira causa são as notas baixas dos alunos que muitas vezes não tiram a nota máxima,não gosta da nota e acabam agredindo o professor,outra causa é o uso de drogas que muitas vezes levam os estudantes a agredir os colegas por estarem drogados e não estarem no seu estado normal.Como solução para esse tipo de violência o principal é o dialogo entre pais e filhos, é a discussão sobre o assunto nas escolas,é uma vistoria rigorosa nas coisas do aluno, e também como papel da família é observar se o adolescente está se comportando de forma diferente do que ele costuma ser.

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  26. CONTINUAÇÃO DA RESPOSTA:

    Data: 27 de junho
    Cidade: São Bernardo do Campo
    Ocorrência: professora da rede municipal de ensino teve parte do dedo decepado depois de tentar trazer de volta para a sala um aluno que havia se escondido no banheiro. O acidente aconteceu quando o aluno bateu a porta com força, acertando o dedo da educadora.

    Isso foi um absurdo como um aluno decepa o dedo da professora, uma pessoa que só queria fazer-lo voltar a aula para aprender e ele acaba com uma violência dessa!

    Hoje em dia a violência só cresce cada vez mais, só SP registrou mais de 217 casos de agressão aos professores.
    Para melhorar esse casos, pra mim o mundo teria que mudar completamente, não poderia haver marginais, e mais campanhas incentivando os alunos a estudarem e a serem alguém na vida!


    DIEGO LUCENA HEROK 9 ANO A

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  27. Victoria Cristine 9º A4 de outubro de 2011 15:57

    O professor Vilson Menegazzo, 49, conta que levou um soco no rosto quando tentava impedir um estudante de deixar a escola sem autorização.Um estudante de 16 anos tentou deixar a sala quando o professor o impediu. "Ele me disse que ia para casa e eu disse que ele não sairia sem autorização. Ele forçou e eu ergui a voz e segurei pelo braço quando ele me deu um soco muito forte no olho. Quase caí", contou.Segundo o professor, ele não agiu com violência contra o aluno. Menegazzo relata que atos de vandalismo são constantes no local como a explosão de bombinhas, cortes de fiação e a interrupção da energia elétrica durante o período noturno.

    A violência nas escolas estão cada vez mais frequentes, os alunos não respeitam mais e acham que a vida é só uma curtição, e acham que droga não é nada. Os estudantes agora vão pra escola pra vender droga ou matar e isso é um absurdo.

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  28. Amanda Caroline Kunz 9º ano B4 de outubro de 2011 16:04

    Data: 18 de junho
    Cidade: Suzano
    Ocorrência: uma professora foi agredida por um aluno depois de ter colocado o mesmo para fora da sala. Houve discussão e ela ficou com um grande hematoma no olho esquerdo.
    Data: 19 de junho
    Cidade: Votorantim
    Ocorrência: uma professora da 8ª série de uma escola estadual de Votorantim teve os dentes quebrados depois de uma discussão em sala de aula com alunos.

    Muitas pessoas acham que resolvem tudo na base da violência. as causas das agressões são normalmente por causa de desentendimento com os professores por nota,reclamações,etc.
    isso poderia ser resolvido se as vitimas prestarem queixa na delegacia.

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  29. Aline Macedo 9º A4 de outubro de 2011 16:13

    Segundo a PM, por volta das 9h40 de ontem uma professora compareceu ao departamento da Polícia e relatou que ministrava uma aula quando um aluno de 13 anos passou a perturbar o bom andamento da aula.De acordo com a professora, após ser advertido, o aluno passou a agredir a professora com palavras de baixo calão e ainda enquanto ela escrevia no quadro, o aluno jogou contra a mesma uma lixeira atingindo a face no lado direito, causando pequena lesão.Para a direção da escola, o aluno contou que agrediu a professora para que ela não mais chamasse sua atenção. A professora foi ao hospital para atendimento médico e foi liberada em seguida.

    Esse tipo de incidente acontece por dois simples motivos, ou o aluno tem algum problema em casa ou mental, ou algum problema com a professora, e tambem pode ser por causa da falta de dialogo em casa

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  30. A violência nas escolas acontece principalmente nas escolas públicas, onde a maioria das pessoas que freqüentam são pertencentes as classes mais baixas que lidam diariamente com o tráfico de drogas, violências,roubos, etc. Não que todas as pessoas que pertencem a classe mais humilde, são criminosos, mas sabemos que esses tipos de casos acontecem principalmente com os desprovidos de uma condição de vida melhor. Eu soube de casos de alunos que sofriam violência de professores, mais ainda de alunos agredindo professores, por motivos como: vingança, discussão, desentendimentos, notas baixas. Há alunos que levam faca, armas de fogo, entre outras armas para atingir um colega ou professor de caso pensado. Na minha opinião deveria haver uma punição mais dura contra alunos que agredissem outros alunos e professores.
    Lorena Kreling dos Anjos -9ºA

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  31. Violência ,hoje, frequentemente esta acontecendo nas escolas , na maioria da vezes nas escolas públicas , pois uma facilidade maior de alunos conter armas.A violência mais comum hoje nas escolas é de agressões de pessoas por causa de cor, deficiência e muitos outros.

    Rafael de Oliveira Matos 9º B

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  32. Julia Melissa Schmitt 9ºB5 de outubro de 2011 15:32

    Caso de violência:
    Na quinta-feira, um menino de dez anos, considerado meigo e doce, por suas professoras e ex-professoras, teve um ataque de fúria e atirou contra a professora que estava escrevendo na lousa, feriu-a com gravidade e suicidou-se em seguida. Muitas perguntas ficaram no ar juntamente com a angústia de todos os alunos, professores e funcionários da Escola Estadual Alcina Dantas Feijão, em São Caetano do Sul, com 2.000 alunos, e que obteve a melhor avaliação no ENEM entre as escolas públicas do Estado de São Paulo, excetuando as técnicas. O garoto tirava notas boas, era considerado bom aluno, comportado, mas estava portando um revólver calibre 38, do pai, que é guarda municipal. A arma fácil, ao alcance de uma criança ou de um adolescente, pode causar estragos terríveis. Infelizmente, muita gente tem revólver em casa e nem percebe que ele poderá ser usado de um momento para outro pelo filho em uma perda momentânea da razão.

    Comentário:
    Hoje em dia é quase comum acontecer casos de violências nas escolas, e elas acontecem por vários motivos, podendo levar até a morte de alguém, como citado na reportagem. Eu acredito que os motivos que levam a essa agressão são vários, pois cada vez mais acontecem ameaças de alunos contra professores por não terem alcançado uma boa nota. Também ouvimos falar de muitos casos onde professores agridem alunos, como um caso que aconteceu há algum tempo, onde uma professora atirou um tamanco em direção a um aluno. Como solução eu acho que deveria haver palestras educativas e penalidades mais severas para as pessoas que praticarem esse tipo de abuso, pois quando há penalidades a pessoa tem medo de realizar esses abusos, e essas palestras deveriam ser tanto para alunos e professores.
    Eu também acho que os pais deveriam fiscalizar o que acontece na escola em que seu filho estuda, pois fica mais fácil de saber o que acontece na escola, e os pais também deveria checar o que os filhos levam para a escola, pois na maioria dos casos as armas que os alunos levam pertencem aos pais.

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  33. Data: 20 de junho
    Cidade: São José do Rio Preto
    Ocorrência: um aluno de 14 anos queimou o cabelo de uma professora com um isqueiro.
    Os casos de violência nas escolas estão cada dia mais recentes aqui no Brasil. Os índices mostram que as maiorias dos casos estão nas escolas publicas paulistas. Um dos motivos destes tais alunos agredirem seu educador vem da criação em casa, ou nos bairros aonde vivem, alguns lugares são violentos e levam este mau comportamento para à escola.
    O melhor jeito de se fazer para que isso acabe e empregar profissionais de segurança nas escolas, as que já possuem dever contratar mais. Ter nas portas das escolas (Principalmente nas saídas) policiais preparados para se fazer a segurança. E prender os alunos que agredirem as professoras, mesmo que depois sejam soltos irão aprender como é a vida na prisão infantil.
    Matheus Ronaldo Rener 9º A

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  34. Guilherme Batista T.5 de outubro de 2011 16:02

    A violência é hoje uma das principais preocupações da sociedade. Ela atinge a vida e a integridade física das pessoas.

    • Fato que Ocorreu:
    Aluno bate em professora e Justiça condena pais a pagar indenização
    Para juiz, "pais são responsáveis por atos de filho menor de idade". Professorá receberá R$ 2650...

    A professora teria sido vítimas de tapas no ombro e no braço ao repreender o garoto, que atirava plantas em outros estudantes. Segundo testemunhas do processo, ela chegou à secretaria da escola em estado de choque, com marcas das mãos do estudante no braço e nos ombros, depois do incidente. "Ela estava traumatizada e mal conseguia falar", disse uma testemunha.

    Comentário :
    Hoje em dia , esses casos de violência em escolas estão se tornando mais e mais comum, principalmente em escolas publicas, em que os adolescentes tem mais facilidade de levar armas e desrespeitam mais o professores e alunos. A Falta de respeito com professores e alunos, é devido à má educação que os pais exercem sobre os seus filhos.
    • Causas:
    - Sem motivação para o estudo
    - Visão negativa da escola
    - Amizades Negativas que Influenciam

    •Soluções
    É necessário que os alunos tenham responsabilidade e maturidade , e saber que o estudo sempre leva ao melhor caminho, e a violência e desrespeito não leva a nada.

    - Guilherme Batista Targino - 9°B

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  35. Lara Santos, 9º ano A
    Caso:
    Data: 18 de junho de 2011
    Cidade: Suzano
    Ocorrência: uma professora foi agredida por um aluno depois de ter colocado o mesmo para fora da sala. Houve discussão e ela ficou com um grande hematoma no olho esquerdo.

    Comentário:
    A violência está muito presente nas escolas hoje em dia. Uma das principais causas é o fato de as escolas não estarem preparadas para detectar alunos com problemas emocionais graves. Outro fato é o cotidiano de alguns alunos, os quais compactuam ou vivem com algum tipo de violência, seja em casa ou nas ruas. Muitas vezes os alunos são violentos por acharem que a escola impõe atitudes autoritárias e por possuir regras, que eles consideram inúteis. A violência nas escolas age de maneiras como agressões físicas, agressões verbais (bulling), o porte de armas, uso abusivo de drogas em alguns casos e o desrespeito para com os colegas de classe e funcionários da escola.
    Como soluções para prevenir e acabar com a violência nas escolas, a escola deve promover palestras ligadas ao bom relacionamento e o cultivo da paz no ambiente. Principalmente, a construção de regras de convivência e a integridade escolar. O policiamento entra na questão de casos extremamente perigosos e excepcionais.

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  36. Ezequiel Barbosa 9 ano A

    A seguir estão algumas violências praticadas por
    adolescentes nas escolas:

    Data: 19 de junho
    Cidade: Votorantim
    Ocorrência: uma professora da 8ª série de uma escola estadual de Votorantim teve os dentes quebrados depois de uma discussão em sala de aula com alunos.

    Data: 27 de junho
    Cidade: São Bernardo do Campo
    Ocorrência: professora da rede municipal de ensino teve parte do dedo decepado depois de tentar trazer de volta para a sala um aluno que havia se escondido no banheiro. O acidente aconteceu quando o aluno bateu a porta com força, acertando o dedo da educadora.

    causas:Uma das causas pode ser depressao,falta de carinho do pai e da mae,companheirismo dos irmaos e outros problemas nao resolvidos na vida do individuo

    Soluçoes:Podem ser resolvidas através de reuniões familiares ou através de tratamentos médicos e acompanhamentos de pisicologos e procurando inserir o individuo no esporte

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  37. “Um estudante de 17 anos, epiléptico e hipertenso, foi espancado na manhã de terça-feira por pelo menos cinco jovens na porta da Escola Estadual Professora Eugênia Vilhena de Moraes, na Vila Virgínia, periferia de Ribeirão Preto (SP), por ter se recusado a dar R$ 10 aos agressores. Dois deles, reconhecidos pela vítima, estudam no mesmo colégio. O estudante, que cursa o primeiro ano do Ensino Médio, teve traumatismo craniano e ficou internado...”

    Acredito que as agressões nas escolas é um assunto muito difícil de se tratar, mas hoje em dia nunca se falou tanto disso, ate porque vem acorrendo grandes tragédias devido a isso.
    Estes atos ocorrem principalmente por adolescentes que se acham superiores a outras pessoas, brigando por namoradas, e etc. Para previnir esses atos é fundamental a intervenção das escolas juntamente com os pais, assim ocorrendo uma prevenção desde do inicio.

    Rodrigo Armando - 9º B

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  38. Ana Paula Tomé 9ºB6 de outubro de 2011 01:38

    A violência não ocorre somente nas escolas públicas, os números de denúncia das escolas particulares são bem próximos. O que acaba dando uma impressão da escola pública ter mais violência é que tem muita mais facilidade de levar uma arma, traficar drogas ou ameaçar as pessoas. O que acontece só é que a violências das escolas particulares são diferentes da violência das escolas públicas. Muitas vezes quem sofre a agressão é o professor, e ele tem muito receio de fazer uma denuncia (os das escolas particulares) por medo de perder o emprego ou ter algum problema com os pais do aluno. O problema é a falta de controle e disciplina. Esses jovens que consumem drogas, álcool e apontam armas para colegas e professores deveriam ser castigados. Há também uma violência que acontece nas escolas que se chama bullyng que é uma violência que pode ser causada fisicamente ou psicologicamente. Grandes motivos de ocorrer o bullyng é por causa da aparência da pessoa, condição financeira, homossexualidade, cor... E muitos outros fatores. Pra quem faz esse tipo de coisa deveria ir preso ou então mandado para algum lugar onde receba disciplina.


    Ana Paula Tomé

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  39. Data: 18 de junho
    Cidade: Suzano
    Ocorrência: uma professora foi agredida por um aluno depois de ter colocado o mesmo para fora da sala. Houve discussão e ela ficou com um grande hematoma no olho esquerdo.

    Data: 19 de junho
    Cidade: Votorantim
    Ocorrência: uma professora da 8ª série de uma escola estadual de Votorantim teve os dentes quebrados depois de uma discussão em sala de aula com alunos.

    Data: 20 de junho
    Cidade: São José do Rio Preto
    Ocorrência: um aluno de 14 anos queimou o cabelo de uma professora com um isqueiro.

    Data: 27 de junho
    Cidade: São Bernardo do Campo
    Ocorrência: professora da rede municipal de ensino teve parte do dedo decepado depois de tentar trazer de volta para a sala um aluno que havia se escondido no banheiro. O acidente aconteceu quando o aluno bateu a porta com força, acertando o dedo da educadora.

    Data: 29 de junho
    Cidade: Macatuba
    Ocorrência: alunos do terceiro ano do ensino médio espalharam cola de secagem rápida na cadeira de uma professora. Ela teve a calça rasgada e pequenas queimaduras nas pernas.

    Data: 3 de julho
    Cidade: Dracena
    Ocorrência: a servente Nair Silva Alves, 67 anos, foi pisoteada por alunos do ensino fundamental logo depois que abriu o portão para o acesso dos alunos à sala de aula. "Não me lembro de nada, nem consigo identificar quem foi."

    Data: 3 de julho
    Cidade: Piraju
    Ocorrência: diretora de colégio tem carro incendiado na garagem de casa. Dias antes ela registrou boletim de ocorrência contra um dos supostos envolvidos no incêndio, aluno de sua escola."


    causas:problemas entre professor e aluno que não são solucionados, levando muitas vezes a implicância de ambas as partes;indiguinação dos alunos por tirarem notas baixas; stress dos proficionais de educação.

    soluções:os professores tentar solucionar os problemas que eles tem com os alunos e a família tem que participar da vida educacional dos filhos.

    Aluna: Érika Beatriz Nogueira Machado - 9º ano A

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  40. Os meses de junho e julho foram marcados por atos violentos contra professores e funcionários de escolas públicas paulistas. Alunos são suspeitos de incendiar o carro de uma diretora, funcionária foi pisoteada por alunos, outra teve o cabelo queimado com um isqueiro e em São Bernardo do Campo, em uma escola municipal, uma professora perdeu parte do dedo indicador quando tentava trazer de volta para a sala de aula um aluno que se escondeu no banheiro. Veja a cronologia dos casos mais recentes.

    » Conheça os casos de violência
    » SP registra 217 casos de agressão
    » "Tiram sarro de você", diz professor
    » Opine sobre o assunto

    Data: 18 de junho
    Cidade: Suzano
    Ocorrência: uma professora foi agredida por um aluno depois de ter colocado o mesmo para fora da sala. Houve discussão e ela ficou com um grande hematoma no olho esquerdo.

    Data: 19 de junho
    Cidade: Votorantim
    Ocorrência: uma professora da 8ª série de uma escola estadual de Votorantim teve os dentes quebrados depois de uma discussão em sala de aula com alunos.

    Data: 20 de junho
    Cidade: São José do Rio Preto
    Ocorrência: um aluno de 14 anos queimou o cabelo de uma professora com um isqueiro.

    Data: 27 de junho
    Cidade: São Bernardo do Campo
    Ocorrência: professora da rede municipal de ensino teve parte do dedo decepado depois de tentar trazer de volta para a sala um aluno que havia se escondido no banheiro. O acidente aconteceu quando o aluno bateu a porta com força, acertando o dedo da educadora.

    Data: 29 de junho
    Cidade: Macatuba
    Ocorrência: alunos do terceiro ano do ensino médio espalharam cola de secagem rápida na cadeira de uma professora. Ela teve a calça rasgada e pequenas queimaduras nas pernas.

    Data: 3 de julho
    Cidade: Dracena
    Ocorrência: a servente Nair Silva Alves, 67 anos, foi pisoteada por alunos do ensino fundamental logo depois que abriu o portão para o acesso dos alunos à sala de aula. "Não me lembro de nada, nem consigo identificar quem foi."

    Data: 3 de julho
    Cidade: Piraju
    Ocorrência: diretora de colégio tem carro incendiado na garagem de casa. Dias antes ela registrou boletim de ocorrência contra um dos supostos envolvidos no incêndio, aluno de sua escola."
    Morre estudante de 11 anos por comer biscoito envenenado por colegas
    Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no orkut
    Emerson Gomes da Silva, 11, morreu na quinta-feira (9) porque comeu biscoitos envenenados com o veneno de rato Chumbinho por duas colegas de classe, uma de 12 anos e outra de 13. Ele teve convulsões e chegou a ser internado em um hospital público.

    Era era aluno da escola municipal Alberto Luís Russo, em Jaboatão dos Guararapes, cidade de 644 mil habitantes da região metropolitana de Recife (PE).

    A polícia descobriu que as meninas pediram a Emerson para que entregasse os biscoitos a duas colegas da escola, mas ele decidiu comê-los.

    As meninas já teriam tentado matar as colegas com refrigerantes e salgadinhos envenenados em uma disputa de popularidade na escola, de acordo com a polícia.

    O caso chocou a cidade. A escola suspendeu as duas alunas e a Justiça ainda não decidiu como puni-las.

    As duas meninas confirmaram que colocaram Chumbinho nos biscoitos, informou Mariana Vilasboas, titutlar da delegacia de Crimes contra Crianças e Adolescentes. Elas foram enviadas ontem (15) a uma entidade de internamento provisória.

    Comentário:
    Posso concluir então que o perigo nas escolas é realmente muito grande e que está ocorrendo constantemente. Assim muitos professores e alunos deixam de frequentar as escolas por causa da violência escolar. Para acabar com esse problema as escolas devem criar campanhas, palestras para incentivar o não tráfico de armas e drogas dentro das escolas.

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  41. A violencia fisica nas escolas vem se tornando cada dia mais comum, a partir de atos cruéis e de brutalidade crianças e educadores vem sendo vítimas de hábitos mal intencionados que podem causar transtornos e feridas tanto físicas quanto emocionais pro resto de suas vidas.
    Podemos perceber exemplos destes atos de violencia na família de professores do Rio de Janeiro, que apesar da experiência traumática E. não conseguiu impedir o filho mais velho, de 33 anos, de seguir a mesma carreira. Ele, que está terminando o doutorado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), também já sente as dificuldades de trabalhar em escolas que viraram palco de delinquentes.

    "Quando sai de casa, ele me diz: 'Mãe, lá vou eu de novo para mais um dia no inferno’." Há cerca de um mês, seu filho presenciou uma briga entre alunos. Um deles jogou um explosivo sobre o outro, atingindo o pé do aluno que foi levado sangrando para o hospital.
    E., durante um período que deu aulas em um colégio de São Gonçalo, na Região Metropolitana, sofreu mais um trauma. Foi ameaçada de morte ao comunicar a um aluno que havia sido reprovado.

    "Ele voou no meu pescoço e disse que eu ia acabar com a boca cheia de formiga. Naquele dia, ao chegar em casa entrei numa crise histérica. Aos gritos, comecei a quebrar tudo que encontrava pela frente. Destruí minha cozinha. Meus filhos levaram quase três horas para me acalmar. Quem dedicou a vida inteira para oferecer o melhor para seu semelhante, que é a educação, não merece isso", lamenta, sem esconder as lágrimas.

    As causas para que tantos adolescentes façam estes atos cruéis são influencias de amigos de escola, hábitos cruéis e brutais apoiados pelos amigos. A solução para este problema é que se faça em todos os colégios do Brasil programas de conscientização e que promovam o respeito ao próximo.

    Yasmin Will

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  42. A violência é hoje uma das principais preocupações da sociedade. Ela atinge a vida e a integridade física das pessoas . É um produto de modelos de desenvolvimento que tem suas raízes na história .

    A definição de violência se faz necessária para uma maior compreensão da violência escolar. É uma transgressão da ordem e das regras da vida em sociedade. É o atentado direto, físico contra a pessoa cuja vida, saúde e integridade física ou liberdade individual correm perigo a partir da ação de outros. Neste sentido Aida Monteiro se expressa " entendemos a violência, enquanto ausência e desrespeito aos direitos do outro"[1]. No estudo realizado pela autora em uma escola, buscou-se perceber a concepção de violência dada pelo corpo docente e discente da instituição.

    Para o corpo discente " violência representa agressão física, simbolizada pelo estupro, brigas em família e também a falta de respeito entre as pessoas ". Enquanto que para o corpo docente " a violência, enquanto descumprimento das leis e da falta de condições materiais da população, associando a violência à miséria, à exclusão social e ao desrespeito ao cidadão" .

    É importante refletirmos a diferença entre agressividade, crime e violência.

    A agressividade é o comportamento adaptativo intenso, ou seja , o indivíduo que é vítima de violência constante têm dificuldade de se relacionar com o próximo e de estabelecer limites porque estes às vezes não foram construídos no âmbito familiar. O sujeito agressivo tem atitudes agressivas para se defender e não é tido como violento. Ele possui "os padrões de educação contrários às normas de convivência e respeito para com o outro ." ABRAMOVAY ; RUA ( 2002) A construção da paz vem se apresentando em diversas áreas e mostra que o impulso agressivo é tão inerente à natureza humana quanto o impulso amoroso; portanto é necessária a canalização daquele para fins construtivos, ou seja, a indignação é aceita porém deve ser utilizada de uma maneira produtiva.

    O crime é uma tipificação social e portanto definido socialmente é uma rotulação atribuída a alguém que fez o que reprovamos. " Não reprovamos o ato porque é criminoso. É criminoso porque o reprovamos"(Émile Durkheim).

    Violência pode ser também “uma reação conseqüente a um sentimento de ameaça ou de falência da capacidade psíquica em suportar o conjunto de pressões internas e externas a que está submetida”

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  43. “Diário” de John (últimas páginas)
    2ª feira – Roubaram-me o dinheiro..sem desculpas, nem palavras por aí além..apenas uma ameaça, gozos, humilhações..ironias que sei que são para mim mas mais ninguém percebe
    3ª feira – Hoje passaram o tempo todo a gozar comigo, insultando-me, menosprezando-me…
    4ª feira – Rasgaram o meu uniforme..ficou tal pedaços caído no chão..ainda me recordo do quão mal me senti, de toda aquela raiva reprimida, de toda aquela frustração.
    5ª feira – O meu corpo está coberto de sangue…olho-me ao espelho e mal me reconheço..O corpo denunciando pelo o que passo diariamente; os olhos cansados de tantas horas a pensar e repensar o que fazer…o medo que se alastra sobre mim..sem saber o que fazer, sem saber a quem pedir ajuda..
    6ª feira – Mas hoje tudo terminará..aquele medo que se foi intensificando hoje desaparecerá..Tudo se partirá em mil pedaços de nada. Hoje tudo significará um fim..o fim deste sofrimento …A vontade de ser eu mesmo há muito reprimida que hoje se soltará. E amanhã? Bem amanhã será apenas liberdade..
    Sábado foi o dia em que John de 13 anos foi encontrado morto, enforcado em casa, em Manchester -Inglaterra, em 1997.

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  44. 1 – O que é violência escolar?
    Violência Escolar é um atentado, seja físico ou psicológico, a qualquer pessoa dentro da instituição escolar, invadindo a liberdade de cada um. Podendo levar à lesões muito graves, depressão e até suicídio.

    2 – Caso de violência escolar:
    O caso aconteceu em 27 de junho de 2011, em São Bernardo, quando uma professora da rede municipal de educação foi buscar um aluno que estava escondido no banheiro. Então o garoto para não ser pego bateu a porta com muita forma no dedo da professora, decepando-o.

    3 – Quais são as causas e como combater essa violência?
    Essa violência é causada principalmente por uso de drogas, já que encontrar drogas e armamento está muito mais fácil, problemas em casa e discursões com a família, então descontam sua raiva nos colegas e professores, rebeldia, provocações, e até briga por garotos(as).
    A violência escolar, como todas as outras deve acabar! Então é preciso criar estratégias para isso. É necessário principalmente discursões com os alunos sobre o tema, mostrando seus prejuízos e as punições para os agressores. Também fazer campanhas para a conscientização de todos, e conversas entre pais e filhos.

    E lembrar que violência não se combate com mais violência, mas sim com inteligência!

    Adib Nathan – 9 Ano - B

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  45. O bullying pode se dar em qualquer tipo de colégio, público ou privado, mas segundo alguns especialistas, quanto maior é o centro educacional, maior o risco de que haja agressão escolar. Claro que a isso tem que somar a falta de controle físico e de vigilância. Nos corredores deve haver sempre alguém, professores ou monitores, para atender e inspecionar aos alunos. Além disso, o tratamento que se dá aos alunos é muito importante. A falta de respeito, a humilhação, ameaças ou a exclusão entre os professores e alunos levam a um clima de violência e situações de agressividade. O colégio não deve limitar-se somente a ensinar, mas deve funcionar como um gerador de comportamentos sociais.

    Em resumo, as causas do bullying podem residir nos modelos educativos a que são expostas as crianças, na ausência de valores, de limites, de regras de convivência; em receber punição ou castigo através de violência ou intimidação e a aprender a resolver os problemas e as dificuldades com a violência. Quando uma criança está exposta constantemente a essas situações, acaba registrando automaticamente tudo em sua memória, passando a exteriorizá-las quando encontra oportunidade. Para a criança que pratica o bullying, a violencia é apenas um instrumento de intimidação. Para ele, sua atuação é correta e portanto, não se auto-condena, o que não quer dizer que não sofra por isso.
    Comentário:Esse é um dos tipos de violência mais frequente nas escolas,onde alunos que gostam de se aparecer é o agressor e a vítima geralmente é o "nerde" da sala.As vítimas levam sequelas desse ato pelo resto da sua vida,trazendo um transtorno físico e psicológico.

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  46. A VIOLÊNCIA ESCOLAR



    A violência é hoje uma das principais preocupações da sociedade. Ela atinge a vida e a integridade física das pessoas . É um produto de modelos de desenvolvimento que tem suas raízes na história .


    A definição de violência se faz necessária para uma maior compreensão da violência escolar. É uma transgressão da ordem e das regras da vida em sociedade. É o atentado direto, físico contra a pessoa cuja vida, saúde e integridade física ou liberdade individual correm perigo a partir da ação de outros. Neste sentido Aida Monteiro se expressa " entendemos a violência, enquanto ausência e desrespeito aos direitos do outro"[1]. No estudo realizado pela autora em uma escola, buscou-se perceber a concepção de violência dada pelo corpo docente e discente da instituição.


    Para o corpo discente " violência representa agressão física, simbolizada pelo estupro, brigas em família e também a falta de respeito entre as pessoas ". Enquanto que para o corpo docente " a violência, enquanto descumprimento das leis e da falta de condições materiais da população, associando a violência à miséria, à exclusão social e ao desrespeito ao cidadão" .


    É importante refletirmos a diferença entre agressividade, crime e violência.


    A agressividade é o comportamento adaptativo intenso, ou seja , o indivíduo que é vítima de violência constante têm dificuldade de se relacionar com o próximo e de estabelecer limites porque estes às vezes não foram construídos no âmbito familiar. O sujeito agressivo tem atitudes agressivas para se defender e não é tido como violento. Ele possui "os padrões de educação contrários às normas de convivência e respeito para com o outro ." ABRAMOVAY ; RUA ( 2002) A construção da paz vem se apresentando em diversas áreas e mostra que o impulso agressivo é tão inerente à natureza humana quanto o impulso amoroso; portanto é necessária a canalização daquele para fins construtivos, ou seja, a indignação é aceita porém deve ser utilizada de uma maneira produtiva.

    Tipos de violência

    · Violência contra o patrimônio - é a violência praticada contra a parte física da escola. " É contra a própria construção que se voltam os pré-adolescentes e os adolescentes , obrigados que são a passar neste local oito ou nove horas por dia." COLOMBIER et al.(1989)


    · Violência doméstica - é a violência praticada por familiares ou pessoas ligadas diretamente ao convívio diário do adolescente.


    · Violência simbólica - É a violência que a escola exerce sobre o aluno quando o anula da capacidade de pensar e o torna um ser capaz somente de reproduzir. " A violência simbólica é a mais difícil de ser percebida ... porque é exercida pela sociedade quando esta não é capaz de encaminhar seus jovens ao mercado de trabalho, quando não lhes oferece oportunidades para o desenvolvimento da criatividade e de atividades de lazer; quando as escolas impõem conteúdos destituídos de interesse e de significado para a vida dos alunos; ou quando os professores se recusam a proporcionar explicações suficientes , abandonando os estudantes à sua própria sorte , desvalorizando-os com palavras e atitudes de desmerecimento". (ABRAMOVAY ; RUA , 2002, p.335) a violência simbólica também pode ser contra o professor quando este é agredido em seu trabalho pela indiferença e desinteresse do aluno. ABRAMOVAY ; RUA ( 2002)


    · Violência física - "Brigar , bater, matar, suicidar, estuprar, roubar, assaltar, tiroteio, espancar, pancadaria, neguinho sangrando, Ter guerra com alguém, andar armado e, também participar das atividades das guangues " ABRAMOVAY et al. (1999)

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  47. O grupo sacode as grades de ferro, lança bombas (tipo cabeça-de-negro) nos corredores, que explodem e estremecem as paredes do prédio. Grita, simulando uivos de animais, xinga e faz ameaças a quem ousa entrar na sua frente. Parece rebelião em um presídio, mas são atos de alunos rebeldes, relatados por professores de ensino médio e fundamental em um detalhado dossiê sobre violência nas escolas do Rio.
    O assunto voltou a ganhar destaque com a denúncia de uma professora, no dia 10 de junho, que acusou um aluno de 13 anos de quebrar seu dedo por tê-lo impedido de ouvir música durante a aula. Ela registrou queixa na delegacia por lesão corporal.
    Por : Vitoria Almeida Ramos - 8ª/9º ano A (:

    Milhares de professores acabam abandonando sua profissão depois de receberem ameaças de morte. Alguns doentes e outros traumatizados. Alunos discriminados e vítimas de outras questões sociais são acusados, mais não podemos culpá-los só a eles. Mas a secretaria de educação, que deveria contratar psicólogos , para dar um suporte à alunos e professores. Não podemos fechar os olhos pra um assunto tão grave, que é a violência nas escolas.

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  48. O estudante Hamilton Loyola Caires (foto), 23, ficou chateado com as suas notas e por isso, de acordo com testemunhas, matou o professor Kássio Vinícius Castro Gomes, 39 anos, no início da noite de ontem no Instituto Metodista Izabela Hendrix, em Belo Horizonte, Minas Gerais.
    Depois de ter atingido o professor com facadas no peito e no pescoço, Loyola fugiu de moto. Seu irmão disse que ele é usuário de drogas. O rapaz está no 5º período do curso de educação física.
    Wagner Pinto, chefe da DCcV (Divisão de Crimes Contra a Vida), disse que as imagens do circuito interno de segurança da escola registraram o momento do ataque. “O aluno caminhou em direção ao professor, tirou da mochila uma faca e o atingiu no tórax, sem chance de defesa.”
    A direção do estabelecimento emitiu nota com a informação de que tem dado apoio à família do professor e colaborado com a polícia.

    Comentário:

    No meu ponto de vista pessoas que cometem esse tipo de crime deve pegar uma punição bastante severa,pois quando o aluno tira nota baixa como e o exemplo na reportagem acima não foi o professor que fez ele ficar com aquela nota baixa, e na minha opnião as escolas deviam ter uma segurança melhor pois ninguém sabe o que se passa na cabeça dos alunos

    Luiz Eduardo Oliveira França
    9º Ano "B"

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  49. Foram registrados quatro casos de violência dentro de escolas em Salvador nos últimos três dias. A última ocorrência envolveu uma adolescente de 16 anos, que será conduzida nesta sexta-feira, 5, para o Ministério Público (MP), após ter ferido um colega com um espelho de bolsa na última quinta.

    O jovem agredido, de 15 anos, levou 16 pontos no braço, enquanto a agressora foi levada à Delegacia do Adolescente Infrator (DAI), em Brotas.

    Os dois estudam no Colégio Municipal 15 de Outubro, na Avenida San Martin. De acordo com testemunhas, a jovem não gostou da brincadeira dos colegas, que se divertiam com “guerra de geladinho” no pátio interno da unidade de ensino. Chateada, a menina partiu para a agressão com o espelho.

    A cada dia que se passa, mais e mais casos de violência são registrados nas escolas. Na maioria das vezes o que leva os alunos cometerem essas agressões quer sejam verbais ou fisicas são motivos futeis e banais. Quem prática esse tipo de violência na maioria das vezes não recebe uma punição de verdade, é apenas suspenso por alguns dias das aulas e quando voltam estão com mais raiva e podem voltar a fazer a mesma coisa. Eu acredito que essa não seria a forma de acabar com a violência nas escolas, mais poderia diminuir bastante, caso os agressores fossem denunciados as autoridades competentes que pudessem realmente fazer algo com esse jovem agressor, não apenas sendo suspensos de aulas, e depois de 2 dias voltarem as escolas.

    Ana Paula Barbosa , 9º ano B

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  50. Estudante não gosta das notas e mata professor a facadas


    O estudante Hamilton Loyola Caires (foto), 23, ficou chateado com as suas notas e por isso, de acordo com testemunhas, matou o professor Kássio Vinícius Castro Gomes, 39, no início da noite de ontem no Instituto Metodista Izabela Hendrix, em Belo Horizonte, Minas.

    Depois de ter atingido o professor com facadas no peito e no pescoço, Loyola fugiu de moto. Seu irmão disse que ele é usuário de drogas. O rapaz está no 5º período do curso de educação física.

    Wagner Pinto, chefe da DCcV (Divisão de Crimes Contra a Vida), disse que as imagens do circuito interno de segurança da escola registraram o momento do ataque. “O aluno caminhou em direção ao professor, tirou da mochila uma faca e o atingiu no tórax, sem chance de defesa.”

    A direção do estabelecimento emitiu nota com a informação de que tem dado apoio à família do professor e colaborado com a polícia.


    A violência nas escolas esta cada dia maior como podemos ver com a pesquisa, na minha opinião isso acontece por as vezes crianças estarem convivendo com isso e vendo isso o tempo todo na televisão e por conta da facilidade que eles tem hoje de conseguir armas e drogas que os deixam cada veis mais confusos. Para min, para solucionar essas problemas os pais devem estar sempre presente na vida do filho fazendo com que isso minimize e a escola começar a observar isso e aplicar palestras sobre o assunto.

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  51. Professora Luciane, eu só consegui postar hoje, antes não estava conseguindo postar.

    MENINO DE 10 ANOS ATIRA EM PROFESSORA E DEPOIS SE MATA EM SÃO PAULO
    Um menino de 10 anos atirou na professora e depois se matou dentro de uma escola na região do ABC Paulista.
    Quase dois mil alunos estudam na escola municipal Alcina Dantas Feijão, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. Faltavam dez minutos para as 16h, segundo informação da própria prefeitura, quando David Mota Nogueira, de 10 anos, disparou com uma arma de fogo. O tiro atingiu, na altura do quadril, a professora Rosileide Queiroz de Oliveira, de 38 anos, que estava de costas. Havia 25 alunos no local. David saiu da sala e disparou contra a própria cabeça.
    O aluno e a professora foram socorridos com vida. David foi levado para um hospital da região e morreu às 16h50. A professora foi socorrida pelo helicóptero águia da Polícia Militar e internada no Hospital das Clínicas em São Paulo. Ela se encontra fora de perigo, segundo a prefeitura de São Caetano do Sul.
    O secretário de Segurança Pública de São Caetano do Sul, Moacyr Rodrigues, disse que o revólver calibre 38 usado pelo menino é do pai dele, um guarda civil municipal. Ainda segundo o secretário, a arma não pertence à corporação. O pai já prestou depoimento.

    http://g1.globo.com

    Esse caso me chamou muita atenção não só pelo crime em si, mas pela idade do garoto. Como uma criança faz uma coisa dessas? O que aconteceu para ele fazer o que fez? Essas são algumas das perguntas que esse caso desperta na gente.
    Será mesmo que a causa desse fato foi só o grave desequilíbrio psíquico? Mesmo assim ele foi descrito como sendo calmo, estudioso, sem registros de bulling ou violência, não jogava jogos violentos, mas gostava de brincar de pega-pega, queimada, esconde- esconde. Ele também havia dito ao colega que um dia ainda mataria a professora e depois se mataria.
    Até hoje ainda não encontraram causas mais convincentes para o ato do menino e foi por isso que eu escolhi esse fato, pois como muitos dizem que a a violêcia ecolar é causada pelos jogos violentos,por influência de gangues, drogas, e nesse foi diferente.
    Para mim a solução é dialogar bastantes com as crianças, explicando o certo e o errado, realizar projetos que incentivem o bom relaionamento entre professores e alunos, e acima disso tudo, não deixar armas no alcance das crianças.

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  52. Data: 18 de junho
    Cidade: Suzano
    Ocorrência: uma professora foi agredida por um aluno depois de ter colocado o mesmo para fora da sala. Houve discussão e ela ficou com um grande hematoma no olho esquerdo.
    Data: 3 de julho
    Cidade: Piraju
    Ocorrência: diretora de colégio tem carro incendiado na garagem de casa. Dias antes ela registrou boletim de ocorrência contra um dos supostos envolvidos no incêndio, aluno de sua escola."
    esses casos não occorrem não so de alunos para professores e tambem de alunos com alunos então eu echo que pra resolver esses problemas de agressões nas escolas os alunos tem que se respeitarem e os alunos e professores ter relacionamentos bons.
    João Paulo Renato

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  53. Sem problemas Eloise, que bom que conseguiu!
    Beijos!
    Profª Luciane

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  54. Vicente Vaz 9 ano B11 de outubro de 2011 08:43

    Os meses de junho e julho foram marcados por atos violentos contra professores e funcionários de escolas públicas paulistas. Alunos são suspeitos de incendiar o carro de uma diretora, funcionária foi pisoteada por alunos, outra teve o cabelo queimado com um isqueiro e em São Bernardo do Campo, em uma escola municipal, uma professora perdeu parte do dedo indicador quando tentava trazer de volta para a sala de aula um aluno que se escondeu no banheiro.

    Os alunos estão cada vez mais violentos, e quem sofre com isso são as pessoas que tentam dar uma educação pra eles. Muitos reagem de maneira agressiva batendo, cortando, agredindo a pessoa de varias formas. A violência deixa traumas emocionalmente para quem foi agredido, quem foi agredido muitas vezes fica traumatizado e não quer voltar para a sala de aula. Uma solução é expulsar todos aqueles que não querem ser educados pra que assim não atrapalhe a educaçao do resto das pessoas.

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  55. Violência nas escolas

    o Mais de metade dos alunos inqueridos são do sexo feminino (53.0%);
    o 25.7% dos jovens afirmaram terem estado envolvidos em comportamentos de violência, tanto como vitimas, provocadores ou duplamente envolvidos;
    o As vítimas de violência são maioritariamente masculinas (58.0%);
    o Os inqueridos que se envolveram em comportamentos de violência em todas as suas formas situavam-se nos 13 anos de idade;
    o Os jovens provocadores de violência são aqueles que têm hábitos de consumo de tabaco, álcool e mesmo de embriaguez. Também são os que experimentaram e consumiram drogas no mês anterior à realização do inquérito;
    o Quanto às lutas, nos últimos meses anteriores ao inquérito, 19.08% dos jovens envolveram-se em comportamentos violentos;
    o Os vitimados pela violência, são os que andam com armas (navalha ou pistola) com o intuito da sua própria defesa;
    o Os adolescentes que vêem televisão quatro horas ou mais por dia são os que estão mais frequentemente envolvidos em actos de violência;
    o As vítimas e os agentes de violência não gostam de ir à escola, acham aborrecido ter que a frequentar e não se sentem seguros no espaço escolar;
    o Para os actores de violência a comunicação com as figuras parentais é difícil;
    o 16.05% das vítimas vive em famílias monoparentais e 10.9% dos provocadores vive com famílias reconstruídas;
    o Quanto aos professores, os alunos sujeitos e alvos de violência consideram que estes não os encorajam a expressar os seus pontos de vista, não os tratam com justiça, não os ajudam quando eles precisam e não se interessam por eles enquanto pessoas;
    o Em relação ao relacionamento entre grupo de pares, estes adolescentes referem a pouca simpatia e préstimo e não-aceitação por parte dos colegas de turma, a dificuldade em obter novas amizades, ausência quase total de amigos íntimos.

    Caso : Na escola municipal Professora Alcina Dantas Feijão, em São Caetano do Sul (Grande São Paulo), uma criança de 10 anos entrou armada, atirou em uma professora em plena sala de aula e, em seguida, matou-se com um tiro na cabeça.

    Comentário: Os motivos que tem mais influencia sob esse tipo de comportamento dos jovens são brigas dentro de casa, desentendimentos, alcoolismo, ausência dos pais, o despreso pelo colegas,drogas ou falta de amizades. Esses fatores faz com que os adolescentes que passam por isso se sintam culpados,despresados , levando a cometer alguns desses atos como a violencia física ou verbal,dentro das escolas.

    Carol Ribas , 9 A .

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  56. Lucas De Melo - 9°b16 de outubro de 2011 16:16

    Nas Escolas Brasileiras Estão ocorrendos varios casos de violencia escolar,como o bullyng físico ou psicologico.Geralmente ocorre nas escolas que tem menos condiçoes e incentivos contra o bullyng.
    Na minha opnião o bullyng ocorre por varios motivos, como a falta de prevenção,o convivio familiar e o incentivo.ja ocorreram varios casos no Brasil, e todo dia essse numero cresce.

    A Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa registou 34 casos de violência escolar no primeiro trimestre deste ano e 23 no segundo trimestre, com um total de 57 casos, numa recolha de informação sobre fenómenos criminais previstos na Lei de Política Criminal.

    Destes 57 casos, a maior incidência verificou-se no Círculo de Almada, com 21 casos. A Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL) adianta que no terceiro trimestre se registaram "apenas 10 casos".

    Paralelamente, a violência contra profissionais de saúde averbou quatro inquéritos no primeiro trimestre, dois no segundo trimestre. O terceiro trimestre registou seis novos casos.

    Os casos de violência contra idosos foram 22 no primeiro trimestre e 29 no segundo. O 3º trimestre registou 17 novos casos.

    A violência contra deficientes registou dois novos casos no terceiro trimestre, face aos sete do primeiro semestre.

    Quanto a crimes contra crianças (que não de natureza sexual), a PGDL refere que há 94 novos casos registados no terceiro trimestre (no primeiro semestre tinham sido 296).
    17/10/2008

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  57. Morre estudante de 11 anos por comer biscoito envenenado por colegas

    Emerson Gomes da Silva, 11, morreu na quinta-feira (9) porque comeu biscoitos envenenados com o veneno de rato Chumbinho por duas colegas de classe, uma de 12 anos e outra de 13. Ele teve convulsões e chegou a ser internado em um hospital público.
    Era aluno da escola municipal Alberto Luís Russo, em Jaboatão dos Guararapes, cidade de 644 mil habitantes da região metropolitana de Recife (PE).
    A polícia descobriu que as meninas pediram a Emerson para que entregasse os biscoitos a duas colegas da escola, mas ele decidiu comê-los.
    As meninas já teriam tentado matar as colegas com refrigerantes e salgadinhos envenenados em uma disputa de popularidade na escola, de acordo com a polícia.
    O caso chocou a cidade. A escola suspendeu as duas alunas e a Justiça ainda não decidiu como puni-las.


    Causas e Soluções:

    Causas da violência nas escolas muitas vezes é por causa de competições entre eles, falta de presença dos pais na vida escolar de seus filhos, uso de drogas, violência doméstica ou notas baixas. Uma solução deveria separa pessoas que querem estudar em uma sala e as que não querem em outra

    Aluno: Felipe Gomes 9 ano A

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  58. João Victor Vieira de Carvalho 9º ano B20 de outubro de 2011 20:30

    SÃO PAULO - As brigas nas escolas viraram caso de polícia, em Jundiaí, a 65 km de São Paulo. Em menos de um mês, nove casos de violência foram registrados em apenas uma delegacia da cidade com cerca de 350 mil habitantes. Nesta terça-feira um homem foi espancado ao tentar ajudar um estudante que estava sendo agredido por outros alunos.

    A mãe do estudante está decidida. Vai transferir o filho para outra escola. É o terceiro registro de violência este mês na Escola Estadual Professor Adoniro Ladeira. E o comportamento agressivo não atinge apenas alunos. Professores também são intimidados.

    A secretaria estadual da Educação não tem uma estatística da violência nas escolas. O sindicato dos professores também não. Mas a gravidade do assunto chamou a atenção da polícia, em Jundiaí, que resolveu fazer um levantamento. Somente em um mês, o distrito da área, registrou oito queixas de pais de estudantes por causa de agressões. Durante as investigações, a polícia descobriu a atuação de vários grupos nas escolas.

    Para tentar conter a violência nas escolas, a secretaria estadual de Educação criou o novo cargo de professores mediadores. Ao todo, serão mil profissionais escolhidos para trabalhar nas unidades onde há maior registro de agressões. Na região de Jundiaí, haverá mediadores em 20 escolas. Para os pais e professores, a medida chega como esperança de que a tranquilidade faça parte da rotina de estudos dos filhos.
    joão Victor V. de Carvalho 9 ano B

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  59. Lhucas Tenório 9º ano A23 de outubro de 2011 22:14

    Notícia:

    MENINO DE 10 ANOS ATIRA EM PROFESSORA E DEPOIS SE MATA EM SÃO PAULO

    Um menino de 10 anos atirou na professora e depois se matou dentro de uma escola na região do ABC Paulista.Quase dois mil alunos estudam na escola municipal Alcina Dantas Feijão, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo.

    Faltavam dez minutos para as 16h, segundo informação da própria prefeitura, quando David Mota Nogueira, de 10 anos, disparou com uma arma de fogo. O tiro atingiu, na altura do quadril, a professora Rosileide Queiroz de Oliveira, de 38 anos, que estava de costas. Havia 25 alunos no local. David saiu da sala e disparou contra a própria cabeça. O aluno e a professora foram socorridos com vida. David foi levado para um hospital da região e morreu às 16h50. A professora foi socorrida pelo helicóptero águia da Polícia Militar e internada no Hospital das Clínicas em São Paulo. Ela se encontra fora de perigo, segundo a prefeitura de São Caetano do Sul.
    O secretário de Segurança Pública de São Caetano do Sul, Moacyr Rodrigues, disse que o revólver calibre 38 usado pelo menino é do pai dele, um guarda civil municipal. Ainda segundo o secretário, a arma não pertence à corporação. O pai já prestou depoimento.

    =-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=

    Os casos de violência escolar no Brasil são muitos e vão aumentando a cada dia. Segundo pesquisas realizadas atualmente, 28% dos alunos do Brasil já sofreram violência escolar e é por isso que devemos se preucupar tanto com esse assunto.
    Quais são as causas da violência escolar? Normalmente as causas desse grave problema é a influencia de guangues, drogas, desentendimentos, criminalidade, preconceito e muitas vezes é a ausência dos pais na vida dos filhos. O que podemos fazer para acabar com isso? Devemos nos conscientizar e não só ficar reclamando, e sim realizar algo para que isso possa acabar como fazer campanhas e denunciar não só a violêcia escolar e também essa robalheira de dinhero público porque a escola se aprende a ser alguem na vida e não a ser um marginal.

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  60. ESCOLAS ADOTAM MEDIDAS POLÊMICAS PARA CONTER VIOLÊNCIA ENTRE ALUNOS

    “(...) No Amazonas, câmeras instaladas nas escolas de Manaus vigiam os alunos. Em Mato Grosso do Sul, alunos violentos cumprem medidas disciplinares. O rapaz que matou aula e discutiu com o professor vai ficar dez dias limpando o jardim. Outro jovem que bateu em um colega na aula vai capinar o pátio. Todo castigo é aplicado com a autorização dos pais. (...)”

    “(...) Em Vila Velha, no Espírito Santo, as câmeras de segurança flagraram uma briga na quadra. Um aluno ameaça o colega com um canivete. Ninguém se feriu. A violência escolar levou à criação de um botão do pânico, instalados em 50 escolas. Em qualquer situação de perigo, basta apertar o botão e acionar a central de vigilância. Imediatamente a polícia é chamada.”

    “No Paraná, a hora do recreio era um perigo nesta escola no município de Toledo. Para acabar com as brigas e até o tráfico na escola, uma medida extrema. Há quatro anos, os alunos estão sem recreio. No intervalo, ficam em sala de aula. A medida foi tomada com aprovação dos pais.”

    “Foi-se o tempo em que ir para sala do diretor era o suficiente para resolver os problemas entre alunos.”

    As causas são variadas e de todos os lados, há vítimas e agressores:
    • pode ser algum aluno vendendo drogas na escola e como punição por não ter pago, o aluno que comprou pode ser agredido dentro da escola;
    • pode ser também um aluno com problemas na família e que para chamar atenção faz confusões na escola;
    • um aluno que já vem recebendo ameaças e sofrendo bulling, a diretoria da escola faz vista grossa e quando o aluno não agüenta mais, acaba agredindo alguém.

    Essas atitudes são conseqüências de uma geração de pais que não se importam muito com a educação ética e moral e com o desaparecimento das matérias EMC (Educação Moral e Cívica) e OSPB (Organização Social e Política Brasileira) que lecionavam a postura, o respeito ao próximo, valores éticos, morais e sobre a obrigação do governo nas escolas.

    As soluções, a curto prazo; ter alunos agressivos em observação e com acompanhamento de psicólogo especializado para descobrir a causa da agressividade.

    A longo prazo; adicionar uma matéria para ensinar valores para os alunos e evoluir a educação no país para extinguir favelas e vilas do tipo, isso mexeria em uma toda estrutura do país, isso gera muita discussão, mas vou comentar um pouco sobre;

    Esse processo diminuiria o desemprego, além de ter mais base administrativa tanto para o mercado, quanto para com o país, pois o presidente estaria mais preparado, empregadores, e teríamos uma reestruturação do mercado externo. Assim, poderemos fazer coisas que não podíamos por falta de mão de obra especializada, melhoraria a acessibilidade da população para produtos que seriam fabricados no país e assim diminuindo o custo e valorizando o real.

    Isso só não acontece porque os políticos de hoje são extremamente despreparados e se outorgarem restrições para cargos políticos em termos intelectuais mexeria com planos incógnitos de partidos, e como a grande massa da população não tem conhecimento suficiente (por motivos já citados) fica por assim dizer.

    L.A.W.

    Leone Andrade WAnderley

    9º ano B

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  61. Arthur Bispo - 9º ano B

    "O estudante Hamilton Loyola Caires, 23, ficou chateado com as suas notas e por isso, de acordo com testemunhas, matou o professor Kássio Vinícius Castro Gomes, 39, no início da noite de ontem no Instituto Metodista Izabela Hendrix, em Belo Horizonte, Minas.
    Depois de ter atingido o professor com facadas no peito e no pescoço, Loyola fugiu de moto. Seu irmão disse que ele é usuário de drogas. O rapaz está no 5º período do curso de educação física.

    Wagner Pinto, chefe da DCcV (Divisão de Crimes Contra a Vida), disse que as imagens do circuito interno de segurança da escola registraram o momento do ataque. “O aluno caminhou em direção ao professor, tirou da mochila uma faca e o atingiu no tórax, sem chance de defesa.”
    A direção do estabelecimento emitiu nota com a informação de que tem dado apoio à família do professor e colaborado com a polícia."

    Quando fui pesquisar o que mais me chamou a atenção foi que hoje a violência na escola não é só dos jovens, mais até um maior de idade pratica esse tipo de violência (como é retratado no trecho), outro tipo de violência que eu achei foi a violência do professor com o aluno (como vai ser mostrado no trecho abaixo) já que uma pessoa que vive com crianças devia saber lidar com a paciência diante delas...
    Na terça-feira (4), um professor de ensino religioso de 28 anos deu um soco na boca de um estudante de 13 anos da 5ª série do Colégio Estadual Francisco Lima da Silva, em Cascavel, no oeste do Paraná.
    "Vander Piaia, responsável pelo NRE (Núcleo Regional de Educação) da cidade, informou que o professor pediu demissão na quarta-feira, quando soube do seu afastamento para que fosse apurado o que tinha ocorrido.
    Piaia disse que o pedido de demissão não vai livrar o professor de um eventual processo jurídico.
    Leonior Ângela de Bona, diretora auxiliar da escola, disse ao portal G1 que orientou a família do estudante a registrar um B.O. (Boletim de Ocorrência) na polícia. Ela informou que era o primeiro dia de aula do professor.
    O professor teria dito que perdeu a paciência diante da bagunça dos estudantes. Leonior admitiu essa possibilidade porque provavelmente a classe estava testando-o, mas disse que nada justifica a agressão ao estudante.

    “Orientamos a família a levar o menino para fazer exame de Corpo de Delito e entrar com um processo”, disse ela. “Tomamos as medidas administrativas, e recorrer à Justiça já não cabe a nós.”"

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  62. 1ª etapa

    Sabrina Barbosa 9º ano B

    Violência física: é qualquer ato contra a integridade ou saúde corporal da vítima.

    Violência psicológica: é qualquer ação que cause prejuízo psicológico, como humilhação, chantagem, insulto, isolamento, ridicularizará. São também considerados dano emocional e controle de comportamento da mulher.

    Violência sexual: é aquela que força a mulher presenciar, manter ou participar de relação sexual indesejada. Impedir o uso de método contraceptivo ou forçá-la à gravidez, aborto ou prostituição mediante força ou ameaça, também se enquadram neste tipo.

    Violência patrimonial: São situações quando o agressor destrói bens, documentos pessoais e instrumentos de trabalho.

    Violência moral: Caluniar, difamar ou cometer injúria contra a mulher. Ofender uma pessoa, pressioná-la psicologicamente, inferiorizá-la perante a uma outra pessoa ou em um grupo, levá-la a fazer coisas que lhe causam constrangimento e mágoas por muito tempo são alguns tipos de violência moral.

    A violência moral acontece de várias formas e em diferentes ambientes. É inegável que este tipo de violência vem crescendo significativamente, e acontece dentro das famílias, no trabalho, nas escolas, ocasionando uma série de conseqüências que repercutem tanto na vida profissional, quanto pessoal do indivíduo. Geralmente, este tipo de violência é praticado por chefes, empregadores, pais de família, (ou aquele que detém o "poder" dentro de casa), que se sentem no direito de usar tais artifícios a fim de colocar o indivíduo na condição de submisso, usando do poder para constranger e persuadir. O assediador utiliza-se da sua liderança como uma forma de punição, reprimindo o individua e colocando-o em uma situação inferior. Uma vez implantado o assédio moral, com a dominação psicológica do agressor e a submissão forçada da vítima, a dor e o sentimento de perseguição passam para a esfera do individual sem uma participação do coletivo, marcado pelo cansaço, ansiedade, depressão, estresse, e trazendo uma série de conseqüências muitas vezes irreversíveis para o indivíduo. Se pensássemos mais, se refletíssemos mais no que isso pode causar pensarmos nos resultados que determinados tipos de palavras e/ou ações podem gerar, se nos colocássemos no lugar da pessoa a qual estamos nos referindo, chegarmos a ela e pedirmos perdão por determinadas palavras que falamos ou algo que fizemos contra ela, poderíamos diminuir este tipo de violência.
    Quantas famílias estão sendo destruídas por causa de uma palavrinha que desencadeou uma porção de conflitos e problemas dentro de um lar.
    Para acabarmos com esses tipos de violência sejam elas quais forem, devemos ter amor ao próximo, carinho ao próximo, tendo formas de sempre melhorar todas as situações.

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  63. 2ª etapa
    Sabrina Barbosa 9º ano B

    Hoje em dia nas escolas de todos os cantos dos países, não só os alunos mais também os professores estão sofrendo agressões físicas, morais, um dos maiores problemas enfrentados pelos professores é quando um aluno recebe sua nota e não fica feliz, tendo assim a reação de alunos com grande violência, querendo matar o professor, querendo batê-lo, querendo atiras nos professores que não tem culpa.
    Se um aluno agride física e moralmente um professor, o máximo que pode acontecer é ele receber uma advertência; porém, se um professor insinuar levantar um dedo para um aluno, com certeza as conseqüências serão desastrosas.
    Você quer saber a causa? Falta de estrutura familiar, muitas vezes falta de preparo do professor e principalmente falta de disciplina e educação, coisa que infelizmente falta às nossas crianças. É o chamado tudo pode por se tratar de uma criança.
    As crianças chegam às escolas, oriundas de famílias desestruturadas, moralmente, financeiramente e sem nenhuma referência positiva; não tem como ser diferente. Levam para dentro da sala de aula, todos os vícios trazidos de casa e da rua. Valorizar mais o professor e quando houvesse algum desentendimento não achar, como acontece que o professor tem que tolerar tudo e que o aluno sempre está certo.
    Outros casos também é o aluno é um tipo de “nerd” que é muito aplicado aos estudos, uma pessoa que não participa de festas, nunca esta integrado no grupo de alunos, ou até a maioria das vezes gays, os que praticam a violência ficam querendo “zoar” com a cara dessas pessoas tendo reações de violência física ou moral.
    Esses tipos de violência devem ser tratados de forma em que os pais conversem com os filhos para verem o que está acontecendo para tentar melhorar em todos os sentidos, entre alunos e professores.Na maioria das vezes o bullying é causado por 3 fatores principais:
    1. Sentimento de Superioridade; 2. Sentimento de impunidade; 3. Transtorno de caráter.
    O alvo de quem comete o bullying geralmente é:
    1. Pessoas tímidas; 2. Pessoas sem envolvimento social; 3. Pessoas de grupos diferentes;
    4. Pessoas que não se submetem facilmente.
    Os principais atos do bullying são:
    • Apelidar;
    • Ameaçar;
    • Agredir;
    • Hostilizar;
    • Ofender;
    • Humilhar;
    • Discriminar;
    • Excluir;
    • Isolar;
    • Intimidar;
    • Perseguir;
    • Assediar;

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  64. Estudante atira em professora e se mata
    Do Diário OnLine
    94 comentário(s)
    Um aluno armado entrou por volta das 15h50 desta quinta-feira na Escola Municipal de Ensino Professora Alcina Dantas Feijão, no bairro Nova Gerty, em São Caetano, e baleou uma professora. Em seguida, a criança atirou contra a própria cabeça e morreu.

    Confira aqui imagens do caso.

    Rosileide Queiros de Oliveira, 38 anos, foi socorrida e levada ao Hospital das Clínicas, na Capital. Ela foi atingida na região posterior, do lado esquerdo, na altura do quadril, e sofreu uma fratura na patela direita. Segundo a Prefeitura, ela deve passar por uma cirurgia, pois a bala está alojada entre o reto e o útero.

    Já David Mota Nogueira, 10 anos, aluno do 4º ano do Ensino Fundamental, chegou a ser socorrido com vida no Hospital de Emergência Albert Sabin, em São Caetano, mas não resistiu e morreu após duas paradas cardíacas. O corpo, que passava por perícia, foi liberado por volta das 20h.

    David é filho do GCM (Guarda Civil Municipal) Nilton Evangelista Nogueira. Ele teria pegado a arma escondido do pai - um revólver calibre 38 que está registrado e cuja numeração não está danificada.

    Segundo o Secretário de Segurança de São Caetano, Moacyr Rodrigues, Nogueira trabalha há 14 anos na corporação e tem uma conduta exemplar. "Essa foi uma ação isolada", disse.

    Em coletiva à imprensa, o capitão Robinson Castropil, do 6º batalhão da PM de São Caetano, afirmou que os alunos acabavam de voltar do intervalo quando David pediu para ir ao banheiro. Quando voltou, o garoto já estava com a arma em punho. Ele atirou na professora e, em seguida, correu para um corredor próximo, onde disparou contra ele mesmo. No momento do crime, 25 alunos estavam dentro da sala de aula.

    Ainda segundo colegas, David tirava boas notas e não tinha desavenças com a professora alvejada, que é muito querida por todos da escola.

    Os pais de David deixaram por volta das 19h o Hospital de Emergência Albert Sabin. A mãe, estava muito abalada e teve de ser medicada. O casal não quis falar com a imprensa.

    De acordo com os funcionários, amanhã a escola ficará fechada.

    O helicóptero Águia, da PM (Polícia Militar), foi enviado ao local por volta das 16h30. Diversas viaturas da polícia, da GCM e do Corpo de Bombeiros se posicionaram em frente à escola depois do incidente.

    O caso será registrado no 3º DP (Distrito Policial) de São Caetano.

    A instituição é conhecida pelo ensino de qualidade. Em 2010, obteve a melhor nota no ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) entre as escolas públicas não-técnicas do Estado de São Paulo. (Com informações de Bruna Gonçalves, Maíra Sanches e Willian Novaes)

    Comentario:
    A violencia nas escolas é algo realmente preocupante, porque na maoioria das vezes envolve seres humanos, ainda no proscesso de formação do caracter, além de transforamar essas pessoas que vivenciaram isso em copiadoras de violencia gratuita.
    Eu acho que o melhor metodo pra solucionar problemas desse tipo, ainda é a concientização, e uma melhr relação interpessoa entre professor e aluno, já que essas agreções, são frutos de conflitos mal resolvidos na sala de aula.

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  65. tia Lú, o trabalho foi muito proveitoso para a nossa aprendizagem e gostei bastante.Espero tirar uma boa nota pois aprendi com esses assuntos sociais.Aprendi bastante com esses quesitos tendo assim portanto uma base social.Porém espero que o blog continue na ativa!muitos beijos,te adoro!

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  66. Lucas Menezes 9ºB

    Um menino de 6 anos foi agredido por um adolescente de 14 no Colégio de São Bento, um dos mais tradicionais do Rio, na quinta-feirq passada. A briga virou caso de polícia.
    Polícia intimou a supervisora. Baseada em relatos do filho e de dois amigos, a advogada Viviane Azevedo, 34, conta que o menino brincava no pátio da escola quando o adolescente passou, com mais três amigos.

    Segundo ela, o filho perguntou se podia brincar com eles. Como resposta, recebeu xingamentos e agressões: foi derrubado três vezes no chão, batendo com a cabeça.

    Esse tipo de agressão não pode ser tolerado, pois isso é um ato de covardia, um mais velho bater em um mais novo,para incentivar-los a não praticar esse tipo de violência as escolas poderia fazer trabalhos educativos .

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  67. Professor de ensino religioso dá soco na boca de estudante de 13 anos
    Na terça-feira (4), um professor de ensino religioso de 28 anos deu um soco na boca de um estudante de 13 anos da 5ª série do Colégio Estadual Francisco Lima da Silva, em Cascavel, no oeste do Paraná.

    Vander Piaia, responsável pelo NRE (Núcleo Regional de Educação) da cidade, informou que o professor pediu demissão na quarta-feira, quando soube do seu afastamento para que fosse apurado o que tinha ocorrido.

    Piaia disse que o pedido de demissão não vai livrar o professor de um eventual processo jurídico.

    Leonior Ângela de Bona, diretora auxiliar da escola, disse ao portal G1 que orientou a família do estudante a registrar um B.O. (Boletim de Ocorrência) na polícia. Ela informou que era o primeiro dia de aula do professor.

    O professor teria dito que perdeu a paciência diante da bagunça dos estudantes. Leonior admitiu essa possibilidade porque provavelmente a classe estava testando-o, mas disse que nada justifica a agressão ao estudante.

    “Orientamos a família a levar o menino para fazer exame de Corpo de Delito e entrar com um processo”, disse ela. “Tomamos as medidas administrativas, e recorrer à Justiça já não cabe a nós.”

    Rio terá 600 professores de religião para ensinar 'valores morais'.
    setembro de 2011


    Comentário: A violência nas escolas tem aumentado cada vez mais. Estamos vivendo em um mundo no qual qualquer tipo de agressão é normal, mas isso está errado. A minha opinião é que nenhum aluno ou professor tem direito de bater ou agredir verbalmente ninguém, a palavra respeito está perdendo significado. Se isso acontece, todos acharão que a escola é o pior lugar do mundo, se o professor agredir o aluno, as outras crianças irá se traumatizar, e vice-versa. Hoje em dia é comum acontecer casos de violências nas escolas, e elas acontecem por vários motivos. Eu acredito que os motivos que levam a essa agressão são vários, pois cada vez mais acontecem ameaças de alunos contra professores por não terem alcançado uma boa nota. Também ouvimos falar de muitos casos onde professores agridem alunos, como é o caso citado na reportagem. Como solução eu acho que deveria haver palestras educativas e penalidades mais severas para as pessoas que praticarem esse tipo de abuso, pois quando a conseqüências a pessoa tem medo de praticar. Porém tem que haver coma conscientização de todos. Escola é para estudar, não algum tipo de terceira guerra mundial. Alerto que se algum aluno sofre violência ou professor deve denunciar sem pensar duas vezes. Está na hora de acabar com tamanha crueldade.

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  68. Morre estudante de 11 anos por comer biscoito envenenado por colegas

    Emerson Gomes da Silva, 11, morreu na quinta-feira (9) porque comeu biscoitos envenenados com o veneno de rato Chumbinho por duas colegas de classe, uma de 12 anos e outra de 13. Ele teve convulsões e chegou a ser internado em um hospital público.

    Era era aluno da escola municipal Alberto Luís Russo, em Jaboatão dos Guararapes, cidade de 644 mil habitantes da região metropolitana de Recife (PE).

    A polícia descobriu que as meninas pediram a Emerson para que entregasse os biscoitos a duas colegas da escola, mas ele decidiu comê-los.

    As meninas já teriam tentado matar as colegas com refrigerantes e salgadinhos envenenados em uma disputa de popularidade na escola, de acordo com a polícia.

    O caso chocou a cidade. A escola suspendeu as duas alunas e a Justiça ainda não decidiu como puni-las.

    CONFIRMAÇÃO - atualização em 16 de junho de 2011

    As duas meninas confirmaram que colocaram Chumbinho nos biscoitos, informou Mariana Vilasboas, titutlar da delegacia de Crimes contra Crianças e Adolescentes. Elas foram enviadas ontem (15) a uma entidade de internamento provisória.




    A violências nas escolas está cada vez mais presente nos dias de hoje. Seja violência física ou verbal, as crianças estão com um comportamento cada vez pior. A maioria delas, reflete o que vivenciam em casa com a família na escola, mas tem outros que fazem isso por ter algum tipo de problema, seja de inferioridade, de baixa estima, etc, eles fazem isso com a intenção de se sentirem melhor. O que não dá mais, é quem sofre as agressões ficar calado, tem que falar, para que alguma atitude seja tomada.




    Joanna Santrovitsh Derzie, 9°B

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  69. A violência nas escolas do Brasil preocupa cada vez mais alunos, pais e professores. Quem estuda nos colégios particulares é protegido por um esquema que inclui câmeras, crachás eletrônicos e vigias disfarçados. Nas escolas públicas, é a polícia que garante a segurança dos alunos, mas apenas do lado de fora. Só que as ameaças, há muito tempo, já ultrapassaram os muros.

    Medo ou vergonha? Protegida pela sombra, a professora esconde o rosto, mas não o cabelo queimado por um aluno. O caso aconteceu em uma escola de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Mas poderia ter ocorrido em qualquer sala de aula do país. As escolas nunca estiveram tão vulneráveis à violência.

    A violencia nas escola pode ser decorrente de diversos aspectos , envolvendo desde a propria familia dos estudantes ou ate mesmo as companhias que eles tem dentro ou fora da escola , que podem leva-los para outros caminhos tornando-os marginais, vitimas das drogas.Tais aspectos esses que podem levar os alunos vitimas de influencia dentro ou fora da escoal a cometer atrocidades com colegas e até mesmo professores, essas são as principasi caracteristicas de violencia escolar.Não pode-se deixar de lembrar que a violencia escolar pode ser associada a bullyng muitas vezes grupoos de jovens resolvem atacar uma unica vitima , descriminando-a pela cor, opção sexual ou outros aspectos , muitos casos estão sendo julgados pela justiça a violencia nas escolas tem que acabar

    Aluno : Paulo Vinicius 9º ''B''

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  70. SÃO PAULO - O professor de Educação Física, Kássio Vinícius Castro Gomes, de 39 anos, foi morto a facadas, no início da noite de terça-feira, 8, por um de seus alunos no interior do campus do Instituto Metodista Izabela Hendrix localizado na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte(MG).
    O irmão de Loyola disse à polícia que o rapaz é usuário de drogas. Acredita-se que o motivo do crime seja a insatisfação do aluno com as notas recebidas de Castro. Ainda de acordo com as testemunhas, o suspeito teria fugido em uma moto após o crime, deixando a faca caída próxima à vítima.

    A violência escolar, é uma coisa realmente absurda, pois o aluno devia estar satisfeito, por ter uma chance de estudar, e poder melhorar o seu futuro. Mas não é isso que acontece, em vez de esforçarem, para não tirar notas baixas, eles colocam a culpa nos professores, e descontam em alguns alunos. As vezes, alguns alunos levam armas em escolas públicas para serem respeitados, e em alguns casos, eles usam essas armas, tanto como um aviso, ou para matar mesmo. O Brasil, deveria ter uma lei, onde todas as mochilas sejam vasculhadas, e o detector de metais obrigatório, mas não são todas as escolas que tem essas condições, por isso a violência escolar ocorre hoje, tanto no Brasil, como em todo mundo.
    André Heidi Horita 9ºA

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  71. Os casos de violência nas escolas e a falta de limite dos estudantes aumentam a cada dia, Um exemplo claro disso foi o que aconteceu na noite de quinta feira em uma escola em Contagem, na região Metropolitana. Um aluno que cursa o sexto ano, chutou e ameaçou de morte a diretora depois de ser advertido por mau comportamento. Esse tipo de agressão ocorre também por indisciplina e rebeldia, mas também ocorre pela deficiência escolar em lidar com os problemas sociais dos alunos. As soluções são: aproximar a escola e a família, melhorar a assistência profissional na escola e a segurança.
    Vitória Sousa Regô 9º ano A

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  72. Luis Gustavo Rodrigues Oliveira 9ºA6 de novembro de 2011 15:08

    Por não aceitar uma uma nota baixa, o estudante de auxiliar de enfermagem Rafael de Souza Ferreira, 23, em Porto Alegre (RS), agrediu a professora Jane de Leon Antunes a socos e cadeiradas. O rapaz quebrou os dois braços dela e dentes, além de feri-la no rosto.
    Ferreira, que é instrutor de jiu-jitsu, compareceu esta tarde à polícia e negou ter agredido a professora. Ele contou a versão de que reagiu a um segurança que o impediu de sair da sala da aula e uma cadeirada acabou atingindo a Jane.

    Jane contou aos jornalistas que Ferreira tinha um bom histórico escolar. Participava das aulas com interesse e tirava boas notas, mas ficou furioso com uma nota C.

    “Ele me disse que gostava muito de mim, mas que ia me punir”, disse. Falou que desmaiou. “Quando eu desacordei na segunda cadeirada ele veio com os punhos, veio me soquear, foi quando perdi os dentes.”

    Ela não sabe se volta para a escola, que é particular, porque teme que Ferreira, embora já expulso dali, possa voltar. “Eu gostaria que ele fosse preso.” Falou que o seu marido não quer que ela volte a dar aulas.

    O delegado Fernando Soares, que está cuidando do caso, disse que o estudante de enfermagem vai ter de responder na Justiça por tentativa de homicídio.

    Fonte: http://www.paulopes.com.br/2010/11/estudante-de-enfermagem-agride.html

    Os casos de violência nas escolas devem ser punidos severamente para que não se repitam, agredir uma pessoa por estar insatisfeito com algo, como cita o texto acima, é desumano e deve ser imediatamente denunciado para que o índice de violência nas escolas seja diminuído.

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  73. Realmente a violência nas escolas é algo assustador que ocorre sem qualquer impedimento por parte das autoridades,como:diretores,professores e etc. Talvez o medo deles é justificado,pois são muitas vezes vítimas de tal violência. Ultimamente vemos casos a cada dia mais crescendo,recentemente um garoto com a arma de seu pai mato uma professora . Precauções devem ser tomadas ,como: revistas em bolsas;guardas municipais em escoltas; Isso deve ser feito com rapidez e com a colaboração dos alunos e pais.
    Rayanne 9º ano B

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  74. Os meses de junho e julho foram marcados por atos violentos contra professores e funcionários de escolas públicas paulistas. Alunos são suspeitos de incendiar o carro de uma diretora, funcionária foi pisoteada por alunos, outra teve o cabelo queimado com um isqueiro e em São Bernardo do Campo, em uma escola municipal, uma professora perdeu parte do dedo indicador quando tentava trazer de volta para a sala de aula um aluno que se escondeu no banheiro.

    A violência e as violações dos direitos humanos no Brasil, sobretudo as que, de alguma forma, comprometem a vida e a integridade física do indivíduo, estão entre as grandes preocupações das populações das grandes cidades. Hoje, a violência vivida nos grandes centros e estampada nas principais manchetes dos veículos de comunicação manifesta-se por meio de diversos agentes e sob as mais diferentes formas. Dentre os números da violência urbana, policial e familiar, o Brasil e muitos outros países enfrentam também as estatísticas da violência escolar, que acontece no interior das instituições de ensino. Esse tipo de violência, quando põe em risco a ordem, a motivação, a satisfação e as expectativas dos alunos e do corpo docente, tem efeitos graves sobre as escolas, contribuindo para o insucesso dos propósitos e objetivos da educação, do ensino e do aprendizado. Como acontece com a sociedade, a escola não está imune à violência social e acaba sendo um espelho dessa realidade. Diante de um ambiente conturbado e vulnerável, a escola perde suas características e funções essenciais de educação, socialização, promoção da cidadania e do desenvolvimento pessoal. O Brasil não deveria achar normal um aluno levar uma faca, arma ou objeto cortante para a escola e ameaçar seus colegas e principalmente professores .
    Geovana Santana Barreto 9º ano A

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  75. Professor de ensino religioso dá soco na boca de estudante de 13 anos.
    Na terça-feira (4), um professor de ensino religioso de 28 anos deu um soco na boca de um estudante de 13 anos da 5ª série do Colégio Estadual Francisco Lima da Silva, em Cascavel, no oeste do Paraná.
    O professor disse que deu um soco no menino, pois tinha perdido a paciência com a turma. Em minha opinião não há motivos suficientes para que um professor bata em um aluno, uma provável solução seria um acompanhamento dos professores com um psicólogo.
    João Carlos – 9º A

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  76. Ocorrência:
    "O estudante Hamilton Loyola Caires, 23, ficou chateado com as suas notas e por isso, de acordo com testemunhas, matou o professor Kássio Vinícius Castro Gomes, 39, no início da noite de ontem no Instituto Metodista Izabela Hendrix, em Belo Horizonte, Minas.
    Depois de ter atingido o professor com facadas no peito e no pescoço, Loyola fugiu de moto. Seu irmão disse que ele é usuário de drogas. O rapaz está no 5º período do curso de educação física.

    Wagner Pinto, chefe da DCcV (Divisão de Crimes Contra a Vida), disse que as imagens do circuito interno de segurança da escola registraram o momento do ataque. “O aluno caminhou em direção ao professor, tirou da mochila uma faca e o atingiu no tórax, sem chance de defesa.”
    A direção do estabelecimento emitiu nota com a informação de que tem dado apoio à família do professor e colaborado com a polícia."


    Esse tipo de atitude só pode partir do meio em que as pessoas vivem e saber que se pode encontrar esse tipo de coisa no lugar onde deveria ser a segunda casa de todos nós é terrível... A escola é um lugar aonde vamos para adquirir conhecimento, mas acima de tudo EDUCAÇÃO, quem age dessa maneira não mostra nenhum tipo de educação e respeito pelo próximo, fazendo com o que os outros (amigos, professores e funcionários da escola) tenham medo de ir para o local onde deveria ser o que garante o futuro de todos nós!

    Karen Castro – 9º ano B

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