segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

2º Ano - Ensino Médio

A POPULAÇÃO BRASILEIRA


A palavra censo vem do latim census e quer dizer “conjunto dos dados estatísticos dos habitantes de uma cidade, província, estado, nação”. O Censoé a única pesquisa que visita todos os domicílios brasileiros (cerca de 58 milhões espalhados por 8.514.876,599 km²). Para conhecer a situação de vida da população em cada um dos 5.565 municípios do país. Um trabalho gigantesco, que envolve cerca de 230 mil pessoas, bem diferente da pesquisa amostral, que, como o próprio nome indica, investiga uma amostra da população e, a partir de modelos estatísticos, chega à representação do todo.

 O Censo é a principal fonte de dados sobre a situação de vida da população nos municípios e localidades. São coletadas informações para a definição de políticas públicas em nível nacional, estadual e municipal. Os resultados do Censo também ajudam a iniciativa privada a tomar decisões sobre investimentos. Além disso, a partir deles, é possível acompanhar o crescimento, a distribuição geográfica e a evolução de outras características da população ao longo do tempo.

Através do Censo, o poder público pode identificar áreas de investimentos prioritárias em saúde, educação, habitação, saneamento básico, transporte, energia, programas de assistência à infância e à velhice. E também selecionar locais que necessitam de programas de estímulo ao crescimento econômico e desenvolvimento social.

Conforme dados do Censo Demográfico de 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população total do Brasil é de 190.755.799 habitantes. Esse elevado contingente populacional coloca o país entre os mais populosos do mundo. O Brasil ocupa hoje o quinto lugar dentre os mais populosos, sendo superado somente pela China (1,3 bilhão), Índia (1,1 bilhão), Estados Unidos (314 milhões) e Indonésia (229 milhões).

Sobre a população brasileira responda a questão abaixo conforme indicação do seu nome: (caso ultrapasse os caracteres a resposta pode ser enviada em partes desde que esteja o nome do aluno em cada uma delas)

Os alunos citados a seguir deverão responder a questão 1.
- Alexandre                             - Ádrian
- Anne                                     - Andreza
- Andressa                             - André
- Breno Renan                       - Breno F 

1- Observe a imagem abaixo:
Apresente e explique os pontos negativos e positivos resultantes da diminuição da taxa de natalidade no Brasil.


Os alunos citados a seguir deverão responder a questão 2.
- Bruna Nayane                     - Bruna Caroline            - Camila S.
- Camila A.                            - Bruna M.                       - Emilly
- Camila R.                            - Daniel
- Edijailson                            - Daniely


2- O gráfico abaixo mostra a evolução da taxa de fecundidade, no período 1950 - 2000, e faz uma projeção até 2020. A tendência declinante está promovendo mudanças na estrutura da população brasileira.

 Cite e explique as razões da  queda da taxa de fecundidade no Brasil:

Os alunos citados a seguir deverão responder a questão 3.
- Gabriel Augusto                            - Fabrício                  - Hanneli
- Ingrid                                              - Gabriel P.
- Ingrid S.                                         - Gabriel V.
- Isabela                                           - Gustavo

3- Os dados do IBGE mostram que o crescimento vegetativo da população está diminuindo em todas as regiões brasileiras, tanto nas zonas rurais como nas áreas urbanas.
Apresente  e explique argumentos que justifiquem a afirmativa acima.

Os alunos citados a seguir deverão responder a questão 4.
- karen Andressa                             - Iann              - Ítalo
- Karen Letícia                                 - Iana                       
- Karina                                             - Icaro
- Kauane                                           - Igor

4- Observe as pirâmides etárias brasileiras:
Identifique e explique o que vem ocorrendo com a pirâmide etária brasileira nos últimos anos. Não esqueça de mencionar as consquências desse fato.


Os alunos citados a seguir deverão responder a questão 5.
- Kauê                                              - Janaína
- Luana A.                                        - Janine
- Luanna F.                                      - Julia
- Luisa                                              - Juliana

5- Observe o gráfico abaixo:
Explique a condição social e econômica do brasileiros. Não esqueça de citar exemplos.


Os alunos citados a seguir deverão responder a questão 6.
- Otávio                                            - kaio                        - Isabelle
- Patricia                                         - Luis                         - Manoel B.
- Rafael C.                                      - Maicon
- Sarah                                            - Marcus


6- Observe o mapa abaixo:
Cite e explique as principais diferenciações da população por região brasileira segundo o Censo do IBGE de 2010.


Os alunos citados a seguir deverão responder a questão 7.
- Tiago                                                   - Rafael D.                  - Victória D.
- Victor                                                  - Renan                        - Rafael
- Vinícius                                               - Taynara
- Ygor                                                    - Vitória


7- Observe o esquema abaixo:
Cite e explique os dados de escolaridade dos brasileiro segundo o IBGE 2010 . Compare com outros países.

77 comentários:

  1. Andreza Mara
    Questão 1.

    O crescimento populacional de um determinado território ocorre através de dois fatores: a migração e o crescimento vegetativo, este último é a relação entre as taxas de natalidade e mortalidade. Por isso ocorre em países desenvolvidos o maior número de migração, pois muitas pessoas vão até eles atrás de melhores condições de vida. A urbanização, a queda da fecundidade da mulher, o planejamento familiar, a utilização de métodos na prevenção da gravidez, a mudança ideológica da população, são todos os fatores que contribuem para a redução do crescimento populacional.
    Um dos principais fatores para a redução do nível de nascimentos foi a inserção da mulher no mercado de trabalho, tornando real uma incompatibilidade entre sua carreira e família, assim fazendo com que a taxa de natalidade só diminuísse, desta forma causando vários problemas. Os pais tendo pouco tempo para a família se desprendem da ideia de ter filhos, o que já está causando um país mais velho.
    Quanto maior o desenvolvimento do país, menor será a taxa de natalidade, por causa das melhores condições em habitação, educação, informação e melhores condições de vida.
    A expectativa de vida está aumentando, em virtude do desenvolvimento de novas tecnologias medicinais, além de cuidados e preocupação com a saúde, o que não ocorreria com tanta frequência nas décadas anteriores. Dessa forma ocorrerá sim, o envelhecimento da população, em que será feito mais gastos com a previdência, sem contar com menor mão de obra.
    As grandes consequências futuras serão aumento do numero de pensionistas com pensões tendencialmente mais altas, aumento das despesas com a saúde e os serviços sociais para idosos, lares e os centros de apoio domiciliar, diminuição da população ativa, e muitos outros.
    Os aspectos positivos, segundo as autoridades, haveria mais comida para a população, mais riqueza, mais moradia e melhor educação para todos, visando acabar com a miséria.

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  2. Questão 3
    Hanneli Rasia, 2º Ano B.


    Quando falamos sobre crescimento populacional não podemos deixar de citar os dois fatores que determinam esse crescimento: a migração e o crescimento vegetativo (taxa de natalidade / taxa de mortalidade). Levando em consideração esses fatores, ao analisarmos a atual situação do Brasil, podemos perceber que a principal responsável pelo crescimento da população brasileira não é a migração (os fluxos migratórios em nosso país ocorreram de forma intensa em 1800-1950) e sim o crescimento vegetativo. Entretanto, o nosso crescimento vegetativo está caindo de forma significativa a cada década, pois, em 1960 as mulheres brasileiras tinham uma média de 6,3 filhos, atualmente essa média é de 2,3 filhos, que está abaixo da média mundial, que é de 2,6.

    “Conforme estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2050 a população brasileira será de aproximadamente 259,8 milhões de pessoas, nesse mesmo ano a taxa de crescimento vegetativo será de 0,24%.”

    A evolução da medicina favorece esse declínio porque a utilização de métodos de prevenção a gravidez tem proporcionado uma queda de natalidade. O uso de anticoncepcionais -aliado a outros métodos- é determinante próximo da fecundidade, pois sua influência sobre a fecundidade é direta.

    Entretanto, um dos principais fatores para a queda de natalidade é sem dúvida a mudança ideológica da população. A partir do séc. XX, o papel social da mulher muda: ela deixa de viver exclusivamente em seu núcleo familiar e ingressa no mercado de trabalho. Como a mulher começa a integrar o mercado de trabalho, busca um nível de escolaridade maior, com isso a mulher começa a incorporar um projeto profissional como parte do seu planejamento de vida. Consequentemente há um aumento da idade média de casamento o que reduz o período de fertilidade em um matrimônio. A jornada da mulher é dupla: o tempo que ela tinha para o seu núcleo familiar agora é dividido com o seu trabalho.

    Além disso, a industrialização e a urbanização acabaram por aumentar o custo de vida da população. Assim, levando em conta também a má distribuição de renda do nosso país, o custo de sustentação de um indivíduo tornou-se mais elevado e a mulher passou a ter acesso ao planejamento familiar. O processo de assalariamento parece afetar na subsistência das famílias já que a queda no padrão de vida e o aumento dos gêneros alimentícios tornaram a manutenção de famílias grandes difícil.

    Como o crescimento vegetativo é uma relação entre a taxa de natalidade e a taxa de mortalidade, podemos analisar também a taxa de mortalidade porque essa também diminuiu. Com o passar dos anos e com a urbanização houve melhorias nas condições sanitárias e higiênicas. Além disso, devido a novas descobertas científicas e médicas houve uma redução das doenças infecciosas, parasitárias, do sistema respiratório e digestivo.

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  3. Questão 5 - Janine A. V. Danielli - 2º B

    O Brasil vem passando por grandes transformações econômicas, sociais e demográficas,
    particularmente nas quatro últimas décadas, com significativas repercussões nas condições de vida e trabalho da população e consequentemente em sua situação de saúde.
    Os problemas sociais do Brasil podem ser compreendidos com o auxílio e interpretação de indicadores sociais. Houve uma evolução positiva destes indicadores na última década, especialmente em relação ao aumento da expectativa de vida, queda da mortalidade infantil, acesso a saneamento básico, coleta de lixo e diminuição da taxa de analfabetismo. Apesar da melhora desses índices, há nítidas diferenças regionais, especialmente em relação ao nível de renda. Esses problemas sociais ficam claros, sobretudo, com o IDH, o qual o Brasil, entre 187 nações e territórios, fica na 84ª posição de acordo com dados de 2011 divulgados pela ONU, embora tenha a sétima economia do mundo.
    As quatro décadas entre 1960 e 2000 foram marcadas por importantes transformações econômicas. Segundo o IPEADATA, o PIB per capita passou de 2.060 dólares, em 1960, para 5.250 em 2000 e 5.720 em 2006 (em valores constantes do dólar de 2006), com forte crescimento entre 60 e 80, cerca de 7,45% ao ano, e um crescimento menos intenso de cerca de 2,58 % ao ano entre 80 e 2000. Entretanto, no ano 2000 cerca de 30% da população tinha uma renda familiar per cápita menor que meio salário mínimo e 75% uma renda familiar per capita menor que dois salários mínimos, situando-se no outro extremo 3% da população com uma renda familiar per cápita superior a 10 salários mínimos.

    A economia do Brasil tem um mercado livre e exportador. Medido por paridade de poder de compra, seu produto interno bruto é próximo de 2,5 trilhões de dólares (R$ 3, 674 964 trilhões), fazendo-lhe a sétima maior economia do mundo em 2010. Ao longo do tempo e em diferentes governos, ao marginalizar a educação formal, o ensino profissional e a pesquisa, limitou a modernização, abastardou a competitividade e, em conseqüência, perdeu a visão do desenvolvimento econômico, auto-sustentável, como projeto hegemônico permanente. Perdeu o seu tempo, ao crescer marginalmente, nos últimos 20 anos. Aceitou, assim, a mediocridade do subdesenvolvimento imposto por sistema e hábitos políticos que dominam o Poder Executivo e toda a vida nacional, com visão personalista, cartorial, eleitoreira e de curto prazo.
    Com um grau de desigualdade ainda grande, a economia brasileira tem se tornado uma das maiores do mundo. De acordo com a lista de bilionários da revista Forbes de 2011, o Brasil é o oitavo país do mundo em número de bilionários, à frente inclusive do Japão, com um número bastante superior aos dos demais países latino americanos.

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  4. Quetão 3 - Ingrid Dourado - 2º 'B'


    Dois fatores contribuem para o crescimento populacional; o crescimento vegetativo ou natural, o saldo imigratório. A imigração como fator de influência no crescimento natural da população brasileira.
    Causas de queda da mortalidade: urbanização, investimentos em saneamento básico, evolução da medicina no padrão educacional.
    Causas da queda da natalidade após 1970: urbanização, aumento do cisto de formação familiar, aumento do padrão socioeconômico, inserção da mulher no mercado de trabalho, adoção de métodos anticoncepcionais e casamentos tardios.
    Outros dois fatores que influenciam o crescimento vegetativo são taxa de mortalidade infantil e taxa de fecundidade.
    O crescimento vegetativo ou crescimento natural da população é a diferença entre as taxas de natalidade e de mortalidade da população.

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  5. Questão 7 Victória Dórea 2ªA

    Pesquisas na área educacional apontam que um terço dos brasileiros frequenta diariamente a escola (professores e alunos). São mais de 2,5 milhões de professores e 53 milhões de estudantes matriculados em todos os níveis de ensino. Estes números apontam um crescimento no nível de escolaridade do povo brasileiro, fator considerado importante para a melhoria do nível de desenvolvimento de nosso país.
    O Censo de 2010 (IBGE) mostra uma queda no índice de analfabetismo em nosso país nos últimos dez anos (2000 a 2010). Em 2000, o número de analfabetos correspondia a 13,63% da população (15 anos ou mais de idade). Esse índice caiu para 9,6% em 2010. Ou seja, um grande avanço, embora ainda haja muito a ser feito para a erradicação do analfabetismo no Brasil. Outro dado importante é a queda no índice de repetência escolar, que tem diminuído nos últimos anos.

    A educação brasileira supera alguns países da América do sul como: Uruguai e Chile entre outros. Mas não tem tanta qualidade para superar países de primeiro mundo como:
    Estados Unidos, Alemanha e Japão. Esses países tem uma educação mais rigorosa com os alunos no Japão o governo até paga para os pais para o filhos estudar o Brasil tem dinheiro para investir em qualidade de educação e um melhor preparo para os alunos. O governo brasileiro não investe tanto na educação como os outros países.

    A educação brasileira supera alguns países da América do sul como: Uruguai e Chile entre outros. Mas não tem tanta qualidade para superar países de primeiro mundo como:
    Estados Unidos, Alemanha e Japão. Esses países tem uma educação mais rigorosa com os alunos no Japão o governo até paga para os pais para o filhos estudar o Brasil tem dinheiro para investir em qualidade de educação e um melhor preparo para os alunos. O governo brasileiro não investe tanto na educação como os outros países.
    A educação brasileira supera alguns países da América do sul como: Uruguai e Chile entre outros. Mas não tem tanta qualidade para superar países de primeiro mundo como:
    Estados Unidos, Alemanha e Japão. Esses países tem uma educação mais rigorosa com os alunos no Japão o governo até paga para os pais para o filhos estudar o Brasil tem dinheiro para investir em qualidade de educação e um melhor preparo para os alunos. O governo brasileiro não investe tanto na educação como os outros países.
    A educação brasileira supera alguns países da América do sul como: Uruguai e Chile entre outros. Mas não tem tanta qualidade para superar países de primeiro mundo como:Estados Unidos, Alemanha e Japão. Esses países tem uma educação mais rigorosa com os alunos no Japão o governo até paga para os pais para o filhos estudar o Brasil tem dinheiro para investir em qualidade de educação e um melhor preparo para os alunos. O governo brasileiro não investe tanto na educação como os outros países.

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    Respostas
    1. Questão 7 Victória Dórea 2ªA
      Você corrija essa prof a outra foi errada.
      Pesquisas na área educacional apontam que um terço dos brasileiros frequenta diariamente a escola (professores e alunos). São mais de 2,5 milhões de professores e 53 milhões de estudantes matriculados em todos os níveis de ensino. Estes números apontam um crescimento no nível de escolaridade do povo brasileiro, fator considerado importante para a melhoria do nível de desenvolvimento de nosso país.
      O Censo de 2010 (IBGE) mostra uma queda no índice de analfabetismo em nosso país nos últimos dez anos (2000 a 2010). Em 2000, o número de analfabetos correspondia a 13,63% da população (15 anos ou mais de idade). Esse índice caiu para 9,6% em 2010. Ou seja, um grande avanço, embora ainda haja muito a ser feito para a erradicação do analfabetismo no Brasil. Outro dado importante é a queda no índice de repetência escolar, que tem diminuído nos últimos anos.

      A educação brasileira supera alguns países da América do sul como: Uruguai e Chile entre outros. Mas não tem tanta qualidade para superar países de primeiro mundo como:
      Estados Unidos, Alemanha e Japão. Esses países tem uma educação mais rigorosa com os alunos no Japão o governo até paga para os pais para o filhos estudar o Brasil tem dinheiro para investir em qualidade de educação e um melhor preparo para os alunos. O governo brasileiro não investe tanto na educação como os outros países.

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    2. Questão 7 - Taynara Andrade - 2º ano "B"
      De acordo com pesquisas, O Brasil apresenta um grave problema e um desafio enorme a ser enfrentado: o baixo nível de escolaridade média da sua população,além da desigualdade e a péssima qualidade de ensino que se tem no país.
      Dados do IBGE apontam que apenas 5,7% dos brasileiros entre 25 e 64 anos continuam buscando a melhoria do seu nível educacional.Essa proporção é ainda mais alta entre as mulheres (6,6%), sendo que quanto mais se eleva a idade, menos é a frequência dos estudos (102% contra 3,6% da população entre 50 a 64 anos).
      Entre os mais velhos se concentra o maior número de analfabetos(32,9), a maioria desses analfabetos vivem na região nordeste(52,2%). Pesquisas também mostram que 2,1 milhões de pessoas maiores de 15 anos estão matriculadas em cursos de educação de jovens e adultos.
      A maior redução de número de analfatos em relação a 1999, se deu na faixa etária de 15 a 24 anos:eles eram 10,1% do total que não sabem ler e escrever naquele ano e passaram 4,6%.
      São inúmeros motivos que levam a essa triste situação que podemos perceber, tais como: fatores sociais que condicionam essa aquisição da escolaridade,baixa qualidade de ensino, baixos investimentos na educação, dentre outros fatores.Com isso a escolaridade no Brasil se torna insuficiente para atingir um contigente signficativo.
      Alta é a taxa de "analfabetos funcionais", aqueles que passaram pela escola, porém tem um domínio insuficiente do ano que aprendeu, fazendo com que a questão se torne mais grave.
      A grande realidade é que o governo não encontra o seu papel sobre este assunto, mostram pouco desempenho ao atendimento aos jovens, não ajudando aqueles que realmente necessitam se escolarizar, ou desejam,e muito menos oferecendo vagas de forma adequada para facilitar a vida dos alunos.
      Quando fazemos uma comparação sobre "nível de escolaridade" com os outros países, o Brasil ocupa o 93º lugar no IDH pelo Pnud, entre 169 países. Como os demais ele procura universalizar e democratizar a educação no país,estabelecendo mais vagas nas escolas públicas, porém a qualidade dessa educação foi sacrificada em favor da quantidade, ou seja, houve sim um aumento e facilitação ao acesso das camadas mais pobres da sociedade,porém os investimentos não foram aumentados proporcialmente.
      O salário dos professores é baixíssimo comparado ao dos outros paises, podendo ser comparado apenas com o da Corea.Já a qualificação dos profissionais é comparável a de Cuba,sem falar que o Brasil é o país que possui a menor carga horária de aulas na escola.
      Podemos observar que vários países estão em processo de revisão de festão, diante das mudanças socieconômicas inseridas,buscando sempre um maior equilíbrio para a educação, sendo que nesse aspecto na nossa educação é possíver perceber inúmeras falhas,considerando o estado de São Paulo o que apresenta maiores destas.
      Apenas medidas de ordem quantitativa,como investimentos realmente racionais na educação, reduzindo as despesas,aumentos os salários e as cargas horária das aulas não basta como solução.É preciso uma maior confiança na escola,mais autonomi para assim estabelecer seus objetivos tendendo a atingi-los. Para isso é necessário revisar o nosso modelo de gestão e seguir o exemplo de outros países ao caminho de um maior quilíbrio(direitos,deveres e responsabilidades) na escolaridade do nosso país que tem tudo para ser ótimo nesse aspecto.

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  6. Marcus Vinícius Souza de Jesus-2ºB
    06) Cite e explique as principais diferenciações da população por região brasileira segundo o Censo do IBGE de 2010:
    A população brasileira é de 190,7 milhões de habitantes segundo o último censo realizado em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. Com esse número, o país tornou-se o 5º mais populoso do mundo, depois da China, Índia, Estados Unidos e a Indonésia. Apesar disso, o Brasil é considerado um país pouco povoado. O Censo 2010 mostra também que a população é mais urbanizada que há 10 anos: em 2000, 81% dos brasileiros viviam em áreas urbanas, agora são 84%.
    A distribuição populacional no território brasileiro é bem desigual, a maioria concentra-se na região litorânea até 300 km para o interior. A região Sudeste segue sendo a região mais populosa do Brasil, com 80.353.724 pessoas. Entre 2000 e 2010, perderam participação as regiões Sudeste (de 42,8% para 42,1%), Nordeste (de 28,2% para 27,8%) e Sul (de 14,8% para 14,4%). Por outro lado, aumentaram seus percentuais de população brasileira as regiões Norte (de 7,6% para 8,3%) e Centro-Oeste (de 6,9% para 7,4%).
    O Centro-Sul caracteriza-se como a macrorregião de maior desenvolvimento socioeconômico, com 122 milhões de habitantes concentra 64,3% do total brasileiro.
    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é o órgão responsável pela divisão regional do território brasileiro. Para reunir estados em uma mesma região são utilizados critérios como semelhanças nos aspectos físicos, humanos, culturais, sociais e econômicos. O Brasil é dividido em cinco regiões: nordeste, norte, centro-oeste, sudeste e sul. O caráter intrínseco da revisão da Divisão Regional do Brasil refere-se a um conjunto de determinações econômicas, sociais e políticas que dizem respeito à totalidade da organização do espaço nacional, referendado no caso brasileiro pela forma desigual como vem se processando o desenvolvimento das forças produtivas em suas interações como o quadro natural.
    Atualmente o nordeste brasileiro possui nove estados distribuídos em uma área de 1.558.196 km², com um total de 53.078.137 de habitantes, possui uma densidade de 34 hab/km2. O seu IDH é de 0,720 médio, PIB de R$ 437.720.000.000,00 e PIB per capita de R$ 8.167,00.
    A região norte possui sete estados distribuídos em uma área de 3 869 637,9 km², com um total de 15.865.678 habitantes, possui uma densidade de 4 hab/km2. O seu IDH é de 0,764 médio, PIB de R$ 154.704.229.000 e PIB per capita de R$ 10.216,43.
    A região centro-oeste possui quatro estados distribuídos em uma área de 1 606 371,505 km², com um total de 14.050.340 habitantes, possui uma densidade de 8,5 hab/km2. O seu IDH é de 0,815 elevado, PIB de R$ 279,015 bilhões e PIB per capita de R$ 20 372,10.
    A região sudeste possui quatro estados distribuídos em uma área 924 511,292 km², com um total de 80.353.724 de habitantes, possui uma densidade de 87 hab/km2. O seu IDH é de 0,824 elevado, PIB de R$ 1.698.590.000.000,00 e PIB per capita de R$ 21.182,68.
    A região sul possui três estados distribuídos em uma área de 576 409,6 km², com um total de 27.384.815 de habitantes, possui uma densidade de 48 hab/km2. O seu IDH é de 0,831 elevado, PIB de R$ 502.052.000.000,00 e PIB per capita de R$ 18.257,79.

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  7. Rafael Bolognini Viana
    2º Ano A
    Questão 7:
    Censo 2010: população do Brasil é de 190.732.694 pessoas
    Após cerca de quatro meses de trabalho de coleta e supervisão, durante os quais trabalharam 230 mil pessoas, sendo 191 mil recenseadores, o resultado do Censo 2010 indica 190.732.694 pessoas para a população brasileira em 1º de agosto, data de referência. Em comparação com o Censo 2000, ocorreu um aumento de 20.933.524 pessoas. Esse número demonstra que o crescimento da população brasileira no período foi de 12,3%, inferior ao observado na década anterior (15,6% entre 1991 e 2000). O Censo 2010 mostra também que a população é mais urbanizada que há 10 anos: em 2000, 81% dos brasileiros viviam em áreas urbanas, agora são 84%.
    A região Sudeste segue sendo a região mais populosa do Brasil, com 80.353.724 pessoas. Entre 2000 e 2010, perderam participação as regiões Sudeste (de 42,8% para 42,1%), Nordeste (de 28,2% para 27,8%) e Sul (de 14,8% para 14,4%). Por outro lado, aumentaram seus percentuais de população brasileira as regiões Norte (de 7,6% para 8,3%) e Centro-Oeste (de 6,9% para 7,4%).

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  8. Rafael Bolognini Viana
    2º Ano A
    Questão 7:
    Continuação:
    Devido à esses fatores percebe-se as diferenciações da população por região brasileira segundo o Censo do IBGE de 2010, e também, por causa dos investimentos em saúde pública e controle de natalidade, presentes mais no sudeste e sul, enquanto no nordeste e norte há menos cntrole populacional, de modo que a população do sul e sudeste é numerosa, mas, não está crescendo no mesmo ritmo acelerado que está presente no norte e nordeste.

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  9. Tiago Santos Oliveira
    2A

    O Brasil ocupa o 93º lugar no componente Educação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). O IDH é composto por informações sobre Educação, saúde e renda e classificou 169 países.
    Quando consideradas as três áreas em conjunto, o Brasil está na 73ª posição. Nas primeiras posições estão Nova Zelândia, Noruega, Austrália, Irlanda e Estados Unidos, respectivamente. O componente Educação é formado pela média de anos de escolaridade da população adulta (25 anos ou mais) e pela “expectativa de vida escolar” número de anos de estudo esperado por aluno, caso os padrões atuais sejam mantidos ao longo da vida escolar, calculado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
    Embora abaixo do nível de reposição da população, que seria de dois filhos em média por mulher, a taxa de fecundidade média das brasileiras (1,94 filho por mulher em 2009) apresenta importantes desigualdades sobretudo em função da escolaridade. No país como um todo, as mulheres com até 7 anos de estudo tinham, em média, 3,19 filhos, quase o dobro do número de filhos (1,68) daquelas com 8 anos ou mais de estudo (ao menos o ensino fundamental completo).
    Além de terem menos filhos, a mulheres com mais instrução eram mães um pouco mais tarde (com 27,8 anos, frente a 25,2 anos para as com até 7 anos de estudo) e evitavam mais a gravidez na adolescência: entre as mulheres com menos de 7 anos de estudo, o grupo etário de 15 a 19 anos concentrava 20,3% das mães, enquanto entre as mulheres com 8 anos ou mais de estudo, a mesma faixa etária respondia por 13,3% da fecundidade.
    Em 2009, apenas 5,7% dos brasileiros entre 25 e 64 anos continuavam buscando a melhoria do seu nível educacional. É o que aponta a Síntese dos Indicadores Sociais de 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
    Segundo o instituto, essa proporção é mais alta entre as mulheres: 6,6%. E quanto mais se eleva a idade, menor é a frequência aos estudos. Entre os mais novos (de 25 a 34 anos), o percentual é de 10,2% contra 3,6% na população de 50 a 64 anos.
    É também entre os mais velhos que se concentra o maior número de analfabetos: 32,9% desse grupo é maior de 65 anos de idade. A maioria das pessoas que não sabem ler e escrever também é parda (58,8%) e vive no Nordeste (52,2%). Entre os brasileiros que recebem até meio salário mínimo, a taxa chega a 16,4%.

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  10. Manoel Batista. 2º A

    Esse gráfico do aumento da classe C, está relacionada aos aumentos de programas economicos do governo, que dão grandes passos para uma familia de classe D ou E se estabelecer economicamente na sociedade, como o Bolsa familia,que tem ajudado grande parte da população. Eles estão relacionados tambem, à renda, que com a sua reestruturação, implica no aumento do consumo mensal de cada familia, pois a cada dia vai existindo, não só a necessidade de consumir e comprar, mas também a vaidade de estar consumindo ou comprando algo melhor.

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  11. Kauane Medrado - 2ª A
    Questão 4 :
    A distribuição da população por faixas de idade em um país é conseqüência das taxas de crescimento populacional, da expectativa de vida e das migrações.
    Antigamente os casais tinham muitos filhos e a taxa de natalidade era alta, e o tempo foi passando
    as pessoas estão se casando mais tarde
    e tendo menos filhos e ás vezes nenhum .
    Os idosos estão vivendo mais a expectativa de vida aumentou bastante causando uma alteração na pirâmide!
    Como mostra a pirâmide os jovens superavam o número de adultos e idosos em 2020 diminuiu porque as pessoas hoje visam a qualidade de vida que podem dar ao filho e por isso controlam mais. Essa situação coloca os países subdesenvolvidos numa situação de desvantagem, particularmente os pobres que possuem famílias mais numerosas: sustentar um número maior de filhos limita as possibilidades do Estado e da família em oferecer uma formação de boa qualidade, coloca a criança no mercado de trabalho e reproduz o círculo vicioso da pobreza e da miséria ao dificultar a possibilidade de ascensão social futura.

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  12. Kauê Moser Giazzoni1 de março de 2012 13:02

    Sobre a condição social e econômica dos brasileiros, analisando-se os gráficos apresentados pode-se concluir que nos últimos anos a Classe C vem aumentando consideravelmente e já corresponde a praticamente a metade da população total. Esta classe é a mediana, ou seja, não são pobres e nem tão pouco ricos, têm um poder aquisitivo que lhes permite viver em uma condição rasoável, entretanto não podem exagerar nos gastos, pois se fizerem isto certamente terão problemas financeiros.
    Em contrapartida as Classes D e E estão diminuindo no percentual enquanto que as Classes A e B praticamente vem mantendo o mesmo percentual, isto significa que está havendo uma melhor distribuição de renda para a grande maioria, com excessão do pequeno grupo de ricos que cada vez mais continuam ficando mais ricos, ou seja "o dinheiro faz dinheiro" e assim continua na mão de poucos.
    De maneira geral pode-se dizer que a condição econômica da população brasileira vem melhorando, muito embora se houvesse uma melhor distribuição das rendas isso seria mais facilmente observado e beneficiaria um número maior de indivíduos melhorando ainda mais essa condição.

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  13. Camilla Alves Ferreira da Cruz. 2º ano A!
    Questão 2:

    A taxa de fecundidade se refere a uma estimativa do número de filhos que uma mulher possui ao longo da vida (em média a sua escala reprodutiva de 15 a 49 anos). No ano de 1960 o Brasil possuía uma média de 6,3 filhos por mulheres, entretanto a taxa de fecundidade no Brasil está em constante declínio. O país já registrou uma das mais elevadas médias mundiais de filhos por mulher, porém esses efeitos foram revertidos com o passar dos anos.
    De acordo com os dados registrados pelo IBGE o país atualmente registra uma média de 1,94 filhos por mulher, estando abaixo da taxa de reposição populacional que é de 2,1 filhos por mulher. Assim como tudo tem seus motivos, a razão fundamental dessa queda das taxas de fecundidade é a expansão da urbanização. Começando pelo fato de que as famílias do meio rural, antes tinha aquele pensamento de que deveriam ter muitos filhos para ajudarem no trabalho dos campos. Mas os avanços da medicina e a utilização de métodos contraceptivos (preservativos, pílulas anticoncepcionais, diafragma e etc.) também influenciaram a redução do número de filhos.
    Outro fator importante também é a grande participação das mulheres no mercado de trabalho, pois os gastos com a criação de filhos são cada vez mais elevados, especialmente com escola, creches, hospitais e transporte. E ainda mais, a mulher hoje em dia pensa demais em seu futuro e desta forma, elas se enquadram no planejamento familiar. Da qual, quanto menos filhos ela tiver, menos serão os gastos. Principalmente as mulheres das classes média e alta são as que possuem menor quantidade de filhos, mais, no entanto essa característica vem se expandindo para as demais classes sociais também.
    De qualquer maneira a quantidade de crianças que as mulheres dão a luz tem impacto direto na economia e sociedade. Um claro exemplo disso é que a razão fundamental da queda das taxas de crescimento populacional no Brasil foi a diminuição da taxa de fecundidade.

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  14. Sarah
    2° ano A
    Questao 6

    O Censo demográfico de 2010, contabilizou 190.732.694 pessoas.

    Esse número representa a quinta maior população do mundo, superada pelas populações da China, da Índia, dos Estados Unidos, e da Indonésia.

    Os censos populacionais produzem informações imprescindíveis para a definição de políticas públicas e a tomada de decisões de investimento, sejam eles provenientes da iniciativa privada ou de qualquer nível de governo, e constituem a única fonte de referência sobre a situação de vida da população nos municípios e em seus recortes internos, como distritos, bairros e localidades, rurais ou urbanas, cujas realidades dependem de seus resultados para serem conhecidas e terem seus dados atualizados.

    Em 1872, foi realizado o primeiro recenseamento nacional no país, o qual recebeu o nome de Recenseamento da População do Império do Brasil. Depois deste e até 1940, novas operações censitárias sucederam-se em 1890, 1900 e 1920. Em 1910 e em 1930, não foram realizados os recenseamentos.

    Com a criação do IBGE, em 1938, inaugurou-se a moderna fase censitária no Brasil. Caracterizada, principalmente, pela periodicidade decenal dos censos demográficos, nessa nova fase foi ampliada a abrangência temática do questionário com introdução de quesitos de interesse econômico e social, tais como os de mão-de-obra, emprego, desemprego, rendimento, fecundidade, migrações internas, dentre outros temas.

    Até o Censo de 2000, verificou-se o aumento constante da população brasileira, que chegou a crescer dez vezes no século XX (1901-2000).

    Para que sejam feitas estimativas demográficas mais exatas, a cada cinco anos é realizada a contagem da População. Em 2007 ocorreu a contagem da população. A Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD) é um outro instrumento de pesquisa do governo federal e faz levantamentos anuais com informações sobre habitação, rendimento, mão-de-obra, educação e características demográficas.

    Situação Recente

    A população brasileira chegou a 193 milhões de pessoas, das quais 18% – aproximadamente um entre cinco – vivem nos dez municípios mais populosos. O total superou o de 2008 em 1,9 milhão. Segundo as estimativas populacionais para os municípios em 2009, São Paulo continua sendo a cidade mais populosa do Brasil, com 11,04 milhões de habitantes, seguida pelo Rio de Janeiro, com 6,19 milhões, Salvador, com 3 milhões, Brasília, com 2,61 milhões, e Fortaleza, com 2,51 milhões.

    Na lista dos dez municípios mais populosos, há apenas uma novidade, em relação a 2008: a capital paraense, Belém, com 1,44 milhões de habitantes, ocupou a décima posição, deixada por Porto Alegre.

    A relação das dez cidades mais populosas excluindo as capitais permanece inalterada, com Guarulhos, na Grande São Paulo, no topo da lista, com 1,3 milhão de habitantes, seguida por Campinas (SP), com 1,06 milhão, São Gonçalo (RJ), com 991 mil, Duque de Caxias, com 872 mil, e Nova Iguaçu, com 865 mil.

    Já entre as cidades com menor número de habitantes, destaca-se a paulista Borá, que, com 837 habitantes, continua sendo o município menos populoso do país. Outros destaques entre as menores cidades estão a mineira Serra da Saudade, com 890 pessoas, a goiana Anhanguera, com 1.018, a mato-grossense Araguainha, com 1.115, e a paulista Nova Castilho, com 1.112.

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  15. INGRID SILVA, 2º ANO "A"

    QUESTÃO 3- Os dados do IBGE mostram que o crescimento vegetativo da população está diminuindo em todas as regiões brasileiras, tanto nas zonas rurais como nas áreas urbanas.
    Apresente e explique argumentos que justifiquem a afirmativa acima.
    resposta: Os pontos citados á baixo, irá relatar algumas idéias do motivo da diminuição da população nas zonas de moradia dos ligares do Brasil.
    - O grande processo de urbanização e a forma de vida urbana, por razões variadas, alteram os índices de natalidade e mortalidade da população.
    o crescimento da participação das mulheres no mercado de trabalho e da sua jornada, resultam na redução dos índices de fertilidade.
    Outro ponto é o o acesso à informação. Que permite que a pessoa reveja e refaça o seu planejamento familiar.
    A distribuição do conhecimento e o avanço da medicina em meio da sociedade, esclarece a população meios de informações em relação aos métodos contraceptivos.
    Outro meio é o investimento no saneamento básico, um fator que está com meios precários .

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  16. Resposta da questão 06:
    Aluna: Patrícia Short 2º ano "A"
    Sabe- se á partir do Censo de 2010 que quando foi feita a pesquisa, no Brasil havia aproximadamente 190.755.799 habitantes. Porém, quando se analisa alguns pontos específicos, ou seja, por regiões, nós poderemos identificar as regiões mais populosas e consequentemente com mais problemas sociais.

    De comum acordo as pesquisas, sabe-se que na época em que os dados foram coletados, a região sudeste foi comprovada a mais populosa ( com 41,1% ) da população brasileira, vindo a seguir o nordeste ( com 27,8% ), o sul (com 14,4%), o norte ( com 8,3%) e o centro-oeste ( com 7,4%).

    Mas apesar de que o sudeste tenha sido considerada a região mais populosa, foi o norte e o centro – oeste quem apresentaram um maior crescimento populacional, ainda assim, os grandes responsáveis por mais da metade da população brasileira são estados específicos, como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Rio Grande do Sul e Paraná, totalizando juntos 58,7% da porcentagem total que representa o povo brasileiro quando foi realizado o Censo de 2010.

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  17. A taxa de natalidade do brasil nos últimos anos baixou de acordo com o censo por causa do planejamento familiar que varias famílias brasileiras começaram a realizar por conta própria.
    Os pontos positivos são uma melhor distribuição de renda entre a população brasileira, diminuição do custo da saúde em relação a crianças e idosos, estabilização da pirámide étaria, menor gasto dos cidadãos com educação das crianças, aumento da renda per capita e aumento do numero de empregos. Os pontos negativos são o aumento da idade de aposentadoria dos idosos pelo aumento deles, daqui alguns anos os empregos terão que ser preechidos com os idosos e necessidades de vinda de imigrantes para o Brasil por causa do baixo povoamento

    André Luis
    2º ano B

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  18. Ítalo Bispo 2ºano "A"

    Questão 4 - Embora o Brasil sempre tenha sido considerado um país jovem, no censo de 1991 foi constatado uma importante mudança no perfil etário da população brasileira. Nos últimos anos foi observada uma considerável redução na taxa de natalidade e isso reflete na construção da pirâmide etária brasileira.
    A pirâmide de idade da população brasileira reflete a dinâmica populacional. Assim, a redução da base da pirâmide indica a queda na taxa de natalidade e de fecundidade. Até 1980, a base da pirâmide ainda era bastante larga. Na pirâmide de 1996, percebe-se uma redução significativa do percentual de jovens que corresponde à faixa etária de 0 a 14 anos (46,5%) e um aumento percentual das pessoas adultas, de 15 a 64 anos (46,5%), e idosas, com mais de 64 anos (7,1%). O aumento significativo do percentual de idosos corresponde ao aumento da expectativa de vida. A pirâmide de idade reflete o processo de envelhecimento da população. O crescimento da população idosa exige novos investimentos do estado, principalmente no que se refere ao sistema previdenciário e ao atendimento médico e social.
    As mudanças ocorridas na pirâmide etária do Brasil é conseqüência da revolução urbano-industrial do país, pois nestas condições é natural que os índices de natalidade sejam baixos.
    A partir da década de 80, o uso de métodos contraceptivos tornou-se muito intenso, e foi uma contribuição considerável para a redução da taxa de natalidade. Nos anos 90, a base da pirâmide reduziu-se com intensidade, devido a redução percentual do contingente de jovens na população total. Assim, em 1996 a pirâmide etária brasileira foi marcada pela transição demográfica de um país jovem para um país maduro. A expectativa de vida do brasileiro, hoje, já ultrapassou os 70 anos de idade (IBGE, dezembro de 2003), o que corresponde à média mundial.

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  19. Continuação da questão 06
    aluna: Patrícia Short 2º"A"
    População e taxa média geométrica de crescimento anual – Brasil – 1872/2010
    Datas:01/08/1872 31/12/1890 31/12/1900 01/09/1920 01/09/1940 01/07/1950
    01/09/1960 01/09/1970 01/09/1980 01/09/1991 01/08/2000 01/08/2010
    Populaçãoresidente:9.930.478; 14.333.915; 17.438.434; 30.635.605; 41.165.289; 51.941.767; 70.070.457; 93.139.037; 119.002.706; 146.825.475; 169.799.170; 190.755.799.
    Taxa média geométrica de crescimento anual (%):2,01; 2,01; 1,98; 2,91; 1,49; 2,39; 2,99; 2,89; 2,48; 1,93; 1,64; 1,17.
    Essas informações(tabela)torma como exemplo a minha resposta.

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  20. Bruna Nayane Serpa - 2º A

    QUESTÃO: 2
    Atualmente, as mulheres por esta ingressa no mercado de trabalho, elas tem menos tempo para dedicar aos filhos, e com isso, elas pensam mais em estabilizar sua vida financeiramente antes de construir uma familia.
    A quantidade de crianças que as mulheres dão a luz tem impacto direto na economia e na sociedade.
    As razões da queda da fecundidade estão ligadas também à campanhas de prevenção e doenças sexualmente transmissíveis e métodos para evitar a gravidez. Coisas que antigamente não tinham, as pessoas não tinham nenhuma orientação e se casavam muito cedo.
    No Brasil, as mulheres que não querem ter filhos fazem ligaduras de trompas, usam pirulas e camisinha para não engravidar. Todas essas razões fizeram com que houvesse essa queda de 6,3 filhos em 1960, para 2,0 filhos, em 2006, o que significa que as famílias brasileiras estão diminuindo.

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  21. Alexandre Alex - 2º A
    Questão 1
    O principal ponto positivo em ter uma baixa taxa de natalidade, seria a melhor distribuição de renda entre a população, que é diretamente proporcional a expectativa de vida, pois com o aumento da renda o acesso aos meios de educação e saúde se torna mais fácil, elevando assim o tempo de vida das pessoas, entretanto com esse aumento na expectativa de vida junto à baixa taxa de natalidade pode fazer com que em certo período haja mais idosos do que jovens, ou seja, a aposentadoria terá de ser mais estendida, pois haverá poucas pessoas no mercado nacional, obrigando assim o país a recorrer aos imigrantes para ocupar os cargos, os quais no caso do Brasil muitos empregos oferecidos aos imigrantes serão os de mão-de-obra especializada.

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  22. Camilla Santiago 2ª A
    Questão 2 :
    A taxa de fecundidade no Brasil vem diminuindo freneticamente desde a década de 60.Dentre os motivos que ocasionaram essa queda podemos colocar em pauta o aumento e maior conhecimento da população feminina a respeito dos métodos contraceptivos, assim como a ascendente distribuição de pílulas anticoncepcionais e campanhas de prevenção e doenças sexualmente transmissíveis ( o Brasil é o pais que mais faz campanhas sobre isso) .
    A inserção da mulher no mercado de trabalho também é o fator importante, já que ocupada profissionalmente, tem menos tempo disponível para atividades domesticas e familiares. As altas despesas para a criação de um filho também faz os casais pensarem mais sobre o nascimento de tal.
    O êxodo rural fez com que as mulheres se adaptassem aos costumes urbanos já citados acima. Porém, ainda no campo, muitas campanhas de prevenção são feitas para diminuição do crescimento demográfico.

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  23. Questão:6 Aluno:Breno Freitas Serie:2B
    O aumento da populacional de um determinado local ocorre através da migração e o crescimento vegetativo. Por isso que ocorre em países desenvolvidos o maior número de migração, pelo fato que muitas pessoas vão atrás de melhores condições de vida. A utilização de métodos na prevenção da gravidez, queda da fecundidade da mulher, a urbanização, o planejamento familiar, eram fatores que antigamente não se tinha no Brasil, e com estas mudanças na vida da população se tornaram fatores que contribuem para a redução do crescimento populacional.
    Um dos principais fatores para a redução do nível de nascimentos foi a inserção da mulher no mercado de trabalho, assim fazendo com que a taxa de natalidade só diminuísse, desta forma causando vários problemas. Os pais tendo pouco tempo para a família se desprendem da ideia de ter filhos, o que já está causando um país mais velho.
    Quanto mais o país se tornar desenvolvido, menor será a taxa de natalidade, por causa das melhores condições de vida e permitira mais acesso a informação
    A expectativa de vida está aumentando, em virtude do desenvolvimento de novas tecnologias medicinais, além de cuidados e preocupação com a saúde, o que não ocorreria com tanta frequência nas décadas anteriores. Dessa forma ocorrerá sim, o envelhecimento da população, em que será feito mais gastos com a previdência, sem contar com menor mão de obra.
    As grandes consequências futuras serão aumento do numero de pensionistas com pensões tendencialmente mais altas, aumento das despesas com a saúde e os serviços sociais para idosos, os centros de apoio domiciliar e o Iares, diminuição da população ativa, e muitos outros.

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  24. Aluno: Rafael Carvalho 2ºA

    Questão 06


    Como podemos perceber, o gráfico ele divulga dados estatísticos relacionados ao aumento da classe C, que por consequência provoca o aumento do consumo de cada familia. Pesquisas indicam que Consumo familiar no Brasil será de R$ 3,53 trilhões em 2020. O montante representará 65% do PIB em 202.
    O estudo "A evolução da classe média e o seu impacto no varejo", divulgado ontem, chama de classe média as famílias que formam a classe C definida pelas faixas de rendimento da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por esse critério, integram a classe média famílias com renda mensal de R$ 1,4 mil a R$ 7 mil.
    A pesquisa prevê que o consumo familiar no Brasil será de R$ 3,53 trilhões em 2020, ante R$ 2,34 trilhões estimados para 2011. O montante representará 65% do Produto Interno Bruto (PIB) do País em 2020. Para a entidade, o crescimento do poder aquisitivo da população ficará mais evidente na classe C, que hoje representa 54% dos brasileiros e possui uma capacidade de consumo de mais de R$ 1 trilhão, o que equivale a 51% de toda a renda das famílias.

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    Respostas
    1. Corrigindo última linha do primeiro parágrafo "PIB em 2020."

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  25. Aluna: Camila do Vale Rodrigues
    Serie: 2 ano B
    Questão 2:
    O Brasil é um país que teve um rápido crescimento populacional que durante muito tempo coviveu com graves problemas ( saúde , infra-estrutura, moradia e alimentação). Essa ameaça, no entanto, parece está sobrepujada. As razões para esta queda são várias, com a globalização ocorre maior dispercao do conhecimento e das informações pelo mundo. O alto custo de vida atual faz com que os casais passam a pensar no planejamento familiar (Art. 1º O planejamento familiar é direito de todo cidadão.) decidindo entao ter menos quatidade de filhos e a busca por melhor qualidade de vida são fatores relacionados a queda da taxa de fecundidade. Tendo em vista a queda da taxa de fecundidade vao surgir algumas consequências desse fato na area economica, o custo de vida ficaria mais baixo, fortalecimento economico, possibilitando ao governo fazer investimentos e consequentimente amentaria a renda per capita do país, criando mais emprego e enriquecimento da populacao. Pensando por outro lado vao surgir alguns riscos da continuidade dessa queda, inicialmente temos o envelhecimento da populacao, isto é, a maior parte da população seria composta por velhos, levando a falta da mão de obra.

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  26. Emilly Giulyanne 2º ano A
    Questão 2:
    Taxa de fecundidade é uma estimativa do número médio de filhos que uma mulher teria até o fim de seu período reprodutivo. Também pode ser definida como: o número médio de filhos por mulher em idade de procriar, ou seja, de 15 a 35 anos.
    Na década de 60 a taxa de fecundidade era cerca de 6 filhos por mulher, entretanto no final da década de 70 essa taxa sofreu um declínio passando a ter apenas cerca de 4,5 filhos por mulher. Em 2010 de acordo o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – a taxa de filhos por mulher era de 1,86 (taxa semelhante à dos países desenvolvidos). Que viria a ser abaixo da taxa de reposição populacional, que é de 2,1 filhos por mulher.
    Essa variação da taxa de fecundidade esta relacionada principalmente com o nível sócio-econômico da população, que em sua grande maioria concentram-se nas camadas menos favorecidas, levando-se em conta a renda, a ocupação e o nível educacional, entre outros fatores.
    Dentre outras coisas que estão envolvidas no declínio da taxa de fecundidade pode-se citar certos fatores, tais como a urbanização que gerou mais empregos as mulheres, que por sua vez passou a se preocupar mais com sua renda financeira; os casamentos tardios e principalmente maior adoção de métodos anticoncepcionais.

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  27. Aluna: Júlia Teixeira Weisheimer - 2 ano B
    QUESTAO 5:

    O processo de urbanização no Brasil se intensificou a partir da década de 1950. As atividades industriais se expandiram, atraindo cada vez mais pessoas para as cidades.
    Porém, a urbanização sem um devido planejamento tem como consequência vários problemas de ordem social. O inchaço das cidades, provocado pelo acúmulo de pessoas, e a falta de uma infraestrutura adequada gera transtornos para a população urbana.

    As grandes cidades brasileiras enfrentam diversos problemas, destacam-se as questões da moradia, desemprego, desigualdade social, saúde, educação, violência e exclusão social.

    O acesso à moradia com as devidas condições de infraestrutura não atinge todas as camadas da população brasileira. É cada vez mais comum o surgimento e ampliação de favelas desprovidas de serviços públicos. Outro agravante são as pessoas que não conseguem obter renda suficiente para ser destinada à habitação, e acabam utilizando as ruas da cidade como espaço de moradia.

    A educação de baixa qualidade gera vários transtornos, pois parte da população não consegue obter qualificação profissional exigida pelo mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Com isso, ocorre o aumento do desemprego e se intensificam atividades como as desenvolvidas por vendedores ambulantes, coletores de materiais recicláveis, flanelinhas, entre outras do mercado informal.

    Os serviços públicos de saúde, na sua maioria, apresentam problemas estruturais, com filas imensas e demoradas, ausência de aparelhos e medicamentos, pequeno número de funcionários, ou seja, total desrespeito com o cidadão que necessita desse serviço.

    Um dos problemas urbanos que mais preocupa a população atualmente é a violência, pois todos estão vulneráveis aos crimes que ocorrem, principalmente nas grandes cidades do Brasil. Diariamente têm-se notícias de assassinatos, assaltos, sequestros, agressões, e outros tipos de violência. Esse fato contribui bastante para que a população fique com medo, e o que é pior, muitos já não confiam na segurança pública.

    Um dos problemas característicos dos países em desenvolvimento é a desigualdade social, no Brasil não é diferente. Isso ocorre entre as Regiões, Estados, Cidades e Bairros, refletindo em aspectos como a qualidade de vida, educação, segurança, entre outros. Uma pequena parcela da população brasileira é muito rica, enquanto a maioria é pobre; o que é um reflexo da grande desigualdade na distribuição de renda.

    O Brasil tem um mercado livre e uma economia exportadora. Medido por paridade de poder de compra, seu produto interno bruto ultrapassa 1.6 trilhão de dólares, fazendo-lhe a oitava maior economia do mundo e a maior da América Latina em 2006. [1] O Brasil possui uma economia sólida, construída nos últimos anos, após a crise de confiança que o país sofreu em 2002, a inflação é controlada, as exportações sobem e a economia cresce em ritmo moderado. Em 2007, o PIB brasileiro demonstrou um crescimento superior ao que se pensava, mostrando uma economia muito mais saudável e pronta para estrelar junto às outras economias BRICs. O Brasil é considerado uma das futuras potências do mundo junto à Rússia, Índia e China.

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  28. OBSERVAÇÃO: ESSA VAI SER MINHA RESPOSTA

    Aluna: Camila do Vale Rodrigues
    Serie: 2 ano B
    Questão 2:

    O Brasil é um país que teve um rápido crescimento populacional que durante muito tempo conviveu com graves problemas ( saúde , infra-estrutura, moradia e alimentação). Essa ameaça, no entanto, parece está sobrepujada. As razões para esta queda são várias, com a globalização ocorre maior dispersão do conhecimento e das informações pelo mundo. O alto custo de vida atual faz com que os casais passam a pensar no planejamento familiar (Art. 1º O planejamento familiar é direito de todo cidadão.) decidindo então ter menos quantidade de filhos e a busca por melhor qualidade de vida são fatores relacionados a queda da taxa de fecundidade. Tendo em vista a queda da taxa de fecundidade vão surgir algumas consequências desse fato na areá economica, o custo de vida ficaria mais baixo, fortalecimento econômico, possibilitando ao governo fazer mais investimentos e consequentemente amentaria a renda per capita do país, criando mais emprego e enriquecimento da população. Pensando por outro lado vão surgir alguns riscos da continuidade dessa queda, inicialmente temos o envelhecimento da população, isto é, a maior parte da população seria composta por velhos, levando a falta da mão de obra.

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  29. Isabelle Akemi
    2° ano "B"

    Questão 6:

    Observando o censo de 2010 podemos apontar que as regiões mais populosas, são também as regiões com mais problemas.
    Segundo o censo de 2010 foi contabilizado 190.732.694 pessoas. Sendo assim a 5º maior população do mundo, ficando atrás somente da China, Índia, EUA e Indonésia.
    O Censo 2010 compreendeu um levantamento minucioso de todos os domicílios do país. Nos meses de coleta de dados e supervisão, 191 mil recenseadores visitaram 67,6 milhões de domicílios nos 5.565 municípios brasileiros para colher informações sobre quem somos, quanto somos, onde estamos e como vivemos.
    Os primeiros resultados definitivos, divulgados em novembro de 2010, apontaram uma população formada por 190.732.694 pessoas.
    Em abril de 2011, foi divulgada a Sinopse do Censo Demográfico, com informações sobre domicílios recenseados, segundo a espécie, e população residente, segundo as Unidades da Federação e municípios.
    Em novembro, mais resultados chegaram ao conhecimento do público com a divulgação do Censo Demográfico: Características da população e dos domicílios: resultados do universo; Censo Demográfico: Resultados preliminares da amostra; Indicadores Sociais Municipais: Uma análise dos resultados do universo do Censo Demográfico e Base de Informações do Censo Demográfico: Resultados do universo por setor censitário.

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  30. Iana Camila 2º ano B1 de março de 2012 17:08

    Questão 4:

    A estrutura etária da população é a distribuição dos indivíduos de uma população pelas diferentes idades ou grupos de idades (classes etárias). O estudo da estrutura etária é feito pelas pirâmides etárias: gráficos de barras que representam a população por grupos de idade e sexo.

    A pirâmide etária brasileira sofreu muitas mudanças a partir do desenvolvimento do país. Até o início da década de 1930 o crescimento da população do Brasil contou com forte contribuição da imigração. A partir de 1934, com a adoção da "Lei de Cotas" que estabelecia limites à entrada de imigrantes, o aumento da população dependeu, principalmente, do crescimento vegetativo (cv) – a taxa de natalidade no país era muito grande. Na década de 1950 houve uma grande mudança no perfil demográfico brasileiro: uma queda significativa da taxa de mortalidade devido à melhoria das condições de vida da população. A partir da década de 1960, começou a ocorrer uma desaceleração demográfica contínua. A diminuição da taxa de fecundidade (número de filhos por mulher em idade reprodutiva), que declinou de 5,8 filhos por mulher nesse período, refletiu na queda da taxa de natalidade. A inclusão da mulher no mercado de trabalho; o aumento da escolaridade; a idade mais avançada ao casar; assim como o uso de métodos contraceptivos foram responsáveis por essa diminuição. O crescimento demográfico brasileiro nesta década era de aproximadamente 3,0% ao ano.

    O Brasil, antes da década de 1980, era considerado um país subdesenvolvido jovem e apresentou a pirâmide etária com a base larga e ápice estreito, indicando o predomínio de jovens elevada (41,9% da população) e pouca participação de idosos (6,5% da população). A partir de 1990 a população adulta passou a predominar e assim a base da pirâmide sofreu estreitamento. No período 1991/2000 a taxa de crescimento médio da população sofreu uma redução para 1,6% ao ano. O número de jovens caiu para 31,6% da população. Esse fenômeno ocorreu principalmente por causa da melhoria nas condições sanitárias, da urbanização, da elevação da medicina e do maior acesso desses recursos à população. Esses fatores refletiram em um aumento da expectativa de vida e a redução da mortalidade infantil. Essas mudanças implicaram também no aumento do número de idosos (5,3% da população), ou seja, a pirâmide de idade reflete o processo de envelhecimento da população brasileira e na elevação do nível de instrução da população. O crescimento da população idosa exige novos investimentos do estado, principalmente no que se refere ao sistema previdenciário e ao atendimento médico e social.

    As mudanças ocorridas na pirâmide etária do Brasil são consequência das transformações urbanas e econômicas do país, pois nestas condições é natural que os índices de natalidade sejam baixos. Em 1996 a pirâmide etária brasileira foi marcada pela transição demográfica de um país jovem para um país maduro (37,4% de jovens e 8,8% de idosos). A expectativa de vida do brasileiro, hoje, já ultrapassou os 70 anos de idade (IBGE), o que corresponde à média mundial.

    Há um equilíbrio entre a população masculina e feminina brasileira. A diferença se tornou mais nítida entre 1980 a 2006. Essa diferença foi de 50,3%, tendo como principal fator o aumento da mortalidade de jovens do sexo masculino com idades entre 15 e 24 anos, resultante da violência nos últimos anos. A única região do Brasil que tem maior número de homens é a Norte, porque é uma área de atração populacional para setores da mineração e da fronteira agrícola.

    Para o futuro, as diversas projeções concordam com a continuação desta diminuição, que passaria de 1% ao ano, entre 2000 e 2010, para 0,3% ao ano, entre 2045 e 2050 (IBGE, 1997; United Nations, 2001). As modificações da estrutura etária confirmam as mudanças no comportamento reprodutivo da população brasileira e revelam uma tendência demográfica para as próximas décadas: o Brasil terá deixado definitivamente de ser um país jovem em 2025.

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  31. Questão 3 Gabriel Augusto 2º ano "A"

    O crescimento vegetativo corresponde à diferença entre as taxas de natalidade e de mortalidade. Segundo fontes e pesquisas, de 1950 a 2000 o numero da população brasileira cresceu devido á queda de mortalidade que gerou o crescimento de natalidade e consequentemente aumentou a população brasileira.

    Mais devido ao numero de urbanização acelerada, deu por conta de diminuição do crescimento vegetativo. Mais o índice da população ainda continua alto, o que é “normal” de países subdesenvolvidos como o Brasil.

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  32. Ícaro Queiroz
    2º B

    QUESTÃO 4


    As pirâmides etárias são gráficos que retratam os sexos(o lado esquerdo da pirâmide representa as pessoas do sexo masculino e o direito, as do sexo feminino) e principalmente as faixas de idade. A base da pirâmide representa a população jovem; a parte intermediaria, os adultos e o topo os idosos.

    Os países subdesenvolvidos como o Brasil na década de 1970 apresentava base larga, indicando grande numero de jovens devido á alta natalidade; ápice estreito, indicando o pequeno numero de idosos e baixa expectativa de vida.

    A pirâmide etária brasileira vem apresentando mudanças significativas típicas de um país em situação final de transição demográfica. Até o inicio da década de 1980, a população brasileira caracterizava-se por ser basicamente construída por jovens, em consequência dos altos níveis de fecundidade e natalidade. A base da pirâmide etária mantinha-se larga.

    A partir de 1980, porem, a situação alterou-se: a base começou a estreitar-se, o que continuou até o momento com um estreitamento ainda maior, o que demonstra o menor peso dos jovens no contingente total.

    Como consequencia, o Brasil precisa repensar a previdencia social e o atendimento social ao idoso pois o aumento de mortalidade vem se estendendo cada vês mais.

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  33. Bruna Caroline - 2 ano A

    QUESTÃO 2:

    Desde a década de 70 vem ocorrendo uma redução na taxa de natalidade no Brasil. Em 1970 a mulher brasileira tinha, em média, 5,8 filhos. Trinta anos depois, esta média era de 2,3 filhos.
    Isso reflete a mudança que vem ocorrendo no Brasil em especial com a urbanização e com a entrada da mulher no mercado de trabalho, que tem contribuído com a redução significativa da taxa de natalidade e por conseqüência da taxa de fecundidade.os avanços da medicina e a utilização de métodos contraceptivos (preservativos, pílulas anticoncepcionais, diafragma e etc.) também influenciaram a redução do número de filhos.

    Consequências - A queda da fecundidade provoca, em primeiro lugar,o
    envelhecimento da população , o que, a longo prazo, representa o declínio do número de habitantes, realidade já constatada em 15 países europeus, a exemplo da Alemanha. É percebido também o alongamento da expectativa de vida do brasileiro, que nos anos 50 era de até 43 anos de idade e hoje aumentou para 68 anos. Isso, devido, entre outras causas, a medicina preventiva. A diminuição também implica na redução da contribuição do servidor para com o INSS, ou seja á medida em que a população vai envelhecendo e não há um aumento na taxa de natalidade, consequentemente a contribuição será menor dentre outras consequências.

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  34. Questão 2
    Aluno: Edijailson Jonatas Araújo Leite
    Serie: 2º Ano - A

    Como podemos analisar no gráfico, a taxa de fecundidade vem abaixando cada vez mais, antigamente nos anos 60 a media era de 6,30 filhos por mulher que a cada década foi diminuindo mais e chegando aos dias de hoje em 2 filhos por mulher. Essa grande baixa é devida aos métodos contraceptivos, que hoje as mulheres são informadas sobre o uso, e também elas cresceram bastante no mercado de trabalho onde ficam com tempo reduzido para os trabalhos domésticos. A maioria dos casais de hoje fazem projetos para ter filho ou filhos já pensando nas despesas, e também na área rural já é chegado as campanhas de prevenções que tem contribuído na alta baixa de fecundidade.

    Pelo fato dessa baixa hoje a população possui mais idosos e menos jovens aumentando a expectativa de vida dos idosos que esta para mais de 60 anos.

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  35. Breno Renan de Melo Cruz | 2º Ano A |

    Questão 1) Apresente e explique os pontos negativos e positivos resultantes da diminuição da taxa de natalidade no Brasil.

    Em 1970 a mulher brasileira tinha, em média, 5,8 filhos, mas 30 anos depois, esta média caiu para 2,3 filhos. Os principais fatores que causaram essa redução foram: A inserção da mulher no mercado de trabalho, o intenso processo de urbanização, o aumento do custo de vida (saúde, educação, transporte, lazer...), Um aumento de informações sobre o planejamento familiar e difusão de noticias sobre pílulas anti-concepcionais, preservativos, DIL, ligadura, dentre outros.
    Essa diminuição na taxa de natalidade brasileira trouxe grandes benefícios e desvantagens para os casais brasileiros e para o próprio Brasil; Os principais pontos positivos desse declínio foram: O aumento da taxa de qualidade de vida, A “estabilidade” populacional da nação Brasileira e a aproximação da taxa de natalidade do Brasil com a dos países desenvolvidos; Os principais pontos negativos foram: Aumento da taxa de adultos/idosos no país e da mortalidade infantil, Queda da proporção de jovens no Brasil e o ocorrimento de mudanças recentes no sistema da previdência social.

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    Respostas
    1. Breno Renan de Melo Cruz | 2º A |

      Acrescentando:

      2º paragrafo, 3º linha: "Os principais pontos positivos desse declínio foram: O aumento da taxa de qualidade de vida, causado pela escolha dos casais em terem menos filhos..."

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  36. Karen Andressa - 2°ano A

    “Os dados do Censo 2010, divulgados pelo IBGE indicam que, no máximo 40 anos, a pirâmide etária brasileira será semelhante à da França atual. O país terá taxa de natalidade mais baixa e, com isso, média de idade maior. Há 50 anos, o país tinha o mesmo perfil etário do continente africano hoje: muitos jovens e crianças. Desde então, a população do país cresce em ritmo cada vez mais lento.”
    Desde o primeiro recenseamento ocorreram varias mudanças na evolução demográfica brasileira. Inclusive pelas significativas mudanças na sua estrutura etária, até a década de 1930 o crescimento populacional contava com a entrada de imigrantes, com a criação da “Lei de Cotas” que limitava a entrada desses imigrantes em nosso país o crescimento populacional passou a depender principalmente do crescimento vegetativo.
    A taxa de natalidade brasileira, que já foi muito alta esta diminuindo de maneira significativa nos últimos tempos, assim apresentando grandes mudanças na pirâmide etária. Em 1950 houve uma melhoria na condição de vida dos brasileiros, fazendo com que a taxa de mortalidade diminuísse. A partir da década de 60 começa a diminuir a taxa de natalidade também. Ainda na década de 1960, começou a notável diminuição na taxa de fecundidade, que teve um declínio de 2,3; e na década de 1990 teve uma diminuição ainda mais notável que foi de 5,8.
    Com isso a população idosa teve um aumento. O país cada vez mais tem idosos, tendo assim diminuição na taxa de mortalidade e aumento na expectativa de vida e também levando a economia a se adaptar as necessidades de consumo dessa população.

    Ate a década de 80 o Brasil era considerado um pais jovem, que na pirâmide é a base larga e ápice estreito, indicando grande quantidade de jovens. Mas a partir de 1990 houve uma mudança nessa base, a base da pirâmide se estreitou, representando o aumento da população adulta e diminuição da jovem.
    O motivo dessa mudança foi o crescimento do Brasil, pois ele se tornou um pais mais desenvolvido industrialmente, automaticamente teve aumentando no custo de vida, assim fazendo com que os brasileiros optassem a ter menos filhos.
    A população do país deve continuar a crescer até 2030. Depois, deve diminuir. Segundo pesquisas o país deve começar a se preparar para as transformações que estão acontecendo, um exemplo é a Previdência. Juntamente com o aumento da população idosa, terá o aumento no numero de aposentados, podendo assim causar danos a Previdência. Porem daqui até lá existe a previsão do país ser beneficiado pelo chamado “bônus demográfico” que é dado por uma grande presença de adultos na sociedade. A produção feita por esses indivíduos poderá minimizar o impacto que a população idosa causara nas contas publicas.
    Com a diminuição no numero de crianças o país deve melhorar a educação. Haverá transformações no mercado de produtos e serviços. Com o aumento de idosos também é esperada a melhoria na saúde.

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  37. Aluna:Luanna F. de Freitas/Serie:2ano A
    Questão 4-
    Como todo pais subdesenvolvido onde a base economica é a agricultura,o Brasil sofre de desigualdade social,onde se encontra na 8 posição no ranking que tem o maior índice de desigualdade social e econômica no mundo.A má destribuição de renda vem afetando cada vez mais os brasileiros.Os salarios muito baixos,a precariedade da saude,o desemprego,a fome,a violência,entre outros,só vem demostrando mais a evidencia desses dados,porque em um pais que produz bastante,muitos ficam com poucos,e poucos ficam com muito,um exemplo disso esta na expectativa de vida entre essas pessoas onde quem tem mais dinheiro tem condições de investir na sua saúde,na sua educação tendo assim uma maior expectativa de vida,enquanto a maioria que recebe pouco terá que depender do governo para ter uma educação ''boa'' e saude de qualidade,enfim,porque um pais como o Brasil não investe em uma melhor qualidade de vida pros brasileiros.

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  38. Questão 3
    Gustavo Holanda Komig, 2º Ano B.

    O crescimento populacional depende de dois fatores, a migração, que no nosso país só foi consideravelmente ativo até o ano de 1934, porem, com as leis de imigração o crescimento populacional tornou-se dependente do CV (crescimento vegetativo), que é a diferença entre a taxa de natalidade (calculada dividindo o numero de nascimentos no ano pelo numero de habitantes existentes no local e multiplicando o resultado por mil) e a de mortalidade. Nos anos de 1940 a 1950 a taxa do CV era de 2,39%, já no ano de 2000 a 2010 o Brasil possuía como taxa de CV 1,23%, analisando a diferença de crescimento nos perguntamos quais os motivos do enfraquecimento do CV: A atual sociedade diferentemente da sociedade de alguns anos atrás vem prezando cada vez menos as grandes famílias. O papel da mulher está cada vez mais “social” do que familiar, é claramente perceptível que o numero de filhos por mulher brasileira diminuiu, em 1996 era de 2,7 filhos, no ano de 2008 de 1,8, já em 2010 de 1,78 filho por mulher, talvez na próxima geração não seja possível repor a taxa de mortalidade com a de natalidade. No Brasil podemos notar ainda diferenças significativas no quesito “natalidade”, analisando regionalmente, as taxas mais elevadas são no Nordeste e Norte, onde é possível encontrar ainda, em alguns locais “o cultivo” de famílias maiores do que no Sul e Sudeste. O crescimento vegetativo do nosso país está cada vez mais fraco também devido a uma serie de complicações, recursos financeiros, falta de tempo para um convívio familiar ou até mesmo o fato de existir métodos contraceptivos, que é adotado por muitas mulheres, resultando assim em famílias mais tardias. Presente também no Brasil e que influência no CV é a mortalidade infantil, um valor elevado nos marca sendo em media 21 crianças mortas a cada 1000 que nascem, alem do fato de atualmente a medicina estar cada vez mais evoluída, ajudando ainda a influenciar o CV brasileiro. A ideologia brasileira de um padrão patriarcal dos anos 40 foi simplesmente modificada, tornando assim a nossa taxa de crescimento cada vez mais fraca.

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  39. Jean Victor 7ano A
    Manganês
    Se tem encontrado dióxido de manganês, MnO2, em pinturas rupestres como pigmentor de coloração negra. Foram utilizados ao longo da história, por exemplo, pelos egípcios e pelos romanos, compostos de manganês para descolorir o vidro ou dar-lhe coloração.
    Foi encontrado manganês nas minas de ferro utilizadas pelos espartanos, o que explica talvez o fato da especial dureza dos seus aços.
    No século XVII, o químico alemão Johann R. Glauber produziu pela primeira vez o permanganato, um reativo de laboratório bastante utilizado.
    Em meados do século XVIII, o dióxido de manganês foi empregado para a produção de cloro. O químico sueco Carl Scheele foi o primeiro a descobrir que o manganês era um elemento, porém foi J. G. Gahn quem o isolou por redução do óxido com carbono.
    No início do século XIX se começou a experimentar o uso do manganês em ligas de aço. Em 1816 comprovou-se que o seu uso endurecia o aço, sem torná-lo mais frágil. É uma elemento que é usado em grande escala como micronutriente em plantas de caráter comercial, como soja (Glycine max), desempenhando papel fotossintético para a planta.
    O manganês é um oligoelemento. É um elemento químico essencial para todas as formas de vida, nas quais tem funções tanto estruturais quanto enzimáticas.
    A química biológica do manganês está intimamente associada à química do oxigênio, em seus vários estados de oxidação. Nesse contexto, o manganês desempenha papel fundamental nos processos fotossintéticos de produção de O2 (composto tetranuclear de Mn no fotossistema II), na degradação oxidativa de lignina (via as Mn-ligninases), em diversas reações de hidrólise e nos processos de proteção contra estresse oxidativo. Entre essas enzimas de proteção, destacam-se a superóxido dismutase de manganês (Mn-SOD), que catalisa o disproporcionamento de superóxidos, O2-, e a Mn-catalase, que catalisa o desproporcionamento do peróxido de hidrogênio, H2O2. Na concavanila A (da família das lectinas, o manganês tem um papel estrutural

    O manganês é o segundo metal mais abundante na crosta terrestre, atrás apenas do ferro e encontra-se amplamente distribuído.
    É encontrado em centenas de minerais, embora apenas uma dezena apresente interesse comercial. Destacam-se a: pirolusita (MnO2), psilomelana (MnO2•H2O), manganita (MnO(OH)), braunita (3Mn2O3•MnSiO3), rodonita (MnSiO3), rodocrosita (MnCO3), hübnerita (MnWO4), e outros. Também tem-se encontrado em leitos marinhos, onde o conteúdo de manganês oscila entre 15 e 30%, de onde seria possível extraí-lo.
    Manganês (Mn)é o nome dado a um metal branco cinzento distribuído em diversos ambientes geológicos, encontrando-se na forma de óxidos, hidróxidos, silicatos e carbonatos. É um elemento dotado de qualidades importantes à utilização na indústria siderúrgica, devido à sua composição físico-químicas, atuando como agente (diminuidor da quantidade de enxofre) e desoxidante (propício a corrosão e ferrugem, por possuir maior afinidade com o oxigênio do que com o ferro). São as formas em óxidos que representam a maior parte da utilização industrial e comercial do elemento, como por exemplo a pirolusita (MnO2), a hausmanita (Mn3O4) bem como a manganita (Mn2O3H2O).
    É comum classificar o manganês a partir do minério em que este encontra-se agregado. Temos assim:
    • Minério de manganês - composto de mais de 35% de manganês puro;
    • Minério ferruginoso – com uma quantidade de manganês variável entre 10 e 35%;
    • Minério de ferro manganesífero – com uma quantidade de manganês variável entre 5 e 10%.

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  40. Questão 3 - Izabella G. Borba Soares - 2º "A"

    Crescimento vegetativo é a relação entre as taxas de natalidade e as de mortalidade. Quando a taxa de natalidade é maior que a de mortalidade, tem-se um crescimento vegetativo positivo; caso contrário, o crescimento é negativo; e quando as duas taxas são equivalentes, o crescimento vegetativo é nulo.

    No entanto, acompanhando uma tendência mundial, o crescimento demográfico brasileiro vem sofrendo reduções nos últimos anos. A população continua crescendo, mas as porcentagens estão diminuindo.

    A população brasileira cresceu de maneira rápida entre as décadas de 1940 e 1960, e teve uma grande queda na taxa de mortalidade, fazendo assim com que houvesse um grande crescimento vegetativo.

    A partir da década de 1970, grande parte da população migrou para os centros urbanos, em busca de melhores condições de vida com melhores empregos e chances de estudo. Com isso, muitas famílias começaram a reduzir de tamanho, devido à falta de tempo para cuidar dos filhos, ao aumento no custo da formação familiar, no custo da saúde e escolaridade. Muitos casais, buscando ter uma boa vida financeira, optaram por ter menos filhos ou deixá-los para mais tarde.

    O ingresso da mulher no mercado de trabalho possui uma parcela de culpa, pois com isso, esta tem menos tempo para ficar em casa e se dedicar à vida domestica. A aceitação de métodos contraceptivos, o planejamento familiar e a mudança ideológica da população são outros fatores que contribuem para a redução no crescimento populacional.

    Mesmo com a queda na taxa de natalidade a de mortalidade não aumentou, muito pelo contrário, devido à urbanização, investimentos em saneamento básico, evolução da medicina e melhoria na qualidade de vida da população de baixa renda o índice de mortalidade no Brasil vem diminuindo de maneira satisfatória.

    Nos anos de 1960, as mulheres brasileiras tinham uma média de 6,3 filhos, atualmente essa média é de 1,78 filhos, que está abaixo da média mundial, que é de 2,6.

    Segundo estimativas do IBGE, em 2050 a população brasileira será de 259,8 milhões de pessoas, e nesse mesmo ano a tava de crescimento vegetativo será de 0,24%, mas apesar dessa queda brusca no crescimento vegetativo, a população brasileira não irá reduzir rapidamente, pois a expectativa de vida está aumentando em virtude do desenvolvimento na medicina e na preocupação da população com relação à própria saúde, portanto ocorrerá um envelhecimento da população, mas uma grande melhora na qualidade de vida.

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  41. Andressa Neitzke (2º A)2 de março de 2012 14:21

    Questão 01.

    A diminuição na taxa de natalidade não depende de um só fator e sim de uma série de fatores que se complementam. Abaixo serão citados alguns (negativos e positivos) que desencadearam essa queda significativa na taxa de natalidade da população brasileira.

    Pontos negativos:

    Envelhecimento da população – causa um grande prejuízo na previdência tendo em vista que existirão muitos idosos dependendo da previdência e poucos jovens para exercer mão-de-obra.

    Maior custo de vida – Atualmente sobreviver nas cidades requer um maior custo financeiro e muitas famílias optam por ter um ou dois filhos devido a esse elevado custo.

    Casamentos tardios - hoje existe mais a preocupação com o trabalho do que com o casamento, assim as mulheres quando casam, já possuem uma idade mais avançada o que diminui as chances de ter mais de um filho.

    Positivos

    Aumento na qualidade da saúde – com esse aumento, a população vive mais, porém deixa o país “mais velho” o que preocupa a previdência, como já foi citado antes.

    Inserção da mulher no mercado de trabalho – há algum tempo a mulher vem tendo uma maior participação na área de trabalho e não tem mais a função de ser apenas dona de casa.

    Maior uso de métodos contraceptivos – o governo vem fazendo com que boa parte da população tenha fácil acesso aos métodos preventivos, porém ainda é necessário fazer um maior acompanhamento pois existem famílias de baixa condição que ainda não sabem como fazer o uso correto dos anticoncepcionais.

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  42. nome:daniely alves serie:"2B" questao 2
    A redução da taxa, em 2005, para 2,0 filhos por casal deixava o Brasil em uma situação de “estabilidade” populacional. Se cada casal continuasse a ter dois filhos, a população simplesmente seria reposta, ou seja, para cada duas pessoas que morressem, nasceriam outras duas. Porém, a tendência é que esses índices continuem caindo, o que já foi observado em 2006 (1,8). A projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é de que a taxa de fecundidade em 2050 seja de 1,61.
    O envelhecimento da população exige investimentos em políticas públicas nas áreas de saúde, previdência, acessibilidade, entre outras. A diferença é que, enquanto nos países da Europa esse declínio teve início ainda com o processo de industrialização e ocorreu de forma gradual, durante cerca de cem anos, no Brasil, a diminuição da fecundidade se deu em pouco mais de 40 anos.
    Embora o Brasil não tenha tido oficialmente uma política governamental que pregasse a diminuição do número de filhos por casal, outras políticas tiveram esse efeito como secundário. Um exemplo é a Previdência. Com a garantia de uma fonte de renda na velhice, as pessoas deixaram de se preocupar em ter vários filhos para garantir o sustento no futuro.
    A entrada da mulher no mercado de trabalho contribuíram para tornar as famílias menores. “A saída do meio rural fez com que as famílias não precisassem mais ter tantos filhos para mão de obra. A industrialização levou as mulheres para as fábricas .

    números apontam uma tendência de diminuição da gravidez na adolescência e aumento entre as mulheres de mais de 30 anos. Em comparação com o Censo 2000, os dados mostram que as brasileiras têm deixado de ser mães tão jovens como constatado na década anterior. Há dez anos, 18,8% dos nascimentos ocorriam na faixa dos 15 aos 19 anos e 29,3% entre 20 e 24 anos Essas proporções caíram para 17,7% e 27%, respectivamente. Os nascimentos na faixa de mais de 30 anos, que eram 27,6% do total, subiram para 31,3%.


    "É um dado positivo que aponta a redução das mães muito jovens e a tendência de as mulheres terem filhos quando estão mais maduras não apenas financeiramente, mas emocionalmente também", diz a presidente do IBGE, Wasmália Bivar. A tendência de envelhecimento da população, lembra ela, "muda substancialmente as políticas públicas e vai requerer infraestrutura para pessoas idosas e oferta de mobilidade para a população que fica mais velha".

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  43. Renan Rodrigues-2ºB
    Questão 7

    Há uma dificuldade enorme em educar as crianças e jovens no Brasil, pois não existe uma parceria completa entre o Governo Federal, Estados e Municípios. Os três atuam de forma independente e muitas vezes sem acordo. Como na Alemanha que passa a responsabilidade da educação para os estados e que desempenha um pequeno papel, ela atua de forma separatória, em que separa os alunos interessados e produtivos dos que estudam menos visando assim gerar bons profissionais. Com 21% da população de analfabetos funcionais e 14 milhões analfabetos de fato, o Brasil deixa de ganhar no futuro, pois essas pessoas viram mão de obra desqualificada que provoca inchaço do setor terciário e aumento expressivo da pobreza seguido pela criminalidade. A porcentagem de crianças e adolescentes na escola passa dos 82%, mas isso não mostra que as crianças e adolescentes estão realmente aprendendo, com uma politica de não estuda e passa os dados Oficiais estão melhorando porem a quantidade de jovens que sai da escola após concluir o ensino médio e não consegue aprovação em vestibular é assustadora. Ao ver ruas de países europeus e até do Japão nos surpreendemos mas, ao darmos uma olhada em seu sistema de educação não é de se espantar que sejam tão organizados mesmo em multidões, com uma grande participação do estado e interesse dos alunos “cerca de 75,9% dos formandos do ensino secundário cursaram a universidade, a educação profissional, ou outros cursos pós-secundários em 2005” ( Dados do Japão). Mesmo não sendo obrigatório cerca de 94% dos estudantes da escola Média japonesa vão para o ensino Superior. No Brasil, há uma dificuldade grande para as pessoas que estudam no ensino público passarem em uma universidade, restando muitas vezes outras opções que o Governo Federal Criou para facilitar o acesso a Faculdades, como o FIES (Financiamento Estudantil) que garante o estudo em uma Faculdade Particular às pessoas de baixa renda.

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  44. Iann Rodrigues
    2ºB Questão 4

    As pirâmides etárias são representação gráfica da composição da população de um lugar em função da idade e do sexo, em um ano determinado. “Esse gráfico é construído marcando-se, na linha da ordenada (vertical), as idades da população de zero até o limite superior (80 anos ou mais); na linha da abscissa, (horizontal) os efetivos da população, ou seja, sua quantidade ou número em cada idade”.
    Como podemos percebe a pirâmide etária do Brasil em 1980 era uma pirâmide jovem. Como percebemos isso? Toda pirâmide jovem de alguns países apresenta base larga, devido a elevada taxa de natalidade e topo estreito em consequência de uma elevada taxa de mortalidade e esperança de vida reduzido. Esse tipo de pirâmide representa população jovem típica de países menos desenvolvida.
    As outras duas pirâmides do Brasil do ano de 2000 e 2020 apresentam uma pirâmide adulta, ou seja, a base continua sendo larga, porem a um aumento na parte central e no topo da pirâmide, o que significa que a uma diminuição da taxa de natalidade. Existe um aumento na esperança media de vida, em consequência da diminuição da taxa de mortalidade. Esse tipo de pirâmide é comum em países em desenvolvimentos significado que o Brasil está se desenvolvendo cada vez mais.

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  45. Fabrício Gomes 2° B2 de março de 2012 15:25

    Questão 3

    " De acordo com esta afirmativa as regiões brasileiras estão sofrendo com o numero de mortes superior ao numero de nascimento (crescimento vegetativo= numero de nascimento – numero de falecimentos). Isso acontece de varias formas:
    Quando nasce muita gente, mas falece muita ao mesmo momento por diversos motivos (doença, assassinato, suicídio, entre outros) caso da África.
    Outra forma é de nascer muita pouca gente e a quantidade de morte esteja equilibrada assim acontece normalmente hoje em dia pois as mulheres estão deixando para ter filho mais tarde se preocupando mais com a carreira profissional tentando ter uma vida econômica estável e relativamente alta para dar ao filho uma vida com mais educação, saúde entre outros.
    A camisinha é outro fato que diminui o fato der ter menor taxa de natalidade propondo ao casal ter filho quando desejar ser o termino do prazer sexual.
    O custo de vida aumentou com a revolução industrial assim ficando mais difícil der manter muitos filhos ao mesmo tempo.
    A mulher tem um trabalho fora e dentro de casa assim não tendo como administrar seu tempo para ter um filho.
    Um conflito regional faz com que muita gente morra e baixa natalidade.
    Fabrício Gomes 2° B

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  46. Aluno : Rafael Duarte
    2 Ano B
    Questão 7

    Pesquisas na área educacional apontam que um terço dos brasileiros frequentam diariamente a escola (professores e alunos). São mais de 2,5 milhões de professores e 53 milhões de estudantes matriculados em todos os níveis de ensino. Estes números apontam um crescimento no nível de escolaridade do povo brasileiro, fator considerado importante para a melhoria do nível de desenvolvimento de nosso país.
    Esta queda no índice de analfabetismo deve-se, principalmente, aos maiores investimentos feitos em educação no Brasil nos últimos anos. Governos municipais, estaduais e federais tem dedicado uma atenção especial a esta área. Programas de bolsa educação tem tirado milhares de crianças do trabalho infantil para ingressarem nos bancos escolares. Programas de Educação de Jovens e Adultos (EJAs) também tem favorecido este avanço educacional. Tudo isto, aliado a políticas de valorização dos professores, principalmente em regiões carentes, tem resultado nos dados positivos.
    Esta melhora no índice de Educação no Brasil é boa, não só para os estudantes, mas sim para todo o país, pois, melhorando o nível de educação da população brasileira, melhorará o percentual de pessoas qualificadas na área profissional, aumentando a qualidade de vida dos brasileiros, e consequentemente, diminuindo a desigualdade social, diminuindo o número de pobres e aumentando o número de pessoas na classe média.
    Um bom exemplo para nos espelharmos é a América do Norte, onde o índice de analfabetismo é muito baixo, o que faz a qualidade de vida ser melhor. Ainda não chegamos nesse ponto, mas segundo as pesquisas realizadas, esse gráfico está melhorando a cada dia.

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  47. Aluna Juliana
    2º B Questão 5

    Podemos observar no gráfico que a distribuição de renda no Brasil não esta tão desigual em comparação á anos atrás, pois a ascendência das classes subalternas é notável. Porem a condição social das classes, C, D e E não é confortável, mas com o Brasil em processo de desenvolvimento, essas classes estão sempre em uma crescente.
    Com a criação de empregos, novas vagas surgido no mercado de trabalho brasileiro á situação econômica da população melhora, as classes A e B continuam praticamente estáveis com melhora ou aumento de 1% no quadro geral, já as classes, C, D e E vêem em uma crescente, principalmente a classe C, que, segundo dados de pesquisas cresce muito mais do que em relação as outras classes sociais.
    Então notamos que, com o crescimento econômico social do Brasil o crescimento da população brasileira nesse aspecto é automático, já que em anos anteriores uma grande porcentagem da população brasileira se encontrava em situação critica nessas áreas, porem hoje essas classes respiram um pouco, já que as classes D e E obtém uma renda mensal superior á um salário mínimo.

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  48. Luana Amaro de Araújo Tardin
    2º Ano A
    Questão 5:

    Percebe-se pelo gráfico apresentado que há uma disparidade entre as classes sociais A,B, C, D e E. Segundo a ONU o Brasil foi classificado em 2011 como o 5º país mais populoso do mundo com 109,7 milhões de habitantes. Esse aumento populacional faz com que as desigualdades sociais e econômicas sejam mais perceptíveis. O número de consumidores por classe econômica de 2005 a 2009 teve um aumento mais significado na classe C.

    Em contrapartida, pelo contingente de pessoas no Brasil, a desigualdade social aumentou ainda mais, o que pode ser percebido no número de consumidores na Classe D/E que regrediu. Os dados do IDH (Indice de Desenvolvimento Humano) revelam que a Classe A/B continua concentrando uma renda per capita mais elevada, apesar que o aumento foi desconsiderável em relação às outras classes.

    Apesar da Classe D/E ter um percentual de consumidores superior (35%) às Classe A/B e ter em média uma renda familiar maior que o salário mínimo (o que não significa que todas as famílias recebam um salário mínimo) a quantidade de consumidores da Classe A/B é muito menor (16%), porém a renda familiar é mais elevada.

    Se há disparidade econômica consequentemente há disparidade social. Na Classe A/B concentram-se os grandes empresários, políticos e profissionais com curso superior e graduação( médicos, juízes, engenheiros, etc). Já a Classe C considera-se a grande parte da população, como os pequenos comerciantes, professores, funcionários públicos etc.

    Já a Classe D/E são aqueles que muitas vezes não conseguem mensalmente o rendimento de um salário mínimo como as pessoas que fazem parte de programas do governo, tais quais o Bolsa Família, vendedores ambulantes (de picolé, cocos, pipoqueiros) e aqueles que não conseguem obter um trabalho digno e remunerado, ficando à margem da sociedade.

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  49. ALUNO=DANIEL ALVES
    SÉRIE=1º ANO “A”

    RESPOSTA QUESTÃO 2
    Antigamente as mulheres não tinham a idealização e a quantidade de acesso de informações que temos hoje em dia,o antigamente que correspondia a de nossos avós,bisavós e etc. Onde eles tinham uma quantidade de filhos que não podemos comparar aos dias atuais,aproximadamente eles tinham uma quantidade de filhos de aproximadamente de seis por família isso com exceções que tinham família que chegavam com aproximadamente dez filhos ,dava-se este fator pela falta de informações e prevenções ocorridas na época.
    atualmente mães conversam com seus filhos sobre esse fator,daí vem que a fecundidade vai se declinando,mais produtos como preservativos vão chegando aos adolescentes,as mulheres estão trabalhando hoje em dia, e estão por terem filhos mais tarde.O fator capitalista também prevalece a questão do gasto com o filho,também é razão aos casais a deixarem para terem uma condição mais favorável,para depois pensarem nesse assunto,mesmo hoje em dia programas estão beneficiando mulheres(em referencia ao Brasil) com a quantidades dadas ao mês,por filho,mulheres com falta de informação,expectativa de vida muito baixa,não são fatores a elevar a taxa de fecundidade.
    Mesmo hoje em dia tendo mais crianças que idosos a expectativa é que esse quadro reverta-se pois conscientização vai chegando mesmo sendo aos poucos mais chega,pois famílias que colocam bastante filhos no mundo tem que se preocupar entrando no estado capitalista,um casal que só pode sustentar dois filhos e ter quatro,terá uma preocupação a mais sobre o fator dinheiro,todos devemos se conscientizar,não é parar de ter filhos,mas sim ter poucos filhos,e a terceira idade chegar a mais com a idade,assim vai levando o mediano da natureza.

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  50. Gabriel Boa Sorte2 de março de 2012 19:29

    Gabriel Boa Sorte 2° A

    Ao nos referirmos ao crescimento de uma população, devemos levar em conta dois fatores essenciais: crescimento vegetativo ( diferença entre a taxa de natalidade e mortalidade) e a migração. Ao longo da história, houveram bastantes movimentos migratórios em nosso país, até por conta das campanhas feitas pelo governos do Brasil nos séculos 50 e 60 ( período de crescimento industrial no país) na intenção de atrair pessoas para habitarem as diferentes regiões do Brasil. Porém, apesar de importante, não é a migração a responsável pelo crescimento populacional no Brasil e sim o crescimento vegetativo.

    Mas esse crescimento vem diminuindo desde as últimas décadas, pois a taxa de natalidade tem diminuído em nosso país. Segundo o IBGE( Índice Brasileiro de Geografia e Estatística), hoje o Brasil possui uma taxa de crescimento vegetativo positivo de 2, 40 %, mas até 2050 essa taxa diminuirá para 0,24 %. Existem muitos fatores que contribuem para essa diminuição, como por exemplo, o fato da mulher possuir dupla jornada. A partir do momento que passa a haver uma maior participação feminina na sociedade, a mulher deixa de ter uma única obrigação ( cuidar da casa e da família) e começa a ter que dividir sua rotina entre casa e trabalho, assim diminuindo a quantidade de nascimento entre as famílias.

    Outro fator predominante é a mudança de pensamentos e ideologia da população, grande parte das pessoas optam por se estabilizar financeiramente , construir um carreira, para depois buscar envolvimentos matrimoniais. Tendo um casamento tardio, conseqüentemente diminui o período de construção familiar na sociedade.

    Além disso, o brasileiro vem crescendo a sua expectativa de vida. Com os avanços da tecnologia, há uma maior higienização nas áreas urbanizadas, diminuindo assim, o número de pragas e doenças infecciosas e virais. Além claro, do desenvolvimento da Medicina, quem tem proporcionado tratamentos e prevenções para doenças que antigamente eram responsáveis por grande parte da taxa de mortalidade no país.

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  51. Bruna Martins 2° B
    Questão 2:


    Durante muito tempo os brasileiros conviveram com uma ameaça nascida nos boletins dos censos demográficos. O rápido crescimento da população do país, que aumentou dez vezes entre o início e o fim do século XX, apontava para um futuro em que faltariam alimentos, moradia e infra-estrutura para tanta gente. A bomba populacional foi um risco real para o Brasil. Foi ela que sustentou uma infinidade de apostas sombrias sobre o país. Sem que se prestasse muita atenção, porém, a bomba foi perdendo força à medida que um número cada vez maior de mulheres escolheu ter menos filhos. Essa tendência começou nos anos 70. Agora, quase quarenta anos depois, a bomba populacional acaba de ser oficialmente desativada. É uma grande notícia para os brasileiros.


    As consequências econômicas, sociais, culturais e políticas dessa mudança no tamanho da família brasileira só agora começam a serem medidas em toda a sua extensão. Com a taxa de fecundidade na casa do 1,8 filhos por mulher, abre-se para o Brasil o que os especialistas chamam de janela de oportunidade demográfica. Nos próximos trinta anos, com a queda gradual no número de nascimentos, o país terá uma proporção maior de pessoas em idade produtiva – entre 15 e 64 anos. A porcentagem de crianças e idosos, que demandam mais investimento do estado e, em tese, não produz riqueza, será inferior à existente hoje. Com menor necessidade de gastos com escolas e hospitais, entre muitos outros itens relacionados à promoção do bem-estar de crianças e idosos, torna-se mais fácil para o governo fazer investimentos que produzam riqueza e acumular poupança. O mesmo vale para os cidadãos, que podem gastar menos com a educação das crianças e com o sustento e a saúde dos mais velhos. O resultado dessa equação é o aumento da renda per capita, conta que resulta da divisão de toda a riqueza produzida por um país pelo seu número de habitantes. Quando as riquezas de um país se multiplicam e a população se mantém numericamente estável, a economia adquire vitalidade, criam-se mais empregos e todos ficam mais ricos.


    Outra surpresa embutida na pesquisa é que a queda acentuada da taxa de fecundidade brasileira se deu também no meio rural, onde as famílias são tradicionalmente mais conservadoras e numerosas. A explicação para isso está nas amplas campanhas de prevenção a doenças sexualmente transmissíveis e de esclarecimento da população a respeito de métodos contraceptivos desenvolvidas pelos governos do país há quinze anos. Em meados da década de 90, o Ministério da Saúde distribuía anualmente no Brasil cinco milhões de cartelas de pílulas anticoncepcionais e 100 milhões de preservativos. Hoje, são repassados à população todo ano 50 milhões de cartelas de pílula e um bilhão de preservativos. Esse material, assim como cartilhas de esclarecimento sobre os métodos contraceptivos, alcança atualmente aos locais mais remotos do país. A tendência à redução das famílias chegou às regiões rurais também pelos meios de comunicação. A queda da taxa de fecundidade no campo é, em si, uma segunda boa notícia. O fato mostra que as mulheres brasileiras de todos os quadrantes e estratos sociais estão empenhados em ter menos filhos, criando oportunidades para construir um país melhor e mais rico.

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  52. Aluna: Raianne Carvalho Série: 2ªA
    Questão 07
    Reposta:
    É possível perceber que o nível da educação brasileira melhorou, são mais de 2,5 milhões de professores e 53 milhões de estudantes matriculados em todos os níveis de ensino.
    De acordo com o IBJE apenas 5,7% dos brasileiros entre 25 e 64 anos continuam buscando a melhoria do seu nível educacional, sendo que quanto mais se eleva a idade, menos é a frequência dos estudos (102% contra 3,6% da população entre 50 a 64 anos).
    Os analfabetos são 32,9% se concentra mais em idoso de 65 anos de idade, na América do Norte o índice de analfabetismo é muito baixo, o que faz a qualidade de vida ser melhor.
    Com o índice de aprovação na média de 0 a 10, os estudantes brasileiros tiveram a pontuação de 4,6 em 2009.
    A meta para este ano era chegar a 10%, índice ainda alto – mas a repetência estacionou em 13%, como em alguns dos países africanos
    São vários os motivos que faz com que a educação brasileira seja baixa é a falta de investimento na educação, assim se torna difícil a superar os Estados Unidos, Alemanha e Japão que tem uma educação rígida.

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  53. KARINA DE MORAES \ 2° ANO A
    QUESTÃO 4

    No Brasil, a pirâmide etária tem se modificado a cada década, conforme dados do IBGE. Estes dados identificam os novos padrões populacionais.

    Pode-se observar que a pirâmide de 1980 possuía uma base extremamente larga e um topo extremamente estreito vinte anos depois, a pirâmide de 2000 ainda apresentava uma forma clássica de pirâmide, porém o grupo etário mais velho se tornou maior que o grupo etário anterior.
    Desta forma as taxas menores de natalidade e mortalidade transformam a estrutura etária da população, diminuindo o peso da presença de crianças e aumentando o peso do grupo de jovens e adultos, em seguida, o peso dos idosos. Isto fica claro na forma da pirâmide de 2020,época em que a estrutura etária da população brasileira deverá ter a forma de um retângulo e a percentagem de idosos deverá se igualar a percentagem de crianças.
    Ao processo de mudança da estrutura etária e de envelhecimento da população – que é
    provocado fundamentalmente pela queda da fecundidade – soma-se dois indicadores sociais muito
    positivos: a queda das taxas de mortalidade infantil e a elevação da esperança de vida.
    Porém deve-se deixar claro que existem contradições sobre a faixa etária do Brasil, algumas pessoas dizem que o fato do Brasil ser um país jovem é bom para o crescimento, outros dizem que isso é um fator que atrapalha o sistema econômico.
    Esse fator só seria positivo, se houvesse grandes investimentos na educação e na saúde dos jovens, preparando-os para o futuro. Mas como todos sabem, a situação da educação e da saúde no Brasil não é das melhores, e que apenas uma em cada 400 pessoas inicia ou conclui o ensino superior.
    Com essa situação apenas as famílias de alta renda poderão fornecer uma boa escolaridade aos seus filhos, e com isso a situação do Brasil ser um país jovem não traz benefícios nenhum.

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  54. KARINA DE MORAES \ 2° ANO A
    QUESTÃO 4

    No Brasil, a pirâmide etária tem se modificado a cada década, conforme dados do IBGE. Estes dados identificam os novos padrões populacionais. Pode-se observar que a pirâmide de 1980 possuía uma base extremamente larga e um topo extremamente estreito vinte anos depois, a pirâmide de 2000 ainda apresentava uma forma clássica de pirâmide, porém o grupo etário mais velho se tornou maior que o grupo etário anterior. Desta forma as taxas menores de natalidade e mortalidade transformam a estrutura etária da população, diminuindo o peso da presença de crianças e aumentando o peso do grupo de jovens e adultos, em seguida, o peso dos idosos. Isto fica claro na forma da pirâmide de 2020, época em que a estrutura etária da população brasileira deverá ter a forma de um retângulo e a percentagem de idosos deverá se igualar a percentagem de crianças. Ao processo de mudança da estrutura etária e de envelhecimento da população – que é provocado fundamentalmente pela queda da fecundidade – soma-se dois indicadores sociais muito positivos: a queda das taxas de mortalidade infantil e a elevação da esperança de vida. Porém deve-se deixar claro que existem contradições sobre a faixa etária do Brasil, algumas pessoas dizem que o fato do Brasil ser um país jovem é bom para o crescimento, outros dizem que isso é um fator que atrapalha o sistema econômico. Esse fator só seria positivo, se houvesse grandes investimentos na educação e na saúde dos jovens, preparando-os para o futuro. Mas como todos sabem, a situação da educação e da saúde no Brasil não é das melhores, e que apenas uma em cada 400 pessoas inicia ou conclui o ensino superior. Com essa situação apenas as famílias de alta renda poderão fornecer uma boa escolaridade aos seus filhos, e com isso a situação do Brasil ser um país jovem não traz benefícios nenhum.

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    Respostas
    1. Gabriel Pires 2 Ano B - Questão 3

      Antes de falarmos sobre crescimento vegetativo no Brasil, temos que analizar duas taxas, a de natalidade e a de mortalidade.
      Até recentemente, as taxas de natalidade no Brasil foram elevadas, em relação a de outros países subdesenvolvidos. Contudo, houve sensível diminuição nos últimos anos, que pode ser explicada pelo aumento da população urbana, já que a natalidade é bem menor nas cidades, em consequência da progressiva integração da mulher no mercado de trabalho e do auto do controle de natalidade. Além disso, o custo social da manutenção e educação dos filhos é bastante elevado, sobretudo no setor urbano.
      O Brasil apresenta uma elevada taxa de mortalidade, também comum em países subdesenvolvidos.
      Desde 1940, a taxa de mortalidade brasileira também vem caindo, como reflexo de uma progressiva popularização de medidas de higiene, principalmente após a Segunda Guerra Mundial; da ampliação das condições de atendimento médico e abertura de postos de saúde em áreas mais distantes; das campanhas de vacinação; e do aumento quantitativo da assistência médica e do atendimento hospitalar.
      Hoje podemos dizer que o brasileiro vive mais, ou seja, passou de uma população predominantemente jovem para adulta... pois a expectativa de vida aumentou e o governo já passa a aumentar a idade de aposentadoria, pois houve um alto índice de aumento na população adulta.

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  55. Aluna: Vitória Amorim 2B
    De acordo com o levantamento do IBGE, o porcentual de crianças entre 7 e 14 anos de idade que frequentam o ensino fundamental passou de 86,6% em 1992 para 97,9% em 2008, apesar do alto porcentual de crianças e jovens na escola, a taxa de analfabetismo cerca de 10% da população maior de 15 anos é formada por analfabetos, o que corresponde aproximadamente 14,2 milhões de pessoas. No ensino médio, no entanto, a universalização ainda parece distante, já que somente 50,6 % dos adolescentes de 15 a 17 anos frequentavam o ensino médio em 2008. Ainda assim, o levantamento mostra que 84,1% dos jovens nessa faixa etária frequentam a escola, mas não estão no ensino médio, como deveriam.
    A pesquisa do IBGE apresenta que o analfabetismo é maior entre negros e pardos de 13,6% do que entre os brancos de 6,2%. Entretanto, as diferenças vêm caindo. Em 1992, a diferença era de 15 pontos porcentuais; em 2006, de 8 pontos porcentuais, e de 7,4 pontos percentuais em 2008.
    A disparidade entre as taxas de analfabetismo nos diferentes estados também chama atenção. Na região Nordeste, os maiores índices: Alagoas (25,7%), Piauí (24,3%) e Paraíba (23,5%). Já no Rio de Janeiro, em Santa Catarina e em São Paulo, os índices registrados foram menores do que 5%. A media anual no nordeste também desanima 5 em Alagoas e 6,3 em Sergipe. Todos os estados da região têm índices inferiores à média nacional. O Distrito Federal, o Rio de Janeiro, o Amapá e São Paulo possuem médias que correspondem à conclusão do ensino fundamental, ou seja, iguais ou superiores a 8 anos de estudo.
    Fazendo uma análise por sexo, os dados mostram que, no período de 1992 a 2008 principalmente em 2001, as mulheres passaram a deter maiores médias de anos de estudo. Esta conquista, porém, não significou qualidade ou igualdade salarial.
    Não podemos então concluir que o Brasil investe em educação! Com os dados do IBGE fica evidente isso, não sendo melhor que países desenvolvidos como China (1° lugar no ranking), Coreia, Finlândia entre vários outros. O Brasil localizado em 53° lugar, tem ótimos estudantes. Muitas vezes são importados para outros países “fuga de cérebros”. Temos países com a educação inferior a nossa como Argentina, Peru, Panamá, entre outros, porem alguns desses já estão investindo na melhor educação.

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  56. Questão 6
    Aluno:Luiz Eduardo Moreno
    Série:2ºB


    O censo do IBGE de 2010 apontou alguns dados nos quais foram notáveis a desaceleração no crescimento , pricipalmente em relação ao que se esperava após o último censo que foi feito no ano 2000.Segundo o censo um dos principais se não o principal fator para o agravamento dessa desaceleração foi a diminuição na taxa de fecundidade.Os dados mostram que em 1960 essa taxa era de 6 filhos por mulher , em 1996 diminuiu de 2,7, filhos por mulher, caindo em 2008 para 1,81 filho por mulher.E com menos de 2 filhos por mulher,após uma geração(25 anos) não ocorrerá reposição do total da população existente já que o censo de 2010 (1,78 filho por mulher) mostra que a taxa continua caindo.
    Agora fazendo uma explicação mais resumida por região os dados são os seguintes :

    A região Norte, apesar do contínuo envelhecimento observado nos últimos censos , ainda mostra uma população bastante jovem,como conseqüência a alta taxa de fecundidade dessa região no passado. Nessa região, a população de crianças menores de 5 anos, que era de 14,3% em 1991, caiu para 12,7% em 2000, chegando a 9,8% em 2010. Já a proporção de idosos de 65 anos ou mais passou de 3,0% em 1991 e 3,6% em 2000 para 4,6% em 2010. A região Nordeste ainda tem, igualmente, características de uma população jovem. As crianças menores de 5 anos em 1991 correspondiam a 12,8% da população; em 2000 esse valor caiu para 10,6%, chegando a 8,0% em 2010. Já a proporção de idosos passou de 5,1% em 1991 a 5,8% em 2000 e 7,2% em 2010.
    Sudeste e Sul não mudaram tanto em relação a essas outras regiões , as duas regiões continuam contendo a população mais envelhecida do pais conforme consta dados anteriores. As duas tinham em 2010 8,1% da população formada por idosos com 65 anos ou mais, enquanto a proporção de crianças menores de 5 anos era, respectivamente, de 6,5% e 6,4%.
    A região Centro-Oeste apresenta uma estrutura etária e uma evolução semelhantes às do conjunto da população do Brasil. O percentual de crianças menores de 5 anos em 2010 chegou a 7,6%, valor que era de 11,5% em 1991 e 9,8% em 2000. A população de idosos teve um crescimento, passando de 3,3% em 1991, para 4,3% em 2000 e 5,8% em 2010.

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  57. Gabriel Pires 2 Ano B - Questão 3

    Antes de falarmos sobre crescimento vegetativo no Brasil, temos que analizar duas taxas, a de natalidade e a de mortalidade.
    Até recentemente, as taxas de natalidade no Brasil foram elevadas, em relação a de outros países subdesenvolvidos. Contudo, houve sensível diminuição nos últimos anos, que pode ser explicada pelo aumento da população urbana, já que a natalidade é bem menor nas cidades, em consequência da progressiva integração da mulher no mercado de trabalho e do auto do controle de natalidade. Além disso, o custo social da manutenção e educação dos filhos é bastante elevado, sobretudo no setor urbano.
    O Brasil apresenta uma elevada taxa de mortalidade, também comum em países subdesenvolvidos.
    Desde 1940, a taxa de mortalidade brasileira também vem caindo, como reflexo de uma progressiva popularização de medidas de higiene, principalmente após a Segunda Guerra Mundial; da ampliação das condições de atendimento médico e abertura de postos de saúde em áreas mais distantes; das campanhas de vacinação; e do aumento quantitativo da assistência médica e do atendimento hospitalar.
    Hoje podemos dizer que o brasileiro vive mais, ou seja, passou de uma população predominantemente jovem para adulta... pois a expectativa de vida aumentou e o governo já passa a aumentar a idade de aposentadoria, pois houve um alto índice de aumento na população adulta.

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  58. Anne Caroline Barbosa Neves . 2 A

    A taxa de natalidade dos países desenvolvidos quase sempre foi baixa, tanto devido ao conhecimento de métodos contraceptivos quanto à melhor condição de vida. Mas nos países subdesenvolvidos a taxa de natalidade foi muito grande em virtude do desconhecimento de métodos preventivos e para seguir tradições religiosas e familiares.
    Essa realidade mudou, e atualmente os nascimentos nos países subdesenvolvidos baixaram de 6 filhos por mulher em 1960 para 1,78 filho por casal em 2010. Com a queda da taxa de natalidade, controlada pela própria conscientização da população e talvez pequena ajuda do governo, e a diminuição da mortalidade (não em grande parte), a expectativa de vida aumentou, sendo superior a 60 anos em média e mudando a caracterização de “País jovem”, e está relacionada ao rendimento familiar e às melhores condições de vida.
    Essa queda da natalidade foi causada pela urbanização e introdução da mulher no mercado de trabalho, fazendo com que as mulheres ganhassem mais dinheiro e educação, e por isso começassem a pensar sobre o futuro e custos de ter um filho; investimento na educação, aumento do padrão socioeconômico e adoção de métodos anticoncepcionais, propondo maneiras de diminuir o crescimento da natalidade e fazer os casais repensarem sobre quantos filhos podem criar; além de várias outras causas como os casamentos mais tardios, tendo que ter menos filhos pela maior idade.
    Como consequências, a baixa natalidade trouxe o estreitamento na base da pirâmide etária, que revela importantes aspectos da situação socioeconômica de uma população, com isso, o número de idosos aumentou e o de mortes diminuiu trazendo uma maior expectativa de vida. Outra consequência, mas negativa, é que os adultos, idosos e adolescentes do século em que houve muitos nascimentos, terão que receber sua aposentadoria, e com a baixa natalidade atual o governo não conseguirá juntar impostos o suficiente para pagar estas aposentadorias, causando um atraso e rebeliões dos mais velhos e do país em relação a previdência social.
    Outra consequência para a população ativa, em relação à atual situação econômica do país, é a maior concorrência no mercado de trabalho com os jovens que começarão a trabalhar, com os adultos já empregados e com os idosos que, por não receberem mais aposentadorias em dia, e por ter a aposentadoria adiada, terão que trabalhar por mais tempo.

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  59. Ygor Antonio - 2ªano A - Questão 7

    Para se construir uma boa nação é necessário que se tenha uma população com consciência política , econômica e crítica para que se possa protestar , reivindicar e concordar com os governantes , entretanto , a formação critica das pessoas vem com seu nível de escolaridade , logo é necessário que se baseie nos índices do IBGE para avaliar a educação brasileira , e apontar medidas e soluções para que se alcance uma boa educação no país.
    Segundo o IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e com base nos seus dados do Censo 2010 foi revelado que o Brasil ainda tem 9,6% da população com 15 ou mais anos analfabeta. A maioria dos analfabetos do país está no Nordeste que concentra 53,3% (7,43 milhões) do total de brasileiros que não sabem nem ler nem escrever. Esse percentual é maior do que em 2000, quando era de 51,4%.
    Quando são considerados apenas os habitantes da região, o índice de analfabetismo é de 19,1%. O Nordeste , além disso , também tem o estado na pior situação: 24,3% dos habitantes de Alagoas (537 mil em 2,21 milhões) são analfabetos. Em 2000, eram 33,4%.
    A região Centro-Oeste, no entanto, continua com o menor total de analfabetos dentre todos os habitantes do país –5,5%, apesar do aumento de 0,1 ponto percentual em relação a 2000. A região com menos analfabetos entre a própria população é a Sul, com 5,1% (índice que era de 7,7% há dez anos).
    O Distrito Federal continua como a unidade da federação com a menor taxa: 3,5% em 2010, 5,7% em 2000. Os dados de analfabetismo ainda são preliminares. Segundo o IBGE, eles são números puros e podem sofrer alterações.

    No contexto rural e urbano, as maiores taxas de analfabetismo estão nas zonas rurais. Enquanto a taxa nas regiões urbanas chega a 7,3%, no campo ela chega a 23,2%. Com exceção de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, todas as outras unidades da federação têm taxa de analfabetismo que supera 10%.
    Alagoas também ostenta o título de “campeã” nesse quesito: 38,6% da população rural com 15 anos ou mais não sabe ler nem escrever. Nas áreas urbanas, a maior taxa está também em Alagoas, com 19,58% da população das cidades analfabeta. O Distrito Federal também tem a menor taxa urbana, de 3,26%.

    Logo , é necessário que o governo invista e estimule a população brasileira a ir as escolas para que se possa , fazer com que haja um crescimento conjunto entre Brasil e população brasileira.

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  60. Otávio Dalle Zotte Carvalho
    Questão 6
    Série: 2o B

    O Brasil é divido em 5 regiões que são: Norte(abriga os estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Roraima, Rondônia e Tocantins), Nordeste (abriga os estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia), Centro-Oeste (abriga os estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal), Sudeste(Nela estão estabelecidos os estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo), Sul( composta pelos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul).
    Norte- Região de maior extensão territorial, com uma área de 3 853 327 quilômetros quadrados e população de 15.864.454 habitantes. Área que tem a menor densidade demográfica, de apenas 4,11 pessoas p/ km. Lá se concentra a maior floresta do mundo, a floresta Amazônica, por isso a presença de muitas tribos. Devido a conservação da floresta o Norte não é muito habitado, e hoje explorado infelizmente apenas ilegalmente.
    Nordeste- Em número de habitantes é superada somente pela Região Sudeste, possui uma população de 53.081.950 habitantes que se encontra em uma área de 1 554 257 quilômetros quadrados. Caracterizada pela pobreza em massa da população e da seca provocada pelo intenso clima semi-árido, afetando muitas famílias de baixa renda de pequena posse de terras,também é a região que apresenta mais negros do Brasil.
    Centro-Oeste- Possui a segunda maior extensão em território entre todas as Regiões, com uma área de 1 606 371 quilômetros quadrados. A população total é de 14.058.094 habitantes. A Região Centro-Oeste é a menos populosa, essa parte do país atravessa um período de intenso desenvolvimento, especialmente das atividades da agropecuária e agroindústria.
    Sudeste- Região que abrange uma área de 924 511,3 quilômetros quadrados, abriga a maior população do país, com 80.364.410 habitantes. É a região mais forte economicamente, com o maior PIB por região, apesar disso, mesmo assim ainda sofre muitos problemas urbanos de ordem social, lá se encontra a cidade de São Paulo principal centro financeiro, corporativo e mercantil da América Latina.
    Sul- Menor Região do país quanto à extensão territorial, ocupa uma área de 576 mil quilômetros quadrados, onde está distribuída uma população de 27.386.891 habitantes. Melhor IDH por região e caracterizado por muitas colônias europeias, tem clima subtropical, chegando nos piores dias com temperaturas negativas em algumas cidades.

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  61. Maicon da Silva Teixeira
    Questão 6
    Série: 2º ano B

    A população brasileira está irregularmente distribuída no território, pois há regiões densamente povoadas e outras com baixa densidade demográfica. A população brasileira se estabelece de forma concentrada na Região Sudeste, com 80.364.410 habitantes; o Nordeste abriga 53.081.950 habitantes; e o Sul acolhe cerca de 27,3 milhões. As regiões menos povoadas são: a Região Norte, com 15.864.454; e o Centro-Oeste com pouco mais de 14 milhões de habitantes.
    A irregularidade na distribuição da população fica evidente quando alguns dados populacionais de regiões ou estados são analisados. Somente o estado de São Paulo concentra cerca de 41,2 milhões de habitantes, sendo superior ao contingente populacional das regiões Centro-Oeste e Norte juntas.
    O Sudeste é a região mais populosa do país por ter ingressado primeiramente no processo de industrialização, e hoje se encontra desenvolvida economicamente e industrialmente. O surgimento da indústria no Sudeste foi primordial para a urbanização e a concentração populacional na região, pois ela se tornou uma área de atração para trabalhadores de diversos pontos do país.
    Em relação à densidade demográfica, a Região Sul ocupa o segundo lugar. As causas dessa concentração se devem principalmente pelo fato de a região ser composta por apenas três estados e pela riqueza contida neles, que proporciona um elevado índice de urbanização.
    O Nordeste é a segunda região mais populosa, no entanto, a densidade demográfica é baixa, proveniente da migração ocorrida para outros pontos do Brasil, ocasionada pelas crises socioeconômicas comuns nessa parte do país.

    O Centro-Oeste ocupa o quarto lugar quando se trata de população relativa. Isso é provocado pelo tipo de atividade econômica que está vinculada à agropecuária e que requer pouca mão de obra.

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  62. Karen Letícia 2’’a’’

    A expectativa de vida dos brasileiros está aumentando cada vez mais. A população brasileira ganhou exatamente 5 anos, 6 meses e 26 dias em sua expectativa de vida ao nascer, entre 1991 e 2007, de acordo com os dados daTábua de Vida divulgados pelo IBGE. Em 1991, a expectativa de vida de um brasileiro era de 67 anos e chegou a 72,57 anos em 2007. .Antigamente o brasileiro não era tão cuidadoso com a própria saúde e com o corpo por isso a media da vida das pessoas era baixa em nosso país, isso está mudando de uns anos pra cá a media de vida dos homens e de aproximadamente 69 anos e das mulheres de 72 anos.Entretanto a media de vida das mulheres aumentaram mais que as do homens, As mulheres estão, mas cuidadosa com isso elas praticam caminhada regularmente, fazem exames de rotinas e tem uma alimentação balanceada e muito saudável.Já os homens ainda não estão cuidando com carinho da própria saúde principalmente nos finais de semana quando bebem aquela cervejinha com os amigos, dormem muitos esses são alguns dos motivos que o homem vive menos que a mulher em nosso país. A previsão do IBGE é de que a expectativa de vida média do brasileiro chegue a 74 anos e 9 meses, em 2015. O Instituto também estima que a taxa de mortalidade cairá a 18,2 mortes por cada mil crianças em 2015. O IBGE também divulgou que a expectativa de vida do brasileiro, em 2050, será de 81,29 anos. O índice está no nível de países como Islândia (81,80), China (82,20) e Japão (82,60), que estão entre os maiores do mundo. Em 2008, a expectativa de vida dos brasileiros ficou em 76,6 anos para mulheres e 69 anos para homens.

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  63. Ádryan Araújo Vieira, 2º ano B
    Pontos negativos e positivos resultantes da diminuição da taxa de natalidade no Brasil
    Hoje em dia os casais optam por terem apenas 1 ou 2 filhos, as famílias que tem mais filhos são as famílias mais pobres. Depois da entrada da mulher no mercado de trabalho, as mulheres se dedicam bastante a sua carreira profissional e optam por poucos filhos.
    Pontos negativos: Que a população não terá enorme avanço, ou seja, um grande crescimento. Aumenta a quantidade de idosos, diminuindo a mão de obra jovem. A sobrecarga da população idosa. O índice grande de aposentados irá gerar um déficit nos próximos anos, onde o governo pode não conseguir cobrir, aumentando a idade para se aposentar prejudicando á alguns.
    Pontos positivos: Em minha opinião os pontos positivos são muitos, pois até mesmo pode ajudar a diminuir a pobreza e a miséria do país com o novo controle de natalidade, que as mães optam, por meio de anticonceptivos, casamentos tardios em função de carreira, em alguns casos até mesmo algumas mulheres preferem fazer cirurgia para que depois de 1 ou 2, não terem mais filhos.. Com o grande número de informações que temos, os pais planejam o futuro de sua família, dando um meio de vida melhor, tais como: nível superior, nível técnico mais avançado, ou seja, jovens com índice maior de formação, seja ele preparatório ou universitário.

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  64. ALUNA:JANAINA AKEMI YAMAGUCHI SENA 2B
    QUESTÃO 05

    A desigualdade social provem da desilgudade econômica,problema que afeta a maioria dos países menos desenvolvidos, originando-se da má distribuição de renda e ineficiência de investimento em áreas sociais de um país.

    Tomando como base o gráfico dado para a resolução do questionamento, temos uma diminuição considerável das classes D/E no curto espaço de tempo. A Classe D/E é considerada como a de menor poder aquisitivo dentre as outras classes citadas. Em contra partida a classe C , chamada de classe media, teve um aumento de mais de 10% percentuais no mesmo período, já a classe A/B quase não ouve alteração no espaço de tempo da pesquisa.
    As classes sociais são divididas em três, no meio dessas as mais ricas com renda familiar a partir R$2.533 são as A/B, com renda familiar de R$1.276 é a Classe C e as mais pobres são as D/E com renda de R$773. De não ser a mais ricas, tem uma representatividade bastante significativa no que se diz respeito ao consumo ativo no país.
    Notasse que apesar do crescimento da classe C dado por indivíduos que migraram da classe D/E não houve acréscimo na classe A/B, o que diz que os indivíduos que residiam na classe C continuaram. Então obtemos uma conclusão de que mais brasileiros vivem de maneira mais confortável economicamente.

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  65. Aluno: Kaio Sá Teles Neves
    Série: 2º B
    Questão 6

    A população brasileira atual é de 190.732.694 habitantes (dados do IBGE – Censo 2010). Segundo as estimativas, no ano de 2025, a população brasileira deverá atingir 228 milhões de habitantes. A população brasileira distruibui-se pelas regiões da seguinte forma: Sudeste (80,3 milhões), Nordeste (53,07 milhões), Sul (27,3 milhões), Norte (15,8 milhões).

    Desde do tempo colonial , os índios sofreram, sendo dizimados, exterminados. Em 1999, a população indígena era de aproximadamente 300 mil indivíduos, concentrados nas regiões Norte e Centro-Oeste.

    Os restantes 99,8% da população brasileira resultam da imigração forçada de povos africanos e da imigração livre de europeus, americanos e asiáticos, que povoaram o território, cresceram, se miscigenaram.
    Quanto as cores ou raças que compõem a população brasileira, 55,24% são brancos e 5,97% são negros. Esses percentuais vem diminuindo rapidamente enquanto o número de pardos tem aumentado.
    A população brasileira é distribuída de forma irregular onde uns lugares tem mais habitantes e outros ,consequentemente, com baixa densidade demográfica.

    Nos tempos de hoje, nas regiões norte, nordeste há uma predominância de negros africanos e índigenas. Já nas regiões mais abaixo do mapa do território brasileiro, como centro-oeste, sul, sudeste há concentrão de italianos, alemães e até japoneses.

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  66. 2º A Vinícius Nunes Maia10 de abril de 2012 20:34

    Questão 7

    Os dados de escolaridade dos brasileiros do censo do IBGE 2010 refletem a falta de investimentos por parte do governo. Faltam vagas na rede de ensino público e, aqueles que conseguem vagas, têm, em geral, uma educação precária.

    O problema da desigualdade social só será resolvido por meio da disponibilização de ensino gratuito de qualidade. Nesse sentido, fica claro que o ensino público no Brasil acaba intensificando a diferença de classes.

    Analogamente, observa-se uma elitização do acesso ao ensino superior. Muito se tem falado acerca do sistema de cotas como forma de democratizar o acesso às vagas em universidades.

    É certo, no entanto, que a competição igualitária por uma vaga em universidades só ocorrerá por meio da disponibilização de ensino público de qualidade e não por meio da facilitação no sistema de seleção.

    É inegável que a baixa escolaridade acarreta implicações na produção tecnológica e, conseguintemente, no desenvolvimento nacional. Convém lembrar que, no mundo conteporâneo, um país desenvolvido é conhecido pela sua produção de tecnologia. Portanto, é urgente que invistamos em educação pública de qualidade.

    A partir disso, observa-se que, na busca pelo desenvolvimento socioeconômico, o Brasil precisa investir na produção de mão de obra qualificada mediante a qualificação do ensino público.

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  67. ajudem melhor a gente pede uma resposta voces respondem com um super textão

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