sexta-feira, 21 de outubro de 2011

8º Ano A e B (4ª Etapa)

4ª Etapa

A VIOLÊNCIA NO BRASIL



Trezentos milhões de reais por dia é o custo estimado da violência no Brasil, o equivalente ao orçamento anual do Fundo Nacional de Segurança Pública, e um valor superior ao envolvido na reforma da Previdência que tanto mobilizou os governos. Esses valores não contabilizam o sofrimento físico e psicológico das vítimas da violência brasileira, uma das mais dramáticas do mundo. Com 3% da população mundial o Brasil concentra 9% dos homicídios cometidos no planeta. Os homicídios cresceram 29% na década passada e entre os jovens esse crescimento foi de 48%. As mortes violentas de jovens aqui são 88 vezes maiores do que na França. E poucos países sofrem as ações de terrorismo urbano como as praticados por traficantes no Rio de Janeiro.
Alguns indicadores mostram a precariedade dos sistemas de contenção da violência. Cerca de 2.000 roubos ocorrem diariamente na Grande São Paulo e em menos de 3% os assaltantes são presos no momento do crime. Se mesmo assim há um explosivo crescimento de nossa população carcerária é porque não basta prender. As estratégias reativas da polícia e os métodos obsoletos de investigação não estão conseguindo conter significativamente o grande volume de crimes. No Rio de Janeiro, apenas 1% dos homicídios chega a ser esclarecido pelos trabalhos de investigação, segundo revelação do Ministério Público. Se essa "eficiência" da polícia e da justiça for dobrada, a um custo impagável, o volume de crimes mal será afetado. Esse retrato da impotência de nosso sistema de controle criminal é revelador da necessidade de uma profunda reforma no sistema de prevenção criminal e não apenas isso, é necessário que as causas da violência também sejas adequadamente tratadas, sem o que a crise da segurança pública no País não será alterada significativamente.

Observe as charges abaixo:


Pesquise sobre como é a situação da violência nos países desenvolvidos (Estados Unidos, Alemanha e Japão).


80 comentários:

  1. Ingridth Sarah Hopp- 8º Ano B

    Violência nos EUA
    Cuba, Brasil e a China são países mais pacíficos que os Estados Unidos, de acordo com um relatório publicado em 10 de junho de 2010. Os EUA estão em 85º lugar, abaixo de Cuba (72º lugar), da Argentina (71º), do Brasil (83º) e da China (80º) e apenas uma classificação acima de Angola (86º lugar). Entre os países desenvolvidos, os Estados Unidos têm níveis acima da média de crimes violentos e níveis particularmente altos de violência armada e de homicídio. Os Estados Unidos têm a maior taxa registrada de encarceramento e a maior população carcerária total do mundo.

    Violência no Japão
    Os países mais pacíficos do mundo são a Nova Zelândia, que está em primeiro na lista, Islândia, Japão, Áustria, Noruega, Irlanda, Dinamarca, Luxemburgo, Finlândia e Suécia. Em 2001, sendo considerado um país seguro para se viver, o Japão teve seu índice de criminalidade, somado em todo o território, no maior nível desde a Segunda Guerra Mundial. Com um aumento de 12%, registraram-se mais de três milhões de infrações, das quais 1% foram de crimes violentos, enquanto mais de 90% eram de furtos e infrações de trânsito. O agravo desta condição foi também devido ao fato da diminuição da eficácia da polícia japonesa, que, em análise de mesmo período, efetuou 8% menos prisões. Como solução para a violência, aponta-se o esforço em conjunto entre a sociedade, governos locais e empresas. Além disso, há a presença da máfia, como a Yakuza, organização mafiosa composta por vários clãs de criminosos violentos, que deixaram marcas no aspecto de vida japonês.

    Violência na Alemanha
    Crimes violentos na Alemanha são raros, no entanto, podem acontecer, principalmente nas áreas de alto risco das grandes cidades, como as estações de trem. A maioria dos incidentes relacionados a crimes de rua consistem em roubos de objetos pequenos abandonados e furtos. A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública. A violência parece nestes últimos tempos estar no cotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.

    Comentário
    Após a realização das pesquisas, percebe-se que destas três potências mundiais, a que apresenta os menores índices de violência é o Japão. Porém, consta-se um atual aumento nos índices de criminalidade dos EUA, Japão e Alemanha. Cada um tem seus próprios problemas relacionados com a violência, como os Estados Unidos, que têm níveis acima da média de crimes violentos e níveis particularmente altos de violência armada e de homicídio.

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  3. VIOLÊNCIA DOS EUA:
    Pior ainda o quadro para o povo trabalhador quando consideramos que a violência parece ser a via escolhida por muitos indivíduos para canalizar seu desespero. O relatório elaborado pelo governo chinês neste ano sobre o Estado dos Direitos Humanos nos EUA já tinha indicado este país como o mais violento do mundo. Um povo sem perspectivas de transformação, que não está unido na luta, é responsável por e, ao mesmo tempo, vítima de 32 homicídios diários por arma de fogo. Enquanto a classe dominante recebe ajuda financeira, a classe trabalhadora se mata entre si.

    VIOLÊNCIA DA ALEMANHA:
    A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.jurídicas, como controlos mais rígidos nas escolas, a redução da idade penal (actualmente de 14 anos), sanções contra os pais que se negarem a cooperar com as autoridades e a adopção do uniforme nas escolas.
    Os especialistas, por seu lado, pedem "uma aliança entre os pais e as escolas", lembrando que a melhor arma contra as armas continua a ser o diálogo.

    VIOLÊNCIA DO JAPÃO:
    O número de casos de violência nos shougaku do Japão atingiram alta recorde no ano passado, sendo 1.890 ocorrências, 18,1% a mais que no ano anterior. Dentre eles, estão casos de ataque a professores, que aumentaram mais de 30% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Educação.De acordo com o ministério, os dados mostram que mais jovens reagem de forma violenta a problemas triviais. Com a alta na violência, o ministério pediu a grupos educacionais de todo o arquipélago que estudem o problema.

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  4. Aluna:Ana Paula Barbosa Campos
    8º ano B

    Violência já se tornou uma palavra bem comum em nosso cotidiano,afinal assaltos a bancos,lavagem de dinheiro público,homicídios...nossa isso nem causa mais choque nas pessoas.Assim como no Brasil,um país subdesenvolvido,também há países ricos que passam constantemente por transtornos ligados à violência que hoje em dia mal pode ser controlada,como é o caso dos EUA.Apesar de ser um país desenvolvido,possuir o FBI,a CIA e etc,a criminalidade aumenta,e a brutalidade dos crimes choca populações.Na atualidade,os Estados Unidos da América vem a ter seu grau de criminalidade elevado,ultrapassando o Brasil,Cuba e China.A Alemanha é um país onde crimes bárbaros não são comuns,ainda que existam os convencionais praticados por parte dos jovens.Já o Japão pode ser considerado um país seguro para se viver afinal,num ranking onde eram listados os países mais pacíficos do mundo,o mesmo está em 3º lugar.

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  5. Letícia Arlete da Silva Lima
    8 ano "A"

    EUA : A criminalidade violenta nos EUA caiu 2,5% no último ano. Foram apresentadas menos queixas nas esquadras das cidades, segundo comunicado feito ontem pelo FBI. As estatísticas perliminares efectuadas pelo grupo de investigação federal anunciam um panorama menos negro que nos anos enteriores no que respeita a violência de gangues, violência juvenil e posse ilegal de arma. No entanto, se o número de polícias na rua diminuir, motivado pela crise que obrigou a uma redução nas forças policiais, a criminalidade violenta pode (rapidamente) regressar às cidades. Em 2008 o número de homicídios caiu 4,4%, as agressões 3,2%, as violações diminuiram 2,2% e os assaltos à mão-armada cairam 1,1%.Curiosamente este decréscimo da criminalidade só não é correspondido no Noroeste do país, onde a violência aumentou 1,6%.

    JAPÃO: a segurança no país é melhor que em muitos outros, principalmente se comparada ao nosso, porque há grande emprego de tecnologia, alternativas de abordagem e, destaque, participação das pessoas, tomando como responsabilidade individual zelar por uma nação digna. Mas isso não faz com que o crime inexista naquela localidade do globo terrestre, só não é assustador como em outras partes do mundo.

    ALEMANHA: A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.

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  6. Ana Carolina 8ºano A

    VIOLENCIA NOS EUA: Cuba, Brasil e a China são países mais pacíficos que os Estados Unidos, de acordo com um relatório publicado hoje. O índice global da paz, elaborado pelo Instituto para a Economia e a Paz (IEP, na sigla em inglês), sediado em Sydney, na Austrália, diz que o mundo em geral está virando um lugar mais violento. O relatório diz que quase dois terços dos 149 países, classificados todos os anos, ficaram lugares mais violentos desde 2007. Os EUA estão em 85º lugar, abaixo de Cuba (72º lugar), da Argentina (71º), do Brasil (83º) e da China (80º) e apenas uma classificação acima de Angola (86º lugar). O Brasil ficou com sua posição inalterada em comparação a 2009.

    VIOLENCIA NO JAPÃO: O Japão está passando por uma fase de horror, inúmeros foram os casos de monstruosidade e crueldade. O que nos deixa de Bocaberta é que a maioria dos casos foram registrados dentro do próprio lar.
    País de primeiro mundo, onde não existe miseráveis é admirado culturalmente pelo mundo, esconde muita sujeira em baixo do tapete.
    Possui o maior índice de suicídio e maus-tratos contra crianças, parece que falta algo no país.Calcula-se que o índice de suicídos por ano supera 24.1 casos para cada 100 mil pessoas.
    Será o costume milenar muito rígido? Será monotonia, vida rotineira?Ou falta de afeto mesmo?

    VIOLENCIA NA ALEMANHA:A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.
    COMENTÁRIO: Pelo que eu pude perceber o país que mais tem violência é nos EUA, um exemplo disso são as bombas atômicas que foram jogadas em Hiroshima e Nagasaki no fim da Segunda Guerra por autoria dos EUA. Nas escolas, com crianças, idosos a violencia aumenta a cada ano nos EUA. Isso é preocupante.

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  7. Matheus Urânio 8ªano A

    TÓQUIO - Não é somente nos países do terceiro mundo que a violência infanto-juvenil aumenta a cada dia. Nas nações ricas do Primeiro Mundo esse tipo de comportamento social também se tornou problemático e objeto de preocupação, não só das autoridades, mas igualmente de professores e pais.

    O que eu acho engraçado é o pessoal preocupado com a violência nos Estados Unidos, que tem quase o dobro de habitantes que o Brasil e um número de homicídios 11 vezes menor. A chance de ser assassinado é, por simples regra de 3, umas 22 vezes maior no Brasil do que nos EUA.

    A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.

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  8. Thales Alexander de Souza Cerqueira
    8°A

    EUA:O tema da violência voltou a ocupar amplo espaço nas mídias brasileira e internacional nos últimos tempos, seja como decorrência do aumento da violência urbana, seja por causa dos atentados terroristas contra os EUA, da campanha israelense contra os palestinos, ou ainda por causa do espantoso crescimento dos partidos de pensamento fascista na Europa, entre outros.

    Japão:
    08.10.2005 Tokyo - O número de casos de violência nos shougaku do Japão atingiram alta recorde no ano passado, sendo 1.890 ocorrências, 18,1% a mais que no ano anterior. Dentre eles, estão casos de ataque a professores, que aumentaram mais de 30% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Educação.

    Alemanha:Segundo o Bundesfamilienministerium (Ministério da Família), na Alemanha uma em cada três mulheres sofre de violência dentro do relacionamento e uma em cada sete mulheres sofre violência sexual pelo menos uma vez na vida. Saiba que tipo de comportamento constitui um ato de violência contra a(o) parceira(o).

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  9. Paulo Gabreil 8ºA

    Havia 52.447 deliberada e 23.237 ferimentos acidentais não-fatais por arma de fogo nos Estados Unidos em 2000. A maioria das mortes relacionadas com armas de fogo nos Estados Unidos são os suicídios, com 17.352 (55,6%) do total de 31.224 armas de fogo mortes relacionadas em 2007, devido ao suicídio, enquanto 12.632 (40,5%) foram mortes por homicídio.

    Um estudo de 1981 comparando a televisão japonesa e norte-americanos encontraram grandes diferenças na forma como a violência é retratada na tela entre os dois países. Uma das principais conclusões foi que a quantidade de violência na televisão japonesa e americana é praticamente o mesmo. A natureza da violência na televisão japonesa, no entanto, é diferente. Cenas violentas são menos freqüentes em japonês produzidos programas, mas tendem a durar mais tempo, são mais realistas e colocar uma ênfase muito maior em sofrimento físico.

    A polícia alemã tinha cancelado o protesto mais cedo, temendo a violência iria sair, e depois tentou parar os combates entre os grupos de esquerda e direita. Mais de 5.000 opositores não-violentos para o comício realizado um sit-down, bloqueando todas as entradas para o rally e prevenção de todas as mais que cinqüenta simpatizantes de 1500 espera de atendimento.

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  10. ALUNO: DANIEL H. FIDELIX
    Série: 8ºano "A"
    PESQUISA: google.com.br
    VIOLÊNCIA NOS ESTADOS UNIDOS
    O sistema americano de combate à criminalidade, em geral, se limita à palavra repressão. As leis são severas e o sistema judiciário tem sido bastante conservador na sua aplicação. Quase todos os crimes recebem penas pesadas e os números dos últimos anos espantam: mais de dois milhões de americanos estavam na prisão no ano 2000 e esse número era tão alto que se refletia no índice de desemprego. Os EUA aprisionavam 700 pessoas em cada 100 mil habitantes, quase seis vezes mais do que o Brasil. Em Estados mais conservadores, como o Texas, esse número chegava a 1035 por 100 mil.
    VIOLÊNCIA NO JAPÃO
    Tokyo - O número de casos de violência nos shougaku do Japão atingiram alta recorde no ano passado, sendo 1.890 ocorrências, 18,1% a mais que no ano anterior. Dentre eles, estão casos de ataque a professores, que aumentaram mais de 30% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Educação.
    O shougaku equivale aos seis primeiros anos escolares após o jardim de infância. O chuugaku e o koukou, que cobrem do sétimo ano escolar até o terceiro ano do ensino médio, apresentaram queda nos casos de violência.
    É o segundo ano consecutivo em que a violência no shougaku aumenta, além de ultrapassar o recorde do ano de 2003, que apresentou 1,6 mil casos. A pesquisa foi feita em 23.160 shougaku, 10.317 chuugaku e 4.093 koukou, todos escolas públicas.
    VIOLÊNCIA NA ALEMANHA
    Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar dos atos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país. O número de alunos considerados portadores de problemas de ordem emocional ou de integração passou na capital alemã de 800 para 3 mil desde 1996 e o número de adolescentes suspeitos de crimes sexuais mais do que duplicou desde 1993. Segundo as estatísticas da polícia, a faca é a arma mais utilizada pelos jovens, com registos de 66% nos casos Os especialistas, por seu lado, pedem "uma aliança entre os pais e as escolas", lembrando que a melhor arma contra as armas continua a ser o diálogo.

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  11. Maria EDuarda-8º ano B

    Pesquisa

    O índice global da paz, elaborado pelo Instituto para a Economia e a Paz (IEP, na sigla em inglês), sediado em Sydney, na Austrália, diz que o mundo em geral está virando um lugar mais violento. O relatório diz que quase dois terços dos 149 países, classificados todos os anos, ficaram lugares mais violentos desde 2007.
    Os EUA estão em 85º lugar, abaixo de Cuba (72º lugar), da Argentina (71º), do Brasil (83º) e da China (80º) e apenas uma classificação acima de Angola (86º lugar). O Brasil ficou com sua posição inalterada em comparação a 2009.

    TÓQUIO - Não é somente nos países do terceiro mundo que a violência infanto-juvenil aumenta a cada dia. Nas nações ricas do Primeiro Mundo esse tipo de comportamento social também se tornou problemático e objeto de preocupação, não só das autoridades, mas igualmente de professores e pais.

    O Japão, país que lidera a lista de nações que registram baixíssimos índices de criminalidade, vê aumentar a violência entre os jovens de forma assustadora. E não é somente a violência de crianças e adolescentes na comunidade onde residem, mas igualmente nas ruas por onde andam e nas escolas onde estudam.

    A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados",a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.

    Comentário

    Após a realização das pesquisas,percebe-se que mesmo sendo países de 1º mundo,ou seja,países desenvolvidos,Alemanha,Japão e Estados Unidos tem um alto índice de violência,tanto junvenil,quanto doemstica,mas dentre os mesmos podemos observar que o que possui melhor prevenção é a Alemanha e o pior dentre eles é os Estados Unidos,comparando-se com países do terceiro mundo,ou seja,países subdesenvolvidos.

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  12. Gean Nunes 8ºB

    pesquisa complementar - japão

    Tokyo - O número de casos de violência nos shougaku do Japão atingiram alta recorde no ano passado, sendo 1.890 ocorrências, 18,1% a mais que no ano anterior. Dentre eles, estão casos de ataque a professores, que aumentaram mais de 30% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Educação.

    O shougaku equivale aos seis primeiros anos escolares após o jardim de infância. O chuugaku e o koukou, que cobrem do sétimo ano escolar até o terceiro ano do ensino médio, apresentaram queda nos casos de violência.

    Violência contra professores apresentou o maior crescimento em relação a 2003, 32.8%, sendo ao todo 336 ocorrências, incluindo um garoto do sexto ano que chutou seu professor quando este pediu aos alunos que se alinhassem quando praticavam atletismo. Casos de violência entre estudantes totalizaram 992, um aumento de 16,2%. Um garoto do terceiro ano que quebrou uma janela após se irritar com uma professora que o mandou se sentar, faz parte dos 544 casos de vandalismo, 14% a mais que no ano anterior.

    É o segundo ano consecutivo em que a violência no shougaku aumenta, além de ultrapassar o recorde do ano de 2003, que apresentou 1,6 mil casos. A pesquisa foi feita em 23.160 shougaku, 10.317 chuugaku e 4.093 koukou, todos escolas públicas.

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  13. Gean Nunes 8ºB

    pesquisa complementar - Alemanha

    A Alemanha viveu o Primeiro de Maio mais violento dos últimos quatro anos.

    O reforço do contingente policial em Berlim não conseguiu evitar o pior. Cerca de 400 radicais de esquerda atacaram as forças da ordem com pedras e garrafas. O capitalismo deu o mote ao protesto, que acabou com lojas e viaturas vandalizadas. Dezenas de pessoas ficaram feridas, entre elas cerca de 30 agentes. O cenário voltou a repetir-se em Hamburgo. A montra de um banco foi destruída e vários contentores do lixo incendiados. Mais de uma dezena de pessoas acabaram por ser detidas.

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  14. Gean Nunes 8ºB

    pesquisa complementar - Estados Unidos

    Muitos estadunidenses foram pegos de surpresa quando, da noite para o dia, passaram de trabalhadores de classe média a sem-teto, que dependem de programas sociais para alimentar sua família. O Departamento de Trabalho anunciou no dia 8 de julho deste ano, que o desemprego está em 9,2%. Segundo o Censo realizado pelo governo estadunidense em 2009, 43,6 milhões de pessoas viviam abaixo do nível de pobreza. A organização Feed the Hungry (Alimente os Famintos em inglês) afirma em sua página web que em 2009 proveu “assistência alimentícia emergencial” para 37 milhões de pessoas. Em 2009, a população sem-teto nos EUA era de 656.129; hoje, segundo o governamental Interagency Council on Homelesness (Conselho Inter-agencial sobre os Sem-Teto em inglês) só as crianças matriculadas no sistema público de educação que não têm onde viver chegam a 939.903. Estas, entre outras tantas cifras e indicadores econômicos, pintam um quadro muito triste para o povo estadunidense, especialmente quando o acordo político entre republicanos e democratas implica em reduzir em 900 bilhões os gastos públicos na próxima década.

    Pior ainda o quadro para o povo trabalhador quando consideramos que a violência parece ser a via escolhida por muitos indivíduos para canalizar seu desespero. O relatório elaborado pelo governo chinês neste ano sobre o Estado dos Direitos Humanos nos EUA já tinha indicado este país como o mais violento do mundo. Um povo sem perspectivas de transformação, que não está unido na luta, é responsável por e, ao mesmo tempo, vítima de 32 homicídios diários por arma de fogo. Enquanto a classe dominante recebe ajuda financeira, a classe trabalhadora se mata entre si.

    No entanto, a violência mais brutal e constante não é perseguida pela polícia nem sai nos jornais. No dia 21 de julho deste ano, foi publicado o resultado da auditoria realizada pelos EUA à Reserva Federal. Sob uma suposta “independência do Banco central”, o Fed é administrado pelo setor privado e nunca tinha sido auditado. Segundo denunciou o senador estadunidense Bernie Sanders, o Fed entregou “$16 trilhões em empréstimos secretos para salvar bancos e negócios estadunidenses e estrangeiros” sob o plano de resgate emergencial da crise, sem processo licitatório algum. Esse valor é superior ao PIB estadunidense ($14,5 trilhões em 2010).

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  15. Aluna: Danielly G. da Silva Rego
    Serie: 7ª/8º ano A

    PESQUISA SOBRE A VIOLENCIA NOS EUA, ALEMANHA E JAPÃO:

    --Estados Unidos e ONU mostram preocupação com violência no Egito--

    Barack Obama e Ban Ki-moon pedem ação dos governantes egípcios para proteger cristãos coptas
    10 de outubro de 2011 | 15h 07

    WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se disse "profundamente preocupado" com a violência no Egito, informou a Casa Branca nesta segunda-feira, 10. A Organização das Nações Unidas (ONU) também pediu o fim da violência contra cristão coptas no país.
    No comunicado, Obama pediu que a minoria cristã egípcia seja protegida. Os comentários de Obama foram feitos depois que ao menos 26 pessoas, a maioria civis cristãos egípcios, morreram em choques com os militares no domingo. Os cristãos protestavam contra a demolição de uma igreja copta.
    O mandatário também ressaltou a necessidade da junta militar que governa o país realizar eleições em breve. "O presidente está profundamente preocupado com a violência no Egito que levou à trágica perda de vidas entre os manifestantes e as forças de segurança", disse o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, em comunicado.
    Já o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu aos líderes interinos do Egito que "garantam a proteção dos direitos humanos e das liberdades civis" para as pessoas de todas as religiões. Ele apelou aos egípcios para que "permaneçam unidos e preservem o espírito das mudanças históricas do começo do ano", segundo informações passadas pelo porta-voz Eduardo del Buey. As informações são da Dow Jones.


    --A Alemanha viveu o Primeiro de Maio mais violento dos últimos quatro anos.--

    http://pt.euronews.net/2009/05/02/onda-de-violencia-na-alemanha/

    O reforço do contingente policial em Berlim não conseguiu evitar o pior. Cerca de 400 radicais de esquerda atacaram as forças da ordem com pedras e garrafas. O capitalismo deu o mote ao protesto, que acabou com lojas e viaturas vandalizadas. Dezenas de pessoas ficaram feridas, entre elas cerca de 30 agentes. O cenário voltou a repetir-se em Hamburgo. A montra de um banco foi destruída e vários contentores do lixo incendiada. Mais de uma dezena de pessoas acabaram por ser detidas.

    --Cresce a violência no shougaku--
    Em 2004 o número de ocorrências aumentou em 18,1%

    http://gambare.uol.com.br/2005/10/08/cresce-a-violencia-no-shougaku/

    Tokyo - O número de casos de violência nos shougaku do Japão atingiram alta recorde no ano passado, sendo 1.890 ocorrências, 18,1% a mais que no ano anterior. Dentre eles, estão casos de ataque a professores, que aumentaram mais de 30% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Educação.
    O shougaku equivale aos seis primeiros anos escolares após o jardim de infância. O chuugaku e o koukou, que cobrem do sétimo ano escolar até o terceiro ano do ensino médio, apresentaram queda nos casos de violência.
    De acordo com o ministério, os dados mostram que mais jovens reagem de forma violenta a problemas triviais. Com a alta na violência, o ministério pediu a grupos educacionais de todo o arquipélago que estudem o problema.
    Violência contra professores apresentou o maior crescimento em relação a 2003, 32.8%, sendo ao todo 336 ocorrências, incluindo um garoto do sexto ano que chutou seu professor quando este pediu aos alunos que se alinhassem quando praticavam atletismo. Casos de violência entre estudantes totalizaram 992, um aumento de 16,2%. Um garoto do terceiro ano que quebrou uma janela após se irritar com uma professora que o mandou se sentar, faz parte dos 544 casos de vandalismo, 14% a mais que no ano anterior.
    É o segundo ano consecutivo em que a violência no shougaku aumenta, além de ultrapassar o recorde do ano de 2003, que apresentou 1,6 mil casos. A pesquisa foi feita em 23.160 shougaku, 10.317 chuugaku e 4.093 koukou, todas as escolas públicas.

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  16. Gean Nunes - 8ºB

    pesquisa complementar Brasil

    Nos últimos anos, a sociedade brasileira entrou no grupo das sociedades mais violentas do mundo. Hoje, o país tem altíssimos índices de violência urbana (violências praticadas nas ruas, como assaltos, seqüestros, extermínios, etc.); violência doméstica (praticadas no próprio lar); violência familiar e violência contra a mulher, que, em geral, é praticada pelo marido, namorado, ex-companheiro, etc...

    Infelizmente, o governo tem usado ferramentas erradas e conceitos errados na hora de entender o que é causa e o que é conseqüência. A violência que mata e que destrói está muito mais para sintoma social do que doença social. Aliás, são várias as doenças sociais que produzem violência como um tipo de sintoma. Portanto, não adianta super-armar a segurança pública, lhes entregando armas de guerra para repressão policial se a “doença” causadora não for identificada e combatida.

    Já é tempo de a sociedade brasileira se conscientizar de que, violência não é ação. Violência é, na verdade, reação. O ser humano não comete violência sem motivo. É verdade que algumas vezes as violências recaem sob pessoas erradas, (pessoas inocentes que não cometeram as ações que estimularam a violência). No entanto, as ações erradas existiram e alguém as cometeu, caso contrário não haveria violência.


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    Em todo o Mundo as principais causas da violência são: o desrespeito -- a prepotência -- crises de raiva causadas por fracassos e frustrações -- crises mentais (loucura conseqüente de anomalias patológicas que, em geral, são casos raros).

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  17. DANIELLY G. DA SILVA REGO26 de outubro de 2011 13:34

    COMENTARIO:

    A violência é um tema amplo que abrage a violência domestica ( como de mulher), a violência contra os idosos, contra moradores de rua, violência no transito, alem de que a violência também inclui o uso da força com o objetivo de ferir, então temos a violência ocorrida com assaltos, com homofobia e em alguns outros países a xenofobia, isto podemos citar a violencia psicológica e verbal ( que é apenas utilizada para oportunar ou imcomodar outros indivíduos). Outro tipo de violência que podemos citar é a sexual, em que o agressor abusa do poder que tem sobre a vitima para se satisfazer sexualmente. Concluindo, então que em todos os lugares do mundo, mesmo nos países desenvolvidos, há violência, so que alguns lugares são mais controlados do que outros.

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  18. gean nunes - 8ºB


    Tia Luciane a partir de outros assunto eu coloquei por acidente

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  19. Gean Nunes - 8ºB

    comentário

    só porque são países desenvolvidos não quer dizer que não possuam violência por exemplo o japão ano passado tiveram 1890 ocorrências de violência nas escolas.
    A Alemanha teve um dos mais aterrorizantes 1 maio com mais de 400 pessoas jogando pedras e garrafas, várias pessoas ficaram feridas dentre eles cerca de 30 agentes.
    e nos EUA nos ultimos anos pessoas que eram classe média hoje são sem-teto, por isso a única alternativa era a violência e o crime.
    O Brasil nesses últimos anos tem uma dos maiores indices de violência domundo principalmente em escolas como o ataque que um homem matou 13 crianças e atémesmo o Bullying

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  20. Aluno:João Vitor 8ºB


    Violência nos EUA
    Cuba, Brasil e a China são países mais pacíficos que os Estados Unidos, de acordo com um relatório publicado em 10 de junho de 2010. Os EUA estão em 85º lugar, abaixo de Cuba (72º lugar), da Argentina (71º), do Brasil (83º) e da China (80º) e apenas uma classificação acima de Angola (86º lugar). Entre os países desenvolvidos, os Estados Unidos têm níveis acima da média de crimes violentos e níveis particularmente altos de violência armada e de homicídio. Os Estados Unidos têm a maior taxa registrada de encarceramento e a maior população carcerária total do mundo.

    Violência no Japão
    Os países mais pacíficos do mundo são a Nova Zelândia, que está em primeiro na lista, Islândia, Japão, Áustria, Noruega, Irlanda, Dinamarca, Luxemburgo, Finlândia e Suécia. Em 2001, sendo considerado um país seguro para se viver, o Japão teve seu índice de criminalidade, somado em todo o território, no maior nível desde a Segunda Guerra Mundial. Com um aumento de 12%, registraram-se mais de três milhões de infrações, das quais 1% foram de crimes violentos, enquanto mais de 90% eram de furtos e infrações de trânsito. O agravo desta condição foi também devido ao fato da diminuição da eficácia da polícia japonesa, que, em análise de mesmo período, efetuou 8% menos prisões. Como solução para a violência, aponta-se o esforço em conjunto entre a sociedade, governos locais e empresas. Além disso, há a presença da máfia, como a Yakuza, organização mafiosa composta por vários clãs de criminosos violentos, que deixaram marcas no aspecto de vida japonês.

    Violência na Alemanha
    Crimes violentos na Alemanha são raros, no entanto, podem acontecer, principalmente nas áreas de alto risco das grandes cidades, como as estações de trem. A maioria dos incidentes relacionados a crimes de rua consistem em roubos de objetos pequenos abandonados e furtos. A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública. A violência parece nestes últimos tempos estar no cotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.

    Comentário: Analisando a pesquisa podemos ver que a violência tem um baixo índice devido a boa segurança desses países

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  21. Gabriela Guerreiro - 8ª ano B

    EUA: A violência é hoje uma das maiores ameaças à saúde nos Estados Unidos, atingindo ‘proporções epidêmicas’, na avaliação de especialistas. Os índices de homicídios no país são extremamente altos se comparados aos números de outras nações industrializadas. Entre os grupos etários, adolescentes entre 12 e 15 anos de idade são os que correm mais riscos de se tornarem vítimas de crimes violentos.
    A taxa de homicídio de jovens com menos de 18 anos na Califórnia aumentou 60,6% entre 1985 e 1994. O grupo mais afetado foi o dos afro-americanos. Entre 1980 e 1994 o número de afro-americanos jovens mortos subiu 97%. Homicídio, a maior causa de morte de homens negros, era responsável por 57% das mortes.


    JAPÃO:O Japão, país que lidera a lista de nações que registram baixíssimos índices de criminalidade, vê aumentar a violência entre os jovens de forma assustadora. E não é somente a violência de crianças e adolescentes na comunidade onde residem, mas igualmente nas ruas por onde andam e nas escolas onde estudam.

    No ano passado foram registrados 10.575 casos de agressões físicas nas escolas japonesas. É um número assustador para os padrões nipônicos. Desse total, pelo menos 49% se referem a ataques e brigas entre estudantes tanto da escola primária quanto da secundária. Também foram registrados mais casos de agressões de alunos contra professores. Os ataques de professores autoritários dirigidos aos alunos sofreram um decréscimo de 1% ficando em 105 registros.
    Em relação ao ano de 1996, houve um índice de violência 31,7% maior em 1997 acrescido da constatação de que, além de mais violentos, os alunos estão utilizando mais armas nas suas investidas agressivas. Os números da violência foram divulgados, em fevereiro, pelo Ministério da Educação do Japão (Mombusho).

    ALEMANHÃ: VIOLÊNCIA

    A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.
    O número de alunos considerados portadores de problemas de ordem emocional ou de integração passou na capital alemã de 800 para 3 mil desde 1996 e o número de adolescentes suspeitos de crimes sexuais mais do que duplicou desde 1993. Segundo as estatísticas da polícia, a faca é a arma mais utilizada pelos jovens, com registos de 66% nos casos de agressão registados em 2005.
    Perante a onda de violência entre os jovens, os partidos políticos defendem a necessidade de medidas sociais e jurídicas, como controlos mais rígidos nas escolas, a redução da idade penal (actualmente de 14 anos), sanções contra os pais que se negarem a cooperar com as autoridades e a adopção do uniforme nas escolas.
    Os especialistas, por seu lado, pedem "uma aliança entre os pais e as escolas", lembrando que a melhor arma contra as armas continua a ser o diálogo.

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  22. IGOR PORTO E SILVA 8ª B

    EUA superam Brasil e China em violência, diz institut
    Cuba, Brasil e a China são países mais pacíficos que os Estados Unidos, de acordo com um relatório publicado hoje. O índice global da paz, elaborado pelo Instituto para a Economia e a Paz (IEP, na sigla em inglês), sediado em Sydney, na Austrália, diz que o mundo em geral está virando um lugar mais violento. O relatório diz que quase dois terços dos 149 países, classificados todos os anos, ficaram lugares mais violentos desde 2007.
    Os EUA estão em 85º lugar, abaixo de Cuba (72º lugar), da Argentina (71º), do Brasil (83º) e da China (80º) e apenas uma classificação acima de Angola (86º lugar). O Brasil ficou com sua posição inalterada em comparação a 2009.
    "Sugerindo a possibilidade de que o rápido desenvolvimento possa ter trazido mais conflitos na sua esteira, o IEP também notou que três países dos BRICS - Rússia (143º lugar), China (80º lugar) e Índia (128º lugar), assistiram a um declínio substancial na tranquilidade", diz um trecho do relatório.
    O ranking lista 149 países. A Turquia ficou em 126º lugar, a Itália em 40º, a França em 32º e o Reino Unido em 31º.
    Violência juvenil diminui na Alemanha, xenofobia preocupa


    Para "Jovens na Alemanha – agressores e vítimas" foram ouvidos 45 mil adolescentes. Segundo o estudo, a violência entre adolescentes diminuiu sensivelmente em dez anos. Porém a xenofobia permanece alarmante.

    A violência juvenil, em todas as suas facetas, está diminuindo na Alemanha, ao contrário da suposição tão difundida. Essa é a conclusão dos autores de Jovens na Alemanha – agressores e vítimas, encomendada pelo Ministério alemão do Interior e divulgada nesta terça-feira (17/03). Trata-se da maior pesquisa sobre o assunto já realizada na Europa, envolvendo 45 mil jovens de ambos os sexos, entre 14 e 16 anos.
    No final dos anos 90, entre 17,3% e 24,9% dos entrevistados admitiam haver cometido um ato de violência. Dez anos mais tarde os percentuais ficam apenas entre 11,5% e 18,1%. Os números se referem a oito cidades – não identificadas para evitar a estigmatização. O total dos delitos de lesão corporal também recuou sensivelmente: 44%.
    Violência juvenil preocupa o Japão
    Governo tenta achar uma solução para o problema

    TÓQUIO - Não é somente nos países do terceiro mundo que a violência infanto-juvenil aumenta a cada dia. Nas nações ricas do Primeiro Mundo esse tipo de comportamento social também se tornou problemático e objeto de preocupação, não só das autoridades, mas igualmente de professores e pais.
    O Japão, país que lidera a lista de nações que registram baixíssimos índices de criminalidade, vê aumentar a violência entre os jovens de forma assustadora. E não é somente a violência de crianças e adolescentes na comunidade onde residem, mas igualmente nas ruas por onde andam e nas escolas onde estudam.
    No ano passado foram registrados 10.575 casos de agressões físicas nas escolas japonesas. É um número assustador para os padrões nipônicos. Desse total, pelo menos 49% se referem a ataques e brigas entre estudantes tanto da escola primária quanto da secundária. Também foram registrados mais casos de agressões de alunos contra professores. Os ataques de professores autoritários dirigidos aos alunos sofreram um decréscimo de 1% ficando em 105 registros.
    Em relação ao ano de 1996, houve um índice de violência 31,7% maior em 1997 acrescido da constatação de que, além de mais violentos, os alunos estão utilizando mais armas nas suas investidas agressivas. Os números da violência foram divulgados, em fevereiro, pelo Ministério da Educação do Japão (Mombusho).

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  23. Priscila de M.O. Carneiro
    8º B
    Pesquisas:

    Japão
    O aumento da violência entre os jovens é assustador. E não é somente a violência de crianças e adolescentes na comunidade onde residem, mas igualmente nas ruas por onde andam e nas escolas onde estudam.
    No ano passado foram registrados 10.575 casos de agressões físicas nas escolas japonesas. É um número assustador para os padrões nipônicos. Desse total, pelo menos 49% se referem a ataques e brigas entre estudantes tanto da escola primária quanto da secundária. Também foram registrados mais casos de agressões de alunos contra professores. Os ataques de professores autoritários dirigidos aos alunos sofreram um decréscimo de 1% ficando em 105 registros.
    Em relação ao ano de 1996, houve um índice de violência 31,7% maior em 1997 acrescido da constatação de que, além de mais violentos, os alunos estão utilizando mais armas nas suas investidas agressivas. Os números da violência foram divulgados, em fevereiro, pelo Ministério da Educação do Japão (Mombusho).

    Alemanha
    A violência juvenil, em todas as suas facetas, está diminuindo na Alemanha, ao contrário da suposição tão difundida. Essa é a conclusão dos autores de Jovens na Alemanha – agressores e vítimas, encomendada pelo Ministério alemão do Interior e divulgada nesta terça-feira (17/03). Trata-se da maior pesquisa sobre o assunto já realizada na Europa, envolvendo 45 mil jovens de ambos os sexos, entre 14 e 16 anos.
    No final dos anos 90, entre 17,3% e 24,9% dos entrevistados admitiam haver cometido um ato de violência. Dez anos mais tarde os percentuais ficam apenas entre 11,5% e 18,1%. Os números se referem a oito cidades – não identificadas para evitar a estigmatização. O total dos delitos de lesão corporal também recuou sensivelmente: 44%.

    Estados Unidos
    A recente onda de ataques contra escolas dos EUA chama a atenção por inserir um novo fator neste tipo de crime: agora adultos atacam crianças, segundo especialistas em violência escolar ouvidos pela Folha Online.
    Em apenas seis dias [entre 27 de setembro e o último dia 2], seis crianças morreram em três ataques contra escolas de diferentes Estados –Colorado, Wisconsin e Pensilvânia. Em dois deles, os agressores eram adultos.
    “Na última década, não havia registro de ataques de maior repercussão cometidos por adultos, todos foram feitos por adolescentes”, disse à Folha Online, por telefone, Jane Grady, 60, diretora-assistente do Centro de Estudos e Prevenção à Violência (CSPV, na sigla em inglês), da Universidade do Colorado.
    “Geralmente, essas ações eram perpetradas por estudantes que enfrentavam problemas com outros alunos ou professores. Ataques de adultos é algo novo, que não sabemos ainda ao certo a motivação, tampouco o significado”, diz Grady, que dirige o centro fundado em 1993.
    Michael Sedler, especialista em Serviço Social que atua há 15 anos em escolas dos EUA, nas áreas pedagógica e de saúde mental, concorda com Grady. “O perfil típico destes agressores era de adolescentes solitários, influenciados por jogos de videogame ou pela internet”, explica.
    Dois dos recentes ataques foram realizados por adultos que, aparentemente, “sofriam de distúrbios mentais, ouviam vozes ou se sentiam deprimidos”. “Os casos ainda estão sendo investigados e nos ajudarão a saber mais sobre este novo tipo de ataque”, afirma.

    Comentário:
    Com a pesquisa pude perceber que no Japão ouve um grande aumento de violência em especial nas escolas, e envolvendo armas, nos Estados Unidos também existe esse problema, mas curiosamente esta vem de adultos atacando crianças. Na Alemanha estudos realizados em oito cidades apresentam a diminuição de agressões.

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  24. Dannyele Neves Dias - 8º ano "B"

    Estados Unidos: Nos Estados Unidos à violência domestica (com crianças e mulheres) e violência nas ruas. Entre os grupos etários, adolescentes entre 12 e 15 anos de idade são os que correm mais riscos de se tornarem vítimas de crimes violentos. O aumento da violência tem sido nas escolas.

    Alemanha: Segundo o Bundesfamilienministerium (Ministério da Família), na Alemanha uma em cada três mulheres sofre de violência dentro do relacionamento e uma em cada sete mulheres sofre violência sexual pelo menos uma vez na vida.

    Japão: Casos de violência doméstica aumentam no Japão e a juvenil preocupa. O país que mais valoriza a sua população mais velha revela um dado alarmante: o número de casos de violência contra idosos.

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  25. Marilia Mendes Evaristo-8ºANO "A"

    VIOLÊNCIA NOS ESTADOS UNIDOS
    O sistema americano de combate à criminalidade, em geral, se limita à palavra repressão. As leis são severas e o sistema judiciário tem sido bastante conservador na sua aplicação. Quase todos os crimes recebem penas pesadas e os números dos últimos anos espantam: mais de dois milhões de americanos estavam na prisão no ano 2000 e esse número era tão alto que se refletia no índice de desemprego. Os EUA aprisionavam 700 pessoas em cada 100 mil habitantes, quase seis vezes mais do que o Brasil. Em Estados mais conservadores, como o Texas, esse número chegava a 1035 por 100 mil.
    VIOLÊNCIA NO JAPÃO
    Tokyo - O número de casos de violência nos shougaku do Japão atingiram alta recorde no ano passado, sendo 1.890 ocorrências, 18,1% a mais que no ano anterior. Dentre eles, estão casos de ataque a professores, que aumentaram mais de 30% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Educação.
    O shougaku equivale aos seis primeiros anos escolares após o jardim de infância. O chuugaku e o koukou, que cobrem do sétimo ano escolar até o terceiro ano do ensino médio, apresentaram queda nos casos de violência.
    É o segundo ano consecutivo em que a violência no shougaku aumenta, além de ultrapassar o recorde do ano de 2003, que apresentou 1,6 mil casos. A pesquisa foi feita em 23.160 shougaku, 10.317 chuugaku e 4.093 koukou, todos escolas públicas.
    VIOLÊNCIA NA ALEMANHA
    Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar dos atos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país. O número de alunos considerados portadores de problemas de ordem emocional ou de integração passou na capital alemã de 800 para 3 mil desde 1996 e o número de adolescentes suspeitos de crimes sexuais mais do que duplicou desde 1993. Segundo as estatísticas da polícia, a faca é a arma mais utilizada pelos jovens, com registos de 66% nos casos Os especialistas, por seu lado, pedem "uma aliança entre os pais e as escolas", lembrando que a melhor arma contra as armas continua a ser o diálogo.Pequisado no:www.google.com.br

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  26. Leticia 8 ano B
    EUA= Os dois últimos anos testemunharam o recrudescimento da violência armada nos Estados Unidos, como mostram dados oficiais de 2004 e 2005 e as projeções para 2006. Esta reversão das tendências foi atribuída ao retrocesso das políticas nacionais de controle de armas e ao corte no financiamento federal para os órgãos de segurança.
    "A violência armada esteve alta no começo dos anos 90 e acreditamos que a diminuição da criminalidade nos anos que se seguiram resultaram das leis de controle de armas aprovadas durante a administração anterior, como a Lei Brady, que exigia a checagem dos antecedentes criminais de quem fosse comprar uma arma de fogo, e a lei que proibia a comercialização das armas de assalto."
    O trabalho da polícia foi enfraquecido, por exemplo, com o cancelamento de um programa criado para aumentar o número de policiais nas ruas; com a restrição às informações sobre armas rastreadas; e com a falência do governo em combater o comércio ilegal de armas de fogo. Recentemente, uma operação coordenada pelo prefeito de Nova York Michael Bloomberg que desvendou uma rede de comerciantes ilegais de armas, deixou de ser respaldada pelo governo federal, que não processou os acusados e pelo Departamento de Justiça norte-americano, que questionou a legalidade da operação em carta ao prefeito.
    ALEMANHA= Na Alemanha, como ne outros países, não há acordo na definição do que é exactamente a violência. O termo "violência" é, muitas vezes, confundido com outros termos que descrevem fenómenos semelhantes, como "bullying" (maus tratos entre iguais) ou "agressão". Alguns estudos nem sequer definem violência, usando um conceito abrangente que inclui vários subtipos, como a violência física, a pressão verbal, vandalismo, abuso sexual ou até a violência estrutural.

    No dia a dia a "violência" é geralmente associada a agressões físicas ou a actos criminosos. Quando questionados sobre quais as acções que consideram como violência, os gestores escolares, professores, alunos e pais referem em primeiro lugar agressões físicas, ameaças com armas, a extorsão e vandalismo. Enquanto cerca de metade dos professores e dos gestores escolares consideram a agressão verbal como violência, apenas 30% dos alunos e pais a consideram do mesmo modo.
    No que respeita à violência juvenil, a maioria dos estudos indica um aumento em meados dos anos 80 ou início da década de 90, não só na Alemanha, mas por toda a Europa.
    JAPAO= Tokyo - O número de casos de violência nos shougaku do Japão atingiu alta recorde no ano passado, sendo 1.890 ocorrências, 18,1% a mais que no ano anterior. Dentre eles, estão casos de ataque a professores, que aumentaram mais de 30% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Educação.
    De acordo com o ministério, os dados mostram que mais jovens reagem de forma violenta a problemas triviais. Com a alta na violência, o ministério pediu a grupos educacionais de todo o arquipélago que estudem o problema.
    Violência contra professores apresentou o maior crescimento em relação a 2003, 32.8%, sendo ao todo 336 ocorrências, incluindo um garoto do sexto ano que chutou seu professor quando este pediu aos alunos que se alinhassem quando praticavam atletismo. Casos de violência entre estudantes totalizaram 992, um aumento de 16,2%. Um garoto do terceiro ano que quebrou uma janela após se irritar com uma professora que o mandou se sentar, faz parte dos 544 casos de vandalismo, 14% a mais que no ano anterior.
    É o segundo ano consecutivo em que a violência no shougaku aumenta, além de ultrapassar o recorde do ano de 2003, que apresentou 1,6 mil casos. A pesquisa foi feita em 23.160 shougaku, 10.317 chuugaku e 4.093 koukou, todos escolas públicas.

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  27. kassyare - 8ºa
    Violência nos Estados Unidos
    Em menos de 24 horas, dez pessoas foram mortas a tiros nos EUA. Cinco em Los Angeles, quando na quarta-feira um homem invadiu uma casa no bairro de San Fernando e matou três moradores da casa, um policial e depois foi morto por outro que participava da operação de resgate dos reféns. As outras cinco pessoas foram mortas na cidade de Kirkwood, no Missouri, durante uma reunião municipal. Segundo a polícia uma vereadora, três policiais e o homem que entrou atirando no prédio morreram. O atirador foi identificado como Charles Lee Thornton. Ele já havia invadido violentamente outras reuniões no mesmo local dizendo-se discriminado pelos vereadores.

    EUA superam Brasil e China em violência, diz instituto

    Cuba, Brasil e a China são países mais pacíficos que os Estados Unidos, de acordo com um relatório publicado hoje. O índice global da paz, elaborado pelo Instituto para a Economia e a Paz (IEP, na sigla em inglês), sediado em Sydney, na Austrália, diz que o mundo em geral está virando um lugar mais violento. O relatório diz que quase dois terços dos 149 países, classificados todos os anos, ficaram lugares mais violentos desde 2007.
    O Iraque é o país mais violento no mundo (149º lugar), diz o relatório, seguido pela Somália, Afeganistão, Sudão, Paquistão, Israel, Geórgia, Chade e República Democrática do Congo. Os países mais pacíficos são a Nova Zelândia, que está em primeiro na lista, Islândia, Japão, Áustria, Noruega, Irlanda, Dinamarca, Luxemburgo, Finlândia e Suécia.
    Os EUA estão em 85º lugar, abaixo de Cuba (72º lugar), da Argentina (71º), do Brasil (83º) e da China (80º) e apenas uma classificação acima de Angola (86º lugar). O Brasil ficou com sua posição inalterada em comparação a 2009.
    "Sugerindo a possibilidade de que o rápido desenvolvimento possa ter trazido mais conflitos na sua esteira, o IEP também notou que três países dos BRICS - Rússia (143º lugar), China (80º lugar) e Índia (128º lugar), assistiram a um declínio substancial na tranqüilidade", diz um trecho do relatório.
    O ranking lista 149 países. A Turquia ficou em 126º lugar, a Itália em 40º, a França em 32º e o Reino Unido em 31º.
    A ideia de criar o índice foi de Steve Kilelea, um empreendedor australiano que queria identificar o que faz um país ser pacífico e tranquilo. Ele pediu à Unidade de Inteligência da Economist, afiliada à revista The Economist, que pesquisasse uma série de variáveis, do nível de homicídios por 100 mil habitantes - dado que prejudicou os EUA e favoreceu a Dinamarca - à corrupção e ao acesso à educação primária. A pesquisa também leva em conta níveis de criminalidade, número de pessoas na prisão em proporção à população total de um país, gastos militares e existência ou não de tumultos sociais.

    Os Estados Unidos nos últimos anos anda tendo muita violência, mais mesmo com tantas mortes eles conseguem superar. Em comparação com o Brasil ele tem um índice baixíssimo de violência. Mais ele não tem menos do que a Dinamarca que foi favorecida segundo as pesquisas.

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  28. kassyare - 8ºa
    Cresce a violência no shougaku
    Em 2004 o número de ocorrências aumentou em 18,1%
    Tokyo - O número de casos de violência nos shougaku do Japão atingiu alta recorde no ano passado, sendo 1.890 ocorrências, 18,1% a mais que no ano anterior. Dentre eles, estão casos de ataque a professores, que aumentaram mais de 30% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Educação.
    O shougaku equivale aos seis primeiros anos escolares após o jardim de infância. O chuugaku e o koukou, que cobrem do sétimo ano escolar até o terceiro ano do ensino médio, apresentaram queda nos casos de violência.
    De acordo com o ministério, os dados mostram que mais jovens reagem de forma violenta a problemas triviais. Com a alta na violência, o ministério pediu a grupos educacionais de todo o arquipélago que estudem o problema.
    Violência contra professores apresentou o maior crescimento em relação a 2003, 32.8%, sendo ao todo 336 ocorrências, incluindo um garoto do sexto ano que chutou seu professor quando este pediu aos alunos que se alinhassem quando praticavam atletismo. Casos de violência entre estudantes totalizaram 992, um aumento de 16,2%. Um garoto do terceiro ano que quebrou uma janela após se irritar com uma professora que o mandou se sentar faz parte dos 544 casos de vandalismo, 14% a mais que no ano anterior.
    É o segundo ano consecutivo em que a violência no shougaku aumenta, além de ultrapassar o recorde do ano de 2003, que apresentou 1,6 mil casos. A pesquisa foi feita em 23.160 shougaku, 10.317 chuugaku e 4.093 koukou, todas as escolas públicas.

    No Japão nos últimos anos tem um enorme número de violência. É violência de todo tipo, aluno agredindo professor, filhos agredindo pais, mulheres apanhando de maridos e outros. No Japão está muito forte o nível de violência, vem cada vez mais aumentando.

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  29. Rafael Sales Souza Farias 8ªB

    Comentário:

    Entre esses três países o que é mais violento é os EUA graças a grande taxa de encarcerados e de homicídios inclusive a violência nos EUA é maior que a do Brasil;já no Japão o índice de criminalidade é relativamente baixo em relação aos outros dois mas vem aumentando graças a falta de fiscalização da policia e a atuação da máfia.A violência na Alemanha e bem rara só que vem aumentando o número de roubos , assaltos e furtos que estão ocorrendo e principalmente o número de crimes vem aumentando entre menores de idade.

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  30. Aumento da violência entre jovens na Alemanha preocupa autoridades
    ________________________________________VIOLÊNCIA
    A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os atos de agressão permanecer "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.
    O número de alunos considerados portadores de problemas de ordem emocional ou de integração passou na capital alemã de 800 para 3 mil desde 1996 e o número de adolescentes suspeitos de crimes sexuais mais do que duplicou desde 1993. Segundo as estatísticas da polícia, a faca é a arma mais utilizada pelos jovens, com registros de 66% nos casos de agressão registrados em 2005.
    Perante a onda de violência entre os jovens, os partidos políticos defendem a necessidade de medidas sociais e jurídicas, como controles mais rígidos nas escolas, a redução da idade penal (atualmente de 14 anos), sanções contra os pais que se negarem a cooperar com as autoridades e a adopção do uniforme nas escolas.
    Os especialistas, por seu lado, pedem "uma aliança entre os pais e as escolas", lembrando que a melhor arma contra as armas continua a ser o diálogo.
    A Alemanha viveu o Primeiro de Maio mais violento dos últimos quatro anos.
    O reforço do contingente policial em Berlim não conseguiu evitar o pior. Cerca de 400 radicais de esquerda atacaram as forças da ordem com pedras e garrafas. O capitalismo deu o mote ao protesto, que acabou com lojas e viaturas vandalizadas. Dezenas de pessoas ficaram feridas, entre elas cerca de 30 agentes. O cenário voltou a repetir-se em Hamburgo. A montra de um banco foi destruída e vária contentoras do lixo incendiadas. Mais de uma dezena de pessoas acabaram por ser detidas.
    Ataques racistas cresceram em 60%
    O Conselho Europeu desafiou a Alemanha a se esforçar mais para combater a onda crescente de violência ligada ao racismo e ao anti-semitismo no país.

    Num relatório divulgado hoje o Conselho afirma que ataques deste tipo aumentaram em quase 60% no ano passado e são um problema sério tanto na próspera parte ocidental da Alemanha, quanto na parte oriental e ex-comunista.

    O documento mostra a preocupação com o que descreve como uma cultura de intolerância e atitudes negativas voltadas para estrangeiros e minorias étnicas.

    O Conselho elogia a decisão do governo alemão de relaxar as leis para obtenção de cidadania e para facilitar a naturalização de estrangeiros residentes há muito tempo no país. E encorajou o país a ir mais longe e passar a reconhecer a dupla cidadania.
    Na Alemanha o índice de violência também aumentou nos últimos anos, e vem aumentando cada vez mais. Dizem que aumentaram 60% o número de violência por
    causa do racismo. E a Alemanha tem se preocupado muito com esse aumento e vem tentando fazer o possível para acabar com isso.

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  31. Laís Meiko Uemura-8º ano B
    Pesquisa:
    Estados Unidos-Entre os países desenvolvidos, os Estados Unidos têm níveis acima da média de crimes violentos e níveis particularmente altos de violência armada e de homicídio.
    Alemanha- Está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Japão-Pouco antes, em pesquisa realizada com o povo, ficou constatado que a criminalidade estava diminuindo e que a grande preocupação da segurança nacional eram as tragédias naturais, como os terremotos, as falsificações dos selos de segurança dos prédios e os acidentes aéreos e ferroviários.Apesar da segurança e da aparente preocupação da população girar em torno apenas dos desastres naturais, a presença da máfia é algo não ignorado no país.
    Comentário:
    Apesar desses países serem desenvolvidos,a questão da violência está presente neles.Nos três países apresentados , está havendo violência doméstica , nas escolas...O tema discutido é presente nos países mas nem tanto ;porém ela está aumentando cada vez mais com o tempo.

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  32. Luísa Santos 8º Ano A

    Estados Unidos:
    Muitos estadunidenses foram pegos de surpresa quando, da noite para o dia, passaram de trabalhadores de classe média a sem-teto, que dependem de programas sociais para alimentar sua família. O Departamento de Trabalho anunciou no dia 8 de julho deste ano, que o desemprego está em 9,2%. Segundo o Censo realizado pelo governo estadunidense em 2009, 43,6 milhões de pessoas viviam abaixo do nível de pobreza. A organização Feed the Hungry (Alimente os Famintos em inglês) afirma em sua página web que em 2009 proveu “assistência alimentícia emergencial” para 37 milhões de pessoas. Em 2009, a população sem-teto nos EUA era de 656.129; hoje, segundo o governamental Interagency Council on Homelesness (Conselho Inter-agencial sobre os Sem-Teto em inglês) só as crianças matriculadas no sistema público de educação que não têm onde viver chegam a 939.903. Estas, entre outras tantas cifras e indicadores econômicos, pintam um quadro muito triste para o povo estadunidense, especialmente quando o acordo político entre republicanos e democratas implica em reduzir em 900 bilhões os gastos públicos na próxima década.

    Japão:
    TÓQUIO - Não é somente nos países do terceiro mundo que a violência infanto-juvenil aumenta a cada dia. Nas nações ricas do Primeiro Mundo esse tipo de comportamento social também se tornou problemático e objeto de preocupação, não só das autoridades, mas igualmente de professores e pais.
    O Japão, país que lidera a lista de nações que registram baixíssimos índices de criminalidade, vê aumentar a violência entre os jovens de forma assustadora. E não é somente a violência de crianças e adolescentes na comunidade onde residem, mas igualmente nas ruas por onde andam e nas escolas onde estudam.

    Alemanha:
    A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.
    O número de alunos considerados portadores de problemas de ordem emocional ou de integração passou na capital alemã de 800 para 3 mil desde 1996 e o número de adolescentes suspeitos de crimes sexuais mais do que duplicou desde 1993. Segundo as estatísticas da polícia, a faca é a arma mais utilizada pelos jovens, com registos de 66% nos casos de agressão registados em 2005.
    Perante a onda de violência entre os jovens, os partidos políticos defendem a necessidade de medidas sociais e jurídicas, como controlos mais rígidos nas escolas, a redução da idade penal (actualmente de 14 anos), sanções contra os pais que se negarem a cooperar com as autoridades e a adopção do uniforme nas escolas.
    Os especialistas, por seu lado, pedem "uma aliança entre os pais e as escolas", lembrando que a melhor arma contra as armas continua a ser o diálogo.

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  33. Ludimilla Lima-8° ano A
    Estados Unidos:
    O número de homicídios 11 vezes menor que o Brasil. A chance de ser assassinado é, por simples regra de 3, umas 22 vezes maior no Brasil do que nos EUA.

    O sistema americano de combate à criminalidade, em geral, se limita à palavra repressão. As leis são severas e o sistema judiciário tem sido bastante conservador na sua aplicação. Quase todos os crimes recebem penas pesadas e os números dos últimos anos espantam: mais de dois milhões de americanos estavam na prisão no ano 2000 e esse número era tão alto que se refletia no índice de desemprego. Os EUA aprisionavam 700 pessoas em cada 100 mil habitantes, quase seis vezes mais do que o Brasil. Em Estados mais conservadores, como o Texas, esse número chegava a 1035 por 100 mil.

    Japão:
    O número de casos de violência nos shougaku do Japão atingiram alta recorde no ano passado, sendo 1.890 ocorrências, 18,1% a mais que no ano anterior. Dentre eles, estão casos de ataque a professores, que aumentaram mais de 30% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Educação.

    O shougaku equivale aos seis primeiros anos escolares após o jardim de infância. O chuugaku e o koukou, que cobrem do sétimo ano escolar até o terceiro ano do ensino médio, apresentaram queda nos casos de violência.

    Alemanha:
    A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.

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  34. Paulo Welson - 8º ano "A"


    Violência na Alemanha: a Alemanha esta preocupada com o aumento da violência entre os jovens, principalmente depois dos crimes na capital Berlim que abalaram a opinião publica, apesar dos atos de agressão permanecerem isolados como referiu o ministro de Berlim. A violência hoje em dia parece estar no cotidiano dos estabelecimentos de ensino. Segundo a polícia a faca é a arma mais utilizada pelos jovens. Perante a onda de violência entre os jovens os partidos políticos defendem medidas especiais como redução na idade penal (atual 14 anos) e controle mais rígido nas escolas.


    Violência nos EUA: segundo um relatório divulgado pelo governo chinês sobre o estado dos direitos humanos nos EUA o qual já foi indicado como país mais violento do mundo. Nos EUA 32 pessoas morrem por dia por alguma arma de fogo. ”enquanto os ricos são ajudados os pobres se matam para sobreviver”. Um caso de violência bárbara foi o que aconteceu com dois ciclistas que foram arrancados de suas bicicletas espaçados e jogados no rio por pelo menos 100 jovens, com esse exemplo e com o que foi dito anteriormente, podemos concluir que não e só porque um país é desenvolvido e rico que ele é perfeito como e o caso dos EUA.


    Violência no Japão: o Japão também tem violência juvenil que preocupa muito não só as autoridades , mas também professores e pais, o Japão que lidera ranking de nações co mais baixa criminalidade, mas a violência entre crianças e adolescentes está o aumentando de uma forma assustadora, no ano passado foram registrados 10.575 casos de agressão nas escolas japonesas, as agressões contra professores caíram 1% em relação ao ano passado ficando em 105 casos, o vandalismo contra escolas e outros bens públicos teve um aumento superior a 41,3% em relação a 1996.

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  35. karoline de Melo Souza
    Série: 8 Ano A

    A violencia no Japao:

    Parece que a segurança no país é melhor que em muitos outros, principalmente se comparada ao nosso, porque há grande emprego de tecnologia, alternativas de abordagem e, destaque, participação das pessoas, tomando como responsabilidade individual zelar por uma nação digna. Mas isso não faz com que o crime inexista naquela localidade do globo terrestre, só não é assustador como em outras partes do mundo.

    A educacão Alemanha:

    A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.

    A vioencia nos Estados Unidos:

    Em menos de 24 horas, dez pessoas foram mortas a tiros nos EUA. Cinco em Los Angeles, quando na quarta-feira um homem invadiu uma casa no bairro de San Fernando e matou três moradores da casa, um policial e depois foi morto por outro que participava da operação de resgate dos reféns. As outras cinco pessoas foram mortas na cidade de Kirkwood, no Missouri, durante uma reunião municipal. Segundo a polícia uma vereadora, três policiais e o homem que entrou atirando no prédio morreram. O atirador foi identificado como Charles Lee Thornton. Ele já havia invadido violentamente outras reuniões no mesmo local dizendo-se discriminado pelos vereadores.

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  36. Danieli Wollmann
    8º ano B

    Os Estados Unidos da América têm níveis altos de violência em relação aos outros países desenvolvidos e homicídio que diminuiu 42% entre 1991 e 1999. No início de 2008, 2,3 milhões de pessoas foram presas.

    O Japão é considerado um país seguro para viver. Registram-se mais de três milhões de infracções, das quais 1% era de crimes violentos e mais de 90% eram de furtos e infracções de transito. Foram criados robôs para ajudar na patrulha de segurança, por causa da baixa natalidade que poderá causar problemas no futuro em relação aos guardas. No Japão existe organização criminosa, como por exemplo, Yakuza.

    Na Alemanha não ocorre muito crime violento, mas podem ocorrer principalmente roubos e furtos. Os alemães estão com medo em relação aos crimes com os jovens. As agressões com porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores são cada vez maiores no país.

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  37. Gregory Henrique - 8° ano “B”

    Violência nos Estados Unidos:

    Os dois últimos anos testemunharam o recrudescimento da violência armada nos Estados Unidos. Esta reversão das tendências foi atribuída ao retrocesso das políticas nacionais de controle de armas e ao corte no financiamento federal para os órgãos de segurança."Infelizmente, houve uma reversão dramática na tendência de queda das taxas de violência armada depois que o governo federal cortou as verbas para os órgãos de segurança pública", afirma Brian J. Siebel, advogado do Brady Center para a Prevenção da Violência Armada, uma ONG baseada na capital Washington."A violência armada esteve alta no começo dos anos 90 e acreditamos que a diminuição da criminalidade nos anos que se seguiram resultaram das leis de controle de armas aprovadas durante a administração anterior, como a Lei Brady, que exigia a checagem dos antecedentes criminais de quem fosse comprar uma arma de fogo, e a lei que proibia a comercialização das armas de assalto."
    Como podemos ver, Entre os países desenvolvidos, os Estados Unidos têm níveis acima da média de crimes violentos e níveis particularmente altos de violência armada e de homicídio

    Violência no Japão:

    Parece que a segurança no país é melhor que em muitos outros, principalmente se comparada ao nosso, porque há grande emprego de tecnologia, e participação das pessoas, tomando como responsabilidade individual zelar por uma nação digna. Mas isso não faz com que o crime inexista naquela localidade do globo terrestre, só não é assustador como em outras partes do mundo.
    Mas de uns tempos para cá, a violência juvenil vem preocupando o Japão, assim como os casos de agressão aos idosos e violência domestica vêem aumentando muito rapidamente.

    Violência na Alemanha:

    A Alemanha viveu o Primeiro de Maio mais violento dos últimos quatro anos.
    O reforço do contingente policial em Berlim não conseguiu evitar o pior. Cerca de 400 radicais de esquerda atacaram as forças da ordem com pedras e garrafas. O capitalismo deu origem ao protesto, que acabou com lojas e viaturas vandalizadas. Dezenas de pessoas ficaram feridas, entre elas cerca de 30 agentes. O cenário voltou a repetir-se em Hamburgo. A montra de um banco foi destruída e vários contentores do lixo incendiados. Mais de uma dezena de pessoas acabaram por ser detidas.
    Diferentemente do Japão, os casos de violência juvenil vem diminuindo, mas os casos de violência entre os jovens nas escolas e de violência doméstica e sexual vêm aumentando.

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  38. Beatriz Braga - 8ª ano A

    Violência no EUA: Os EUA, hoje em dia, esta com um índice muito alto de violência, superando o Brasil e a China. Dez de 2007, os seus países vêem apresentando um alto índice de violência, principalmente o Iraque. Os EUA estão em 85º lugar, abaixo de Cuba (72º lugar), da Argentina (71º), do Brasil (83º) e da China (80º) e apenas uma classificação acima de Angola (86º lugar). As suas violencias, ocorrem mais nas escolas, principalmente com jovens, em que sofrem bullyng e preconceitos.

    Violência no Japão: A violência no Japão, também aumentou. Principalmente com os idosos, em que eram os que eles mais valorizavam. Aumentou também nas escolas e principalmente com jovens, em que levavam ate facas dentro de escolas. Mas a violência em que mais se terrorizou foi a com idosos, porque ate casos de familiares e dentro de casa, surgiram no Japão.

    Violência na Alemanha: A violência na Alemanha, esta aumentando principalmente com a violência domestica. Pois jovens e crianças estão aprendendo violências dentro de casa. E alem de tarem praticando também sofrendo com agressões. E é o que mais esta preocupando, a violência dos jovens, pois na Alemanha agressões não são tão comuns, e hoje esta ocorrendo muitos roubos de objetos e agressões cometidas por jovens.

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  39. Aluna: Beatriz Limoeiro Dias, 8º "B"

    EUA: O sistema americano de combate à criminalidade, em geral, se limita à palavra repressão. As leis são severas e o sistema judiciário tem sido bastante conservador na sua aplicação. Quase todos os crimes recebem penas pesadas e os números dos últimos anos espantam: mais de dois milhões de americanos estavam na prisão no ano 2000 e esse número era tão alto que se refletia no índice de desemprego. Os EUA aprisionavam 700 pessoas em cada 100 mil habitantes, quase seis vezes mais do que o Brasil. Em Estados mais conservadores, como o Texas, esse número chegava a 1035 por 100 mil.

    Alemanha: Segundo o Bundesfamilienministerium (Ministério da Família), na Alemanha uma em cada três mulheres sofre de violência dentro do relacionamento e uma em cada sete mulheres sofre violência sexual pelo menos uma vez na vida.
    A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.

    Japão: Não é somente nos países do terceiro mundo que a violência infanto-juvenil aumenta a cada dia. Nas nações ricas do Primeiro Mundo esse tipo de comportamento social também se tornou problemático e objeto de preocupação, não só das autoridades, mas igualmente de professores e pais.

    O Japão, país que lidera a lista de nações que registram baixíssimos índices de criminalidade, vê aumentar a violência entre os jovens de forma assustadora. E não é somente a violência de crianças e adolescentes na comunidade onde residem, mas igualmente nas ruas por onde andam e nas escolas onde estudam.
    A polícia japonesa também reconheceu 18.236 casos de violência doméstica em 2006, o que representa um crescimento de 8% em relação a 2005 e o maior número desde que a estatística começou a ser feita, em 2002.

    A Agência Nacional de Polícia atribui o aumento à crescente atenção que o problema vem ganhando na mídia desde que foi criada uma lei que encoraja as mulheres, que antes sofriam caladas, a denunciar seus maridos.

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  40. Luiz Eduardo Alves Santos
    8º ANO B

    Violência no Estados Unidos América:

    Humanos nos EUA já tinha indicado este país como o mais violento do mundo. Um povo sem perspectivas de transformação, que não está unido na luta, é responsável por e, ao mesmo tempo, vítima de 32 homicídios diários por arma de fogo. Enquanto a classe dominante recebe ajuda financeira, a classe trabalhadora se mata entre si.
    Chicago, por exemplo, é hoje testemunha de uma barbárie sem precedentes. A cidade com um histórico inquestionável de luta, de onde saíram nossos mártires do primeiro de maio; cidade também famosa pelas arbitrariedades da polícia e das máfias durante a grande crise de 1929; viu morrer em suas ruas no ano de 2008 mais estadunidenses que na guerra do Iraque. Um caso específico publicado pelo canal CBS noticia que dois ciclistas tinham sido arrancados de suas bicicletas, espancados e jogados ao rio por um grupo de pelo menos 100 jovens.

    Violência no Japão:

    O Japão, país que lidera a lista de nações que registram baixíssimos índices de criminalidade, vê aumentar a violência entre os jovens de forma assustadora. E não é somente a violência de crianças e adolescentes na comunidade onde residem, mas igualmente nas ruas por onde andam e nas escolas onde estudam.
    No ano passado foram registrados 10.575 casos de agressões físicas nas escolas japonesas. É um número assustador para os padrões nipônicos. Desse total, pelo menos 49% se referem a ataques e brigas entre estudantes tanto da escola primária quanto da secundária. Também foram registrados mais casos de agressões de alunos contra professores. Os ataques de professores autoritários dirigidos aos alunos sofreram um decréscimo de 1% ficando em 105 registros.
    Em relação ao ano de 1996, houve um índice de violência 31,7% maior em 1997 acrescido da constatação de que, além de mais violentos, os alunos estão utilizando mais armas nas suas investidas agressivas. Os números da violência foram divulgados, em fevereiro, pelo Ministério da Educação do Japão (Mombusho).

    Violência na Alemanha:

    A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.
    O número de alunos considerados portadores de problemas de ordem emocional ou de integração passou na capital alemã de 800 para 3 mil desde 1996 e o número de adolescentes suspeitos de crimes sexuais mais do que duplicou desde 1993. Segundo as estatísticas da polícia, a faca é a arma mais utilizada pelos jovens, com registos de 66% nos casos de agressão registados em 2005.

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  41. Aluno: Vitória Regina Nunes Maia
    Série:8° ano B
    Estados Unidos-Entre os países desenvolvidos, os Estados Unidos têm níveis acima da média de crimes violentos e níveis particularmente altos de violência armada e de homicídio. Em 2007, havia 5,6 homicídios por 100 mil pessoas, três vezes a taxa do vizinho Canadá. A taxa de homicídios do país, que diminuiu 42% entre 1991 e 1999, permaneceu aproximadamente constante desde então. O direito de civis possuírem armas é objeto de um controverso debate político.
    Alemanha-A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.
    O número de alunos considerados portadores de problemas de ordem emocional ou de integração passou na capital alemã de 800 para 3 mil desde 1996 e o número de adolescentes suspeitos de crimes sexuais mais do que duplicou desde 1993. Segundo as estatísticas da polícia, a faca é a arma mais utilizada pelos jovens, com registos de 66% nos casos de agressão registados em 2005.
    Perante a onda de violência entre os jovens, os partidos políticos defendem a necessidade de medidas sociais e jurídicas, como controlos mais rígidos nas escolas, a redução da idade penal (actualmente de 14 anos), sanções contra os pais que se negarem a cooperar com as autoridades e a adopção do uniforme nas escolas.
    Japão-Em 2001, sendo considerado um país seguro para se viver, o Japão teve seu índice de criminalidade, somado em todo o território, no maior nível desde a Segunda Guerra Mundial. Com um aumento de 12%, registraram-se mais de três milhões de infrações, das quais 1% foram de crimes violentos, enquanto mais de 90% eram de furtos e infrações de trânsito. O agravo desta condição foi também devido ao fato da diminuição da eficácia da polícia japonesa, que, em análise de mesmo período, efetuou 8% menos prisões. Segundo especialistas, as causas para este cenário foram a estagnação da economia japonesa desde o começo dos anos de 1990 e o aumento do desemprego. Cinco anos mais tarde, robôs de segurança foram apresentados à população, para ajudarem na patrulha de locais pré-determinados. A utilização da tecnologia deve-se à baixa taxa de natalidade, o que poderá gerar problemas futuros para as guardas.
    Comentário-Ao analisar a violência nos Estados Unidos percebemos que mesmo sendo um país desenvolvido com muita industrialização, ainda tem um índice razoável de violência principalmente de crimes violentos e homicídios além de violência armada é claro que comparada a violência dos países subdesenvolvidos é quase nada ,na Alemanha temos pouca violência mas isso tem mudado um pouco entre os jovens principalmente na sua capital, com a arma mais utilizada pelo mesmos sendo a faca, assim o seu governo tem providenciado soluções. Já no Japão a violência tem diminuído assim podendo ser considerado um país seguro de se viver porém como os Estados Unidos e Alemanha também acaba tendo um pouco de violência.

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  42. Aluna: Clara Ferreira, 8º ano B.

    Japão: Parece que a segurança no país é melhor que em muitos outros, principalmente se comparada ao nosso, porque há grande emprego de tecnologia, alternativas de abordagem e, destaque, participação das pessoas, tomando como responsabilidade individual zelar por uma nação digna. Mas isso não faz com que o crime inexista naquela localidade do globo terrestre, só não é assustador como em outras partes do mundo.

    Alemanha: Pude perceber por meio de pesquisas que a Alemanha é um país com um grande índice de violência e que ela é gerada tanto nas escolas, em casa, nas ruas e etc. Ela precisa investir muito no quesito segurança, porque a situação no país está se tornando crítica, e a qualquer momento uma nova reportagem surge falando sobre algum ocorrido neste meio.

    EUA: Cuba, Brasil e a China são países mais pacíficos que os Estados Unidos, de acordo com um relatório publicado hoje. O índice global da paz, elaborado pelo Instituto para a Economia e a Paz (IEP, na sigla em inglês), sediado em Sydney, na Austrália, diz que o mundo em geral está virando um lugar mais violento. O relatório diz que quase dois terços dos 149 países, classificados todos os anos, ficaram lugares mais violentos desde 2007. Os EUA estão em 85º lugar, abaixo de Cuba (72º lugar), da Argentina (71º), do Brasil (83º) e da China (80º) e apenas uma classificação acima de Angola (86º lugar). O Brasil ficou com sua posição inalterada em comparação a 2009.

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  43. Alicia Araújo/8º ano A

    Estados unidos
    Cuba, Brasil e a China são países mais pacíficos que os Estados Unidos, de acordo com um relatório publicado em 10 de junho de 2010. O índice global da paz, elaborado pelo Instituto para a Economia e a Paz (IEP, na sigla em inglês), sediado em Sydney, na Austrália, diz que o mundo em geral está virando um lugar mais violento. O relatório diz que quase dois terços dos 149 países, classificados todos os anos, ficaram lugares mais violentos desde 2007.
    Os EUA estão em 85º lugar, abaixo de Cuba (72º lugar), da Argentina (71º), do Brasil (83º) e da China (80º) e apenas uma classificação acima de Angola (86º lugar). O Brasil ficou com sua posição inalterada em comparação a 2009.
    Mas nos Estados Unidos também ocorreu em 2006, uma recente onda de ataques contra escolas dos EUA chama a atenção por inserir um novo fator neste tipo de crime: agora adultos atacam crianças, segundo especialistas em violência escolar ouvidos pela Folha Online.
    Em apenas seis dias (entre 27 de setembro e o último dia 2), seis crianças morreram em três ataques contra escolas de diferentes Estados –Colorado, Wisconsin e Pensilvânia. Em dois deles, os agressores eram adultos.

    Japão
    Cresce a violência no Shougaku Em 2004 o número de ocorrências aumentou em 18,1%
    Tokyo - Os números de casos de violência no Shougaku do Japão atingiram alta recorde no ano passado, sendo 1.890 ocorrências, 18,1% a mais que no ano anterior. Dentre eles, estão casos de ataque a professores, que aumentaram mais de 30% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Educação.
    O Shougaku equivale aos seis primeiros anos escolares após o jardim de infância. O Chuugaku e o Koukou, que cobrem do sétimo ano escolar até o terceiro ano do ensino médio, apresentaram queda nos casos de violência.
    De acordo com o ministério, os dados mostram que mais jovens reagem de forma violenta a problemas triviais. Com a alta na violência, o ministério pediu a grupos educacionais de todo o arquipélago que estudem o problema.
    Violência contra professores apresentou o maior crescimento em relação a 2003, 32.8%, sendo ao todo 336 ocorrências, incluindo um garoto do sexto ano que chutou seu professor quando este pediu aos alunos que se alinhassem quando praticavam atletismo. Casos de violência entre estudantes totalizaram 992, um aumento de 16,2%. Um garoto do terceiro ano que quebrou uma janela após se irritar com uma professora que o mandou se sentar, faz parte dos 544 casos de vandalismo, 14% a mais que no ano anterior.
    É o segundo ano consecutivo em que a violência no shougaku aumenta, além de ultrapassar o recorde do ano de 2003, que apresentou 1,6 mil casos. A pesquisa foi feita em 23.160 shougaku, 10.317 chuugaku e 4.093 koukou, todos escolas públicas.

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  44. Alicia Araujo/8º ano A

    Alemanha
    A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os atos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no cotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.
    O número de alunos considerados portadores de problemas de ordem emocional ou de integração passou na capital alemã de 800 para 3 mil desde 1996 e o número de adolescentes suspeitos de crimes sexuais mais do que duplicou desde 1993. Segundo as estatísticas da polícia, a faca é a arma mais utilizada pelos jovens, com registros de 66% nos casos de agressão registrados em 2005.
    Perante a onda de violência entre os jovens, os partidos políticos defendem a necessidade de medidas sociais e jurídicas, como controles mais rígidos nas escolas, a redução da idade penal (atualmente de 14 anos), sanções contra os pais que se negarem a cooperar com as autoridades e a adoção do uniforme nas escolas.
    Os especialistas, por seu lado, pedem "uma aliança entre os pais e as escolas", lembrando que a melhor arma contra as armas continua a ser o diálogo.

    COMENTÁRIO:
    Podemos perceber que a violência aumenta cada vez mais nestes três países desenvolvidos, que possuem violência domestica, urbana, nas escolas, etc. Assim podemos dizer que a violência ocorre em todos os países, em todos os locais, o que preocupa cada vez mais a população. Nos EUA, a violência ocorre no geral em qualquer lugar, nas escolas, no trânsito, na rua enquanto que a violência no Japão e na Alemanha ocorre com mais freqüência nas escolas, agressões com professores. Assim podemos concluir que a violência se dá em qualquer lugar do mundo só que em maior ou menor escala.

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  45. murilo rodrigues - 8ºb
    eua:
    A tendência à incorporação de novos temas à agenda de segurança, em particular a manutenção de regimes democrático, o narcotráfego e as migrações é investigada, assim como a presença militar norte americana na região. A relevância que a região andina adquire nos anos 90 e a disposição das três primeiras administrações do pós Guerra Fria de incentivar mecanismos multilaterais para a área da segurança também são avaliados.
    japão: O país conta, desde 2007, com moderno sistema de detecção sismológica alimentado por uma rede de mais de 1000 sismógrafos com sensibilidade para detectar com antecedência ondas sísmicas.
    O primeiro choque no país foi sentido um minuto após o alerta, o que pode parecer pouco tempo, mas na realidade é um minuto fundamental para salvar milhares de vidas em um incidente. No mundo corporativo, minutos também fazem a diferença e podem significar a quebra de onerosos contratos.
    alemanha:Crime na Alemanha: crimes violentos na Alemanha são raros, no entanto, podem acontecer, principalmente nas áreas de alto risco das grandes cidades, como as estações de trem. A maioria dos incidentes relacionados a crimes de rua, consistem em roubos de objetos pequenos abandonados e furtos.

    Dicas de segurança: Os viajantes que desejam fazer uma viagem sem problemas, por favor sigam essas simples regras:
    * a melhor maneira de lidar com o dinheiro é com cheques de viagem, trocando-os conforme a necessidade diária.
    * se possível, deixe os pertences de valor (jóias, cheques de viagem, cartões de crédito, passagens aéreas, etc) no cofre do hotel. É também possível encontrar empresas que oferecem serviços de cofre, nas páginas amarelas.
    * não deixe bagagem no carro a vista.
    * tenha um seguro de viagem para cobrir despesas de perda ou roubo que possam surgir.

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  46. Aluna:Brena Lacerda
    Serie:8 ano B

    Alemanha:A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino

    Japão:A polícia japonesa reconheceu 18.236 casos de violência doméstica em 2006, o que representa um crescimento de 8% em relação a 2005 e o maior número desde que a estatística começou a ser feita, em 2002.
    A Agência Nacional de Polícia atribui o aumento à crescente atenção que o problema vem ganhando na mídia desde que foi criada uma lei que encoraja as mulheres, que antes sofriam caladas, a denunciar seus maridos.
    O número de ordens de proteção a vítimas de violência doméstica aumentou 3% e chegou a 2.247.

    Estados Unidos:Um povo sem perspectivas de transformação, que não está unido na luta, é responsável por e, ao mesmo tempo, vítima de 32 homicídios diários por arma de fogo. Enquanto a classe dominante recebe ajuda financeira, a classe trabalhadora se mata entre si.
    Chicago, por exemplo, é hoje testemunha de uma barbárie sem precedentes. A cidade com um histórico inquestionável de luta, de onde saíram nossos mártires do primeiro de maio; cidade também famosa pelas arbitrariedades da polícia e das máfias durante a grande crise de 1929; viu morrer em suas ruas no ano de 2008 mais estadunidenses que na guerra do Iraque. Um caso específico publicado pelo canal CBS noticia que dois ciclistas tinham sido arrancados de suas bicicletas, espancados e jogados ao rio por um grupo de pelo menos 100 jovens.

    Comentário:
    Após a pesquisa pude perceber que os países desenvolvidos (Alemanha, EUA e Japão) também apresentam um grande índice de violência, tanto nas ruas como ainda dentro de casa,mas diferente de outros países o governo destes estão tomando providencias para evitar o problema abordado (violência).

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  47. Isabela Lima 8ºano b

    Creio que ninguém aqui tenha negado que o nosso problema com segurança seja muito pior, mas é inguenuo pensar que nosso problema será resolvido sem a experiência e o que ocorre em outros outros países.

    É muito importante recorrer a realidade de outros países, principalmente daqueles que conseguiram e conseguem sucesso na luta contra a violência.

    Você não pode simplesmente atropelar a realidade que vivemos, ignorando principalmente, a distância cultural e econômica dos EUA versus Brasil.

    E se o quintal alheio soube resolver um tema tão importante como este, eu falaria do quintal alheio até que as pessas mais próximas a mim aprendessem com isto e multiplicassem este conhecimento.

    Talvez o que falte para o brasileiro seja exatamente isto, copiar a boa educação e o respeito de outros quintais.

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  48. Isabela Lima 8ºano b
    Japão: está passando por uma fase de horror, inúmeros foram os casos de monstruosidade e crueldade no ano de 2006. O que nos deixa de Bocaberta é que a maioria dos casos foram registrados dentro do próprio lar.
    País de primeiro mundo, onde não existe miseráveis é admirado culturalmente pelo mundo, esconde muita sujeira em baixo do tapete.
    Possui o maior índice de suicídio e maus-tratos contra crianças, parece que falta algo no país.Calcula-se que o índice de suicídos por ano supera 24.1 casos para cada 100 mil pessoas.
    Será o costume milenar muito rígido? Será monotonia, vida rotineira?Ou falta de afeto mesmo?

    EUA:WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se disse "profundamente preocupado" com a violência no Egito, informou a Casa Branca nesta segunda-feira, 10. A Organização das Nações Unidas (ONU) também pediu o fim da violência contra cristão coptas no país.

    Veja também:
    linkConselho militar pede investigações sobre choques
    linkEgito tem novas tensões entre cristão coptas e forças de segurança

    No comunicado, Obama pediu que a minoria cristã egípcia seja protegida. Os comentários de Obama foram feitos depois que ao menos 26 pessoas, a maioria civis cristão egípcios, morreram em choques com os militares no domingo. Os cristãos protestavam contra a demolição de uma igreja copta.

    O mandatário também ressaltou a necessidade da junta militar que governa o país realizar eleições em breve. "O presidente está profundamente preocupado com a violência no Egito que levou à trágica perda de vidas entre os manifestantes e as forças de segurança", disse o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, em comunicado.

    Já o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu aos líderes interinos do Egito que "garantam a proteção dos direitos humanos e da liberdades civis" para as pessoas de todas as religiões. Ele apelou aos egípcios para que "permaneçam unidos e preservem o espírito das mudanças históricas do começo do ano", segundo informações passadas pelo porta-voz Eduardo del Buey. As informações são da Dow Jones.

    Alemanha:A Alemanha viveu o Primeiro de Maio mais violento dos últimos quatro anos.
    O reforço do contingente policial em Berlim não conseguiu evitar o pior. Cerca de 400 radicais de esquerda atacaram as forças da ordem com pedras e garrafas. O capitalismo deu o mote ao protesto, que acabou com lojas e viaturas vandalizadas. Dezenas de pessoas ficaram feridas, entre elas cerca de 30 agentes. O cenário voltou a repetir-se em Hamburgo. A montra de um banco foi destruída e vários contentores do lixo incendiados. Mais de uma dezena de pessoas acabaram por ser detidas.

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  49. Aluno: Lucca Rodrigues
    Serie: 8º ano A

    Estados Unidos: Após os atentados de 11 de setembro de 2001 ocorridos em território norte-americano, diversas ações foram tomadas por parte do governo dos EUA para contenção do terrorismo internacional. Embora seja uma região que não tenha sofrido incursões bélicas ancoradas no argumento de combate ao terror, no caso da América Latina uma área em especial tem sido destacada nos relatórios governamentais e estudos de analistas internacionais: a Tríplice Fronteira entre Argentina, Brasil e Paraguai (TF). Tal região tem sido considerada um safe haven, ou seja, uma área propensa a ser utilizada como base de apoio ao terrorismo internacional, especialmente para financiamento de grupos islâmicos radicais. Visando uma melhor compreensão do destaque dado à região, esta pesquisa objetiva analisar a política externa dos EUA para a região, assim como as ações e as percepções do mesmo, em comparação às visões proporcionadas por analistas internacionais. Ainda, pretende-se mostrar o posicionamento do governo brasileiro diante desta postura de Washington. Considerando que tal tema tem sido pouco estudado na área de Relações Internacionais, esta pesquisa busca preencher uma lacuna importante nos estudos relacionados a segurança internacional dentro do Cone Sul, auxiliando na compreensão de como atuam os diferentes órgãos da arquitetura política norte-americana e a resposta do Brasil em um dos poucos aspectos no qual a América do Sul é lembrada na chamada Guerra ao Terrorismo iniciada pelo governo George W. Bush com sua incursão no Afeganistão em 2001
    Alemanha: crimes violentos na Alemanha são raros, no entanto, podem acontecer, principalmente nas áreas de alto risco das grandes cidades, como as estações de trem. A maioria dos incidentes relacionados a crimes de rua, consistem em roubos de objetos pequenos abandonados e furtos.
    Japão: Diante da alta probabilidade da ocorrência risco e do alto impacto dos seus danos associados, medidas são tomadas dentre as quais podemos citar desenvolvimento de técnicas para construção de edifícios resistentes. Mudanças estruturais são caras, mas de longe são menos onerosas do que a aceitação do risco de eventual terremoto no Japão. Qualquer investimento é investimento necessário e goza de apoio do alto escalão governamental.
    No Japão, treinamentos regulares são oferecidos a população para que possam lidar com terremotos, antes, durante e após os abalos.
    O Japão é um exemplo, eis que disposto a diariamente revisar seu planejamento, em nítida melhoria contínua do sistema, o que permite a clara contenção dos danos causados pelos incidentes e aprimoramento para enfrentamento futuro de outras ameaças.
    Os próprios terremotos no Japão, não fossem contingenciados com maestria, poderiam causar milhares de mortos. Lá, a ameaça são os terremotos, mas em outros países, órgãos do governo e empresas, temos outras ameaças, latentes, constantes, pulsantes, porém os gestores insistem na inércia, assumindo riscos danosos e irreparáveis ou o pior, sequer buscando conhecer as ameaças existentes.

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  50. Maira Pedrosa - 8º B

    Pesquisa:

    EUA: O sistema americano de combate à criminalidade, em geral, se limita à palavra repressão. As leis são severas e o sistema judiciário tem sido bastante conservador na sua aplicação. Quase todos os crimes recebem penas pesadas e os números dos últimos anos espantam: mais de dois milhões de americanos estavam na prisão no ano 2000 e esse número era tão alto que se refletia no índice de desemprego. Os EUA aprisionavam 700 pessoas em cada 100 mil habitantes, quase seis vezes mais do que o Brasil.
    Alemanha: Segundo o Ministério da Família, na Alemanha uma em cada três mulheres sofre de violência dentro do relacionamento e uma em cada sete mulheres sofre violência sexual pelo menos uma vez na vida.
    A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.

    Japão: Não é somente nos países do terceiro mundo que a violência infanto-juvenil aumenta a cada dia. Nas nações ricas do Primeiro Mundo esse tipo de comportamento social também se tornou problemático e objeto de preocupação, não só das autoridades, mas igualmente de professores e pais.

    Comentário: Em relação ao Brasil, o relação criminosa desses países são baixas, porém desses os que mais se destaca é o Japão, que tem o menor número de casos vilentos ao contrário da Alemanha que vem crescendo todos os dias, com muitas mortes e diversos tipos. Apesar desses países como um qualquer terem um nível de violência comparado a outros é baixo e uma diferença entre o Brasil e estes países em aspectos fisícos são as casas, que tem um nível menos de seguraça, sem muros autos ou cercas elétricas.

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  51. Geovanna Giaretton, 8ª ano A

    Violência nos Estados Unidos:
    Recentemente, Michael Petit, presidente da organização governamental estadunidense de defensa dos direitos da infância, Every Child Matters, questionou por que a violência contra as crianças é muito mais forte nesta nação do que em qualquer outra do mundo industrializado. Petit colocou em evidência um dos muitos problemas que afetam a infância estadunidense.

    Segundo estatísticas, nos últimos 10 anos estima-se que 20 mil crianças morreram em suas próprias casas devido à violência familiar, quase quatro vezes o número de soldados estadunidenses mortos no Iraque e no Afeganistão.

    Violência no Japão:
    A polícia japonesa reconheceu 18.236 casos de violência doméstica em 2006, o que representa um crescimento de 8% em relação a 2005 e o maior número desde que a estatística começou a ser feita, em 2002.

    A Agência Nacional de Polícia atribui o aumento à crescente atenção que o problema vem ganhando na mídia desde que foi criada uma lei que encoraja as mulheres, que antes sofriam caladas, a denunciar seus maridos.

    O número de ordens de proteção a vítimas de violência doméstica aumentou 3% e chegou a 2.247.


    Violência na Alemanha:
    O comportamento agressivo aparece já na primeira infância - em geral os meninos copiam o comportamento dos pais. Tanto homens quanto mulheres podem ter um comportamento violento, mas a manifestação da violência não ocorre da mesma forma em homens e mulheres. O comportamento agressivo também aparece nos namoros da adolescência: o controle começa com a exigência de que o outro use o cabelo de um jeito, essa ou aquela roupa, demonstrações de ciúme, etc.

    Não é portanto coincidência que uma grande parte das mulheres de homens violentos tenham sido vítimas de violência na infância. As meninas que foram surradas ou violentadas por pai, avô ou tio crescem com a idéia de que violência e amor são coisas próximas. A conseqüência é que essas meninas acabam, mesmo que insconscientemente, escolhendo parceiros violentos. Para quebrar esse círculo vicioso, só existe uma saída: tratamento psicológico das vítimas para que superem seus traumas.

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  52. Willianne; 8°A
    Apesar do Japão ser um estado moderno e industrializado - condição ligada por muitos criminologistas - o povo não pára de sofrer de níveis crescentes de atividades criminosas. Embora as cidades continuem apresentando altos índices de criminalidade, as taxas de criminalidade permanecem relativamente constante, as taxas de criminalidade violenta continuam a diminuir
    O Espírito Santo é a segunda unidade federativa mais violenta do Brasil, perdendo apenas para Alagoas, e lidera o maior índice de criminalidade da Região Sudeste do país, superando ainda mais o Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. A taxa de homicídios é de 53,6.
    O município mais violento do Espírito Santo e da Região Sudeste do Brasil é a Serra, na Região Metropolitana de Vitória; é também o quarto mais violento do Brasil(102,4), registrando, em 2006 taxas médias de homicídio superiores apenas às dos municípios de Vitória, Viana, Cariacica, Linhares e Pedro Canário. O município com a menor taxa média de homicídios é Marechal Floriano, na Mesorregião Central Espírito-Santense, mais precisamente na Microrregião de Afonso Cláudio

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  53. Clauberto Felipiak Junior 8º b

    Eua= Cuba, Brasil e a China são países mais pacíficos que os Estados Unidos, de acordo com um relatório publicado. O índice global da paz, elaborado pelo Instituto para a Economia e a Paz (IEP, na sigla em inglês), sediado em Sydney, na Austrália, diz que o mundo em geral está virando um lugar mais violento. O relatório diz que quase dois terços dos 149 países, classificados todos os anos, ficaram lugares mais violentos desde 2007.
    Japão= O Japão, país que lidera a lista de nações que registram baixíssimos índices de criminalidade, vê aumentar a violência entre os jovens de forma assustadora. E não é somente a violência de crianças e adolescentes na comunidade onde residem, mas igualmente nas ruas por onde andam e nas escolas onde estudam.
    Alemanha= A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.

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  54. Fernanda Cássia
    8º ano A
    PESQUISAS:
    Estados Unidos da Ámerica:
    Cuba, Brasil e a China são países mais pacíficos que os Estados Unidos, de acordo com um relatório publicado hoje. O índice global da paz, elaborado pelo Instituto para a Economia e a Paz (IEP, na sigla em inglês), sediado em Sydney, na Austrália, diz que o mundo em geral está virando um lugar mais violento. O relatório diz que quase dois terços dos 149 países, classificados todos os anos, ficaram lugares mais violentos desde 2007.

    Alemanha:
    A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    O número de alunos considerados portadores de problemas de ordem emocional ou de integração passou na capital alemã de 800 para 3 mil desde 1996 e o número de adolescentes suspeitos de crimes sexuais mais do que duplicou desde 1993. Segundo as estatísticas da polícia, a faca é a arma mais utilizada pelos jovens, com registos de 66% nos casos de agressão registados em 2005.
    Japão:
    O Japão, país que lidera a lista de nações que registram baixíssimos índices de criminalidade, vê aumentar a violência entre os jovens de forma assustadora. E não é somente a violência de crianças e adolescentes na comunidade onde residem, mas igualmente nas ruas por onde andam e nas escolas onde estudam.

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  55. Fernanda Cássia
    8º ano A

    Comentário:
    Percebe-se que até os países desenvolvidos tem um alto índice de violência e que nem porque são países desenvolvidos não tem algum tipo de violência. E que o Japão dentre os outros países desenvolvidos é o que tem menor tipo de violência.

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  56. Álvaro 8 Ano A

    A violencia nos Paises são ótimas ,comparada ao Brasil e outros paises, mas além de ser seguro, existe violencia, como todos os outros paises.

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  57. Aluno: Luan deneson Soares Vieira

    EUA: A violência é hoje uma das maiores ameaças à saúde nos Estados Unidos, atingindo ‘proporções epidêmicas’, na avaliação de especialistas. Os índices de homicídios no país são extremamente altos se comparados aos números de outras nações industrializadas. Entre os grupos etários, adolescentes entre 12 e 15 anos de idade são os que correm mais riscos de se tornarem vítimas de crimes violentos.
    A taxa de homicídio de jovens com menos de 18 anos na Califórnia aumentou 60,6% entre 1985 e 1994. O grupo mais afetado foi o dos afro-americanos. Entre 1980 e 1994 o número de afro-americanos jovens mortos subiu 97%. Homicídio, a maior causa de morte de homens negros, era responsável por 57% das mortes.

    Japão: O Japão, país que lidera a lista de nações que registram baixíssimos índices de criminalidade, vê aumentar a violência entre os jovens de forma assustadora. E não é somente a violência de crianças e adolescentes na comunidade onde residem, mas igualmente nas ruas por onde andam e nas escolas onde estudam.

    Alemanha: Pois jovens e crianças estão aprendendo violências dentro de casa. E alem de tarem praticando também sofrendo com agressões. E é o que mais esta preocupando, a violência dos jovens, pois na Alemanha agressões não são tão comuns, e hoje esta ocorrendo muitos roubos de objetos e agressões cometidas por jovens

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  58. João Paulo-8º ano A
    O que eu acho engraçado é o pessoal preocupado com a violência nos Estados Unidos, que tem quase o dobro de habitantes que o Brasil e um número de homicídios 11 vezes menor. A chance de ser assassinado é, por simples regra de 3, umas 22 vezes maior no Brasil do que nos EUA.

    Daí a turma passa por cima deste pequeno e fundamental aspecto, que deveria nortear (ou mudar de rumo) toda a discussão subsequente e começa a discutir se nos EUA se deve vender armas ou não. Resolver nosso problema de segurança, que é muito pior, não. O negócio é ficar dando palpite sobre o quintal do vizinho.

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  59. Aluno;Gabriel Rasia de Albuquerque

    serie;8 ano A

    VIOLENCIA NOS EUA: Cuba, Brasil e a China são países mais pacíficos que os Estados Unidos, de acordo com um relatório publicado hoje. O índice global da paz, elaborado pelo Instituto para a Economia e a Paz (IEP, na sigla em inglês), sediado em Sydney, na Austrália, diz que o mundo em geral está virando um lugar mais violento. O relatório diz que quase dois terços dos 149 países, classificados todos os anos, ficaram lugares mais violentos desde 2007. Os EUA estão em 85º lugar, abaixo de Cuba (72º lugar), da Argentina (71º), do Brasil (83º) e da China (80º) e apenas uma classificação acima de Angola (86º lugar). O Brasil ficou com sua posição inalterada em comparação a 2009.

    Violência na Alemanha:
    O comportamento agressivo aparece já na primeira infância - em geral os meninos copiam o comportamento dos pais. Tanto homens quanto mulheres podem ter um comportamento violento, mas a manifestação da violência não ocorre da mesma forma em homens e mulheres. O comportamento agressivo também aparece nos namoros da adolescência: o controle começa com a exigência de que o outro use o cabelo de um jeito, essa ou aquela roupa, demonstrações de ciúme, etc.

    VIOLÊNCIA NO JAPÃO
    Tokyo - O número de casos de violência nos shougaku do Japão atingiram alta recorde no ano passado, sendo 1.890 ocorrências, 18,1% a mais que no ano anterior. Dentre eles, estão casos de ataque a professores, que aumentaram mais de 30% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Educação.
    O shougaku equivale aos seis primeiros anos escolares após o jardim de infância. O chuugaku e o koukou, que cobrem do sétimo ano escolar até o terceiro ano do ensino médio, apresentaram queda nos casos de violência.
    É o segundo ano consecutivo em que a violência no shougaku aumenta, além de ultrapassar o recorde do ano de 2003, que apresentou 1,6 mil casos. A pesquisa foi feita em 23.160 shougaku, 10.317 chuugaku e 4.093 koukou, todos escolas públicas.

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  60. Beatriz Horita-8º ano A

    A violência dos países desenvolvidos são severas, ou seja,a violência é grande,onde as crianças aprende com os pais,como o exemplo de chingamentos,gestos e etc...

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  61. Aluna Andréa Luisa - 8º ano A

    EUA: Os Estados Unidos têm, de longe, o maior número de pessoas atrás das grades por crimes violentos e uma das maiores taxas de homicídio do mundo. De acordo com a América do FBI Crime nos Estados Unidos 2.005 de dados, a taxa de crimes violentos nos EUA foi 469,2 por 100.000 população a partir do ano de 2005, o mais elevado entre os países industrializados. Deve-se notar que a definição americana de crimes violentos se constitui um pequeno espectro de crimes do que os países europeus e asiáticos. Os homicídios e crimes violentos dos EUA é comparável à de perturbado do Leste Europeu e Sudeste regiões da Ásia. O contrário a popular argumentos americanos, 45,9% dos crimes entre 1974 e 2004 são cometidos por brancos, negros compõem uma raças 52,1% e outros cerca de 2%. A extensão da criminalidade nos EUA pode ser melhor entendida quando se está em uma comparação com o resto do mundo. Os Estados Unidos têm menos de 5% da população mundial e mais de 25% da população do mundo, com antecedentes criminais.

    Alemanha: Cerca de 50.000 mulheres e seus filhos fogem todo ano para uma das 453 casas de mulheres (Frauenhäuser) existentes na Alemanha.
    Uma em cada três mulheres é vítima de violência doméstica cometida por seu marido, parceiro ou namorado.
    De todos os casos de agressão física registrados, 55% deles são cometidos contra a mulher por um homem de sua família.Dois terços dos homicídios contra as mulheres são cometidos por homens com quem tinham um alto grau de intimidade.

    Japão: a segurança no país é melhor que em muitos outros, principalmente se comparada ao Brasil, porque há grande emprego de tecnologia, alternativas de abordagem e, destaque, participação das pessoas, tomando como responsabilidade individual zelar por uma nação digna. Mas isso não faz com que o crime inexista naquela localidade do globo terrestre, só não é assustador como em outras partes do mundo.

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  62. Gabriel Matos 8ºA

    Eua :Em 1996, havia 32.436 mortes por arma de fogo. Estes incluíram:

    17.566 suicídios por arma de fogo
    13.522 homicídios por arma de fogo
    981 mortes não intencionais relacionados a armas de fogo 1.
    Mais de 70% dos homicídios são cometidos com arma de fogo. 2

    Agressões por arma de fogo sobre os membros da família e outros conhecidos íntimos são 12 vezes mais probabilidade de resultar em morte do que os assaltos usando outras armas. 3

    Pessoas que vivem em domicílios em que são mantidas armas têm um risco de suicídio, que é 5 vezes maior do que pessoas que vivem em lares sem armas.

    Japão:Tokyo - O número de casos de violência nos shougaku do Japão atingiram alta recorde no ano passado, sendo 1.890 ocorrências, 18,1% a mais que no ano anterior. Dentre eles, estão casos de ataque a professores, que aumentaram mais de 30% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Educação.

    O shougaku equivale aos seis primeiros anos escolares após o jardim de infância. O chuugaku e o koukou, que cobrem do sétimo ano escolar até o terceiro ano do ensino médio, apresentaram queda nos casos de violência.

    Alemanha:O comportamento agressivo aparece já na primeira infância - em geral os meninos copiam o comportamento dos pais. Tanto homens quanto mulheres podem ter um comportamento violento, mas a manifestação da violência não ocorre da mesma forma em homens e mulheres. O comportamento agressivo também aparece nos namoros da adolescência: o controle começa com a exigência de que o outro use o cabelo de um jeito, essa ou aquela roupa, demonstrações de ciúme, etc.

    Não é portanto coincidência que uma grande parte das mulheres de homens violentos tenham sido vítimas de violência na infância. As meninas que foram surradas ou violentadas por pai, avô ou tio crescem com a idéia de que violência e amor são coisas próximas. A conseqüência é que essas meninas acabam, mesmo que insconscientemente, escolhendo parceiros violentos. Para quebrar esse círculo vicioso, só existe uma saída: tratamento psicológico das vítimas para que superem seus traumas.

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  63. Thiago Ferraro 8 ano B
    Cuba, Brasil e a China são países mais pacíficos que os Estados Unidos, de acordo com um relatório publicado hoje. O índice global da paz, elaborado pelo Instituto para a Economia e a Paz (IEP, na sigla em inglês), sediado em Sydney, na Austrália, diz que o mundo em geral está virando um lugar mais violento. O relatório diz que quase dois terços dos 149 países, classificados todos os anos, ficaram lugares mais violentos desde 2007.

    O Iraque é o país mais violento no mundo (149º lugar), diz o relatório, seguido pela Somália, Afeganistão, Sudão, Paquistão, Israel, Geórgia, Chade e República Democrática do Congo. Os países mais pacíficos são a Nova Zelândia, que está em primeiro na lista, Islândia, Japão, Áustria, Noruega, Irlanda, Dinamarca, Luxemburgo, Finlândia e Suécia.

    Os EUA estão em 85º lugar, abaixo de Cuba (72º lugar), da Argentina (71º), do Brasil (83º) e da China (80º) e apenas uma classificação acima de Angola (86º lugar). O Brasil ficou com sua posição inalterada em comparação a 2009.

    "Sugerindo a possibilidade de que o rápido desenvolvimento possa ter trazido mais conflitos na sua esteira, o IEP também notou que três países dos BRICS - Rússia (143º lugar), China (80º lugar) e Índia (128º lugar), assistiram a um declínio substancial na tranquilidade", diz um trecho do relatório.

    O ranking lista 149 países. A Turquia ficou em 126º lugar, a Itália em 40º, a França em 32º e o Reino Unido em 31º.

    A ideia de criar o índice foi de Steve Kilelea, um empreendedor australiano que queria identificar o que faz um país ser pacífico e tranquilo. Ele pediu à Unidade de Inteligência da Economist, afiliada à revista The Economist, que pesquisasse uma série de variáveis, do nível de homicídios por 100 mil habitantes - dado que prejudicou os EUA e favoreceu a Dinamarca - à corrupção e ao acesso à educação primária. A pesquisa também leva em conta níveis de criminalidade, número de pessoas na prisão em proporção à população total de um país, gastos militares e existência ou não de tumultos sociais.

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  64. Luis Fenicks-8º ano A

    Os Estados Unidos:devido estar entre os países desenvolvidos têm grandes níveis acima da média dos crimes violentos e níveis particularmente altos de violência armada e de homicídio.

    A Alemanha:Com o aumento da violência entre os jovens no país o Japão estar ficando preocupado com eles, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, de Berlim que abalaram a opinião pública.

    O Japão:uma pesquisa realizada com a população do Japão, ficou registrado que a criminalidade estava diminuindo e que a grande preocupação da segurança nacional eram as tragédias naturais, como os terremotos, as falsificações dos selos de segurança dos prédios e os acidentes aéreos e ferroviários.

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  65. Maria Luiza Lessa – 8º ano A
    Japão : O Japão, país que lidera a lista de nações que registram baixíssimos índices de criminalidade, vê aumentar a violência entre os jovens de forma assustadora. E não é somente a violência de crianças e adolescentes na comunidade onde residem, mas igualmente nas ruas por onde andam e nas escolas onde estudam.
    Estados Unidos: Cuba, Brasil e a China são países mais pacíficos que os Estados Unidos, de acordo com um relatório publicado hoje. O índice global da paz, elaborado pelo Instituto para a Economia e a Paz (IEP, na sigla em inglês), sediado em Sydney, na Austrália, diz que o mundo em geral está virando um lugar mais violento. O relatório diz que quase dois terços dos 149 países, classificados todos os anos, ficaram lugares mais violentos desde 2007.
    Alemanha: Cerca de 50.000 mulheres e seus filhos fogem todo ano para uma das 453 casas de mulheres (Frauenhäuser) existentes na Alemanha.
    Uma em cada três mulheres é vítima de violência doméstica cometida por seu marido, parceiro ou namorado.
    De todos os casos de agressão física registrados, 55% deles são cometidos contra a mulher por um homem de sua família. Dois terços dos homicídios contra as mulheres são cometidos por homens com quem tinham um alto grau de intimidade

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  66. Maria Luiza Lessa 8ºano A
    Comentário: Podemos perceber que os Estados Unidos ,Japão e Alemanha por mais que sejam países desenvolvidos também tem bastante violência sendo o Japão com menos índice de criminalidade.

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  67. Marcela Negrão-8º ano A:

    ALEMANHA:A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.jurídicas, como controlos mais rígidos nas escolas, a redução da idade penal (actualmente de 14 anos), sanções contra os pais que se negarem a cooperar com as autoridades e a adopção do uniforme nas escolas.
    JAPÂO:O Japão, país que lidera a lista de nações que registram baixíssimos índices de criminalidade, vê aumentar a violência entre os jovens de forma assustadora. E não é somente a violência de crianças e adolescentes na comunidade onde residem, mas igualmente nas ruas por onde andam e nas escolas onde estudam.

    ESTADOS UNIDOS:Os Estados Unidos:devido estar entre os países desenvolvidos têm grandes níveis acima da média dos crimes violentos e níveis particularmente altos de violência armada e de homicídio.Os Estados Unidos têm, de longe, o maior número de pessoas atrás das grades por crimes violentos e uma das maiores taxas de homicídio do mundo.

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  68. Aluna: Kaline Rocha Cadore turma: A
    Alemanha: A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública. Apesar de os altos de agressão permanecem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.O número de alunos considerados portadores de problemas de ordem emocional ou de integração passou na capital alemã de 800 para 3 mil desde 1996 e o número de adolescentes suspeitos de crimes sexuais mais do que duplicou desde 1993. Segundo as estatísticas da polícia, a faca é a arma mais utilizada pelos jovens, com registos de 66% nos casos de agressão registados em 2005. Perante a onda de violência entre os jovens, os partidos políticos defendem a necessidade de medidas sociais e jurídicas, como controlos mais rígidos nas escolas, a redução da idade penal (atualmente de 14 anos), sanções contra os pais que se negarem a cooperar com as autoridades e a adopção do uniforme nas escolas. Os especialistas, por seu lado, pedem "uma aliança entre os pais e as escolas", lembrando que a melhor arma contra as armas continua a ser o diálogo.
    Japão: TÓQUIO - Não é somente nos países do terceiro mundo que a violência infanto-juvenil aumenta a cada dia. Nas nações ricas do Primeiro Mundo esse tipo de comportamento social também se tornou problemático e objeto de preocupação, não só das autoridades, mas igualmente de professores e pais. País que lidera a lista de nações que registram baixíssimos índices de criminalidade vê aumentar a violência entre os jovens de forma assustadora. E não é somente a violência de crianças e adolescentes na comunidade onde residem, mas igualmente nas ruas por onde andam e nas escolas onde estudam. No ano passado foram registrados 10.575 casos de agressões físicas nas escolas japonesas. É um número assustador para os padrões nipônicos. Desse total, pelo menos 49% se referem a ataques e brigas entre estudantes tanto da escola primária quanto da secundária. Também foram registrados mais casos de agressões de alunos contra professores. Os ataques de professores autoritários dirigidos aos alunos sofreram um decréscimo de 1% ficando em 105 registros.
    EUA: A recente onda de ataques contra escolas dos EUA chama a atenção por inserir um novo fator neste tipo de crime: agora adultos atacam crianças, segundo especialistas em violência escolar ouvidos pela Folha Online.Em apenas seis dias [entre 27 de setembro e o último dia 2], seis crianças morreram em três ataques contra escolas de diferentes Estados –Colorado, Wisconsin e Pensilvânia. Em dois deles, os agressores eram adultos.“Na última década, não havia registro de ataques de maior repercussão cometidos por adultos, todos foram feitos por adolescentes”, disse à Folha Online, por telefone, Jane Grady, 60, diretora-assistente do Centro de Estudos e Prevenção à Violência (CSPV, na sigla em inglês), da Universidade do Colorado.“Geralmente, essas ações eram perpetradas por estudantes que enfrentavam problemas com outros alunos ou professores. Ataques de adultos é algo novo, que não sabemos ainda ao certo a motivação, tampouco o significado”, diz Grady, que dirige o centro fundado em 1993.
    Brasil: mesmo com todas as dificuldades na violência desses países o Brasil está pior.

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  69. Lara Brandão- 8º ano A
    Violência no EUA:
    Os Estados Unidos é a população que apresenta o maior numero de pessoas carcerarias, mas isso deve-se também as leis nos Eua que funcionam para todos indepedente de qualquer particularidade. Lá também existe altos indices de violencias como o bullyng e como atentados terroristas.

    Violencia na Alemanha:
    A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país,principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública. Apesar de os atos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.
    O número de alunos considerados portadores de problemas de ordem emocional ou de integração passou na capital alemã de 800 para 3 mil desde 1996 e o número de adolescentes suspeitos de crimes sexuais mais do que duplicou desde 1993.

    No Japão:
    Até mesmo por questões culturaes o Japão, é o país que lidera a lista de nações que registram baixíssimos índices de criminalidade, vê aumentar a violência entre os jovens de forma assustadora. E não é somente a violência de crianças e adolescentes na comunidade onde residem, mas igualmente nas ruas por onde andam e nas escolas onde estudam. No ano passado foram registrados 10.575 casos de agressões físicas nas escolas japonesas. É um número assustador para os padrões nipônicos. Desse total, pelo menos 49% se referem a ataques e brigas entre estudantes tanto da escola primária quanto da secundária. Também foram registrados mais casos de agressões de alunos contra professores. Os ataques de professores autoritários dirigidos aos alunos sofreram um decréscimo de 1% ficando em 105 registros.

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  70. Lian,8 ano B:
    Estados Unidos:
    A violencia nos Estados Unidos não e muito boa parar ser um país desenvolvido nos,Estados Unidos há muitos homicidios por armas de fogos tendo muitas mortes.

    Japão:
    O japão ele tem pouco índice de criminalidade,mais no japão nas escola tem muita violência de crianças e adolescentes que a maioria e de ataques e brigas entre os estudantes.

    Alemanha: a violência na Alemanha e maiorias nas mulheres que entre uma em cade três mulheres sofre violência no relacionamento e de uma mulher de sete mulheres sofrem violência sexual.

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  71. Maria luiza 8ºanoB

    Em crianças, a maior associação encontrada foi entre violência doméstica e problemas de externalização (OR = 9,5; IC 95% = 3,4-26,2), e entre ideação suicida e abuso sexual (OR = 8,3; p < 0,05); entre as mulheres, sintomas de depressão e ansiedade estão correlacionados com violência conjugal psicológica (OR = 3,2; IC 95% = 1,8-5,8) e violência sexual (OR = 9,7; 95% IC = 1,9-51,2). Na população geral, as maiores taxas de prevalência de transtorno de estresse pós-traumático estão associadas com violência sexual e doméstica, sequestro, e exposição a múltiplos eventos traumáticos. Violência também está associada com transtornos mentais comuns na população geral.
    CONCLUSÃO: uma parte importante dos problemas de saúde mental em países em desenvolvimento pode ser atribuída à violência. Portanto, intervenções voltadas para a redução da violência poderiam ter um impacto significativo na redução de problemas de saúde mental nesses países.

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  72. Clara Mayr 8ºanoB

    violencia no Japão: O número de casos de violência nos shougaku do Japão atingiram alta recorde no ano passado, sendo 1.890 ocorrências, 18,1% a mais que no ano anterior. Dentre eles, estão casos de ataque a professores, que aumentaram mais de 30% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Educação.

    violencia na Alemanha: A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.
    O número de alunos considerados portadores de problemas de ordem emocional ou de integração passou na capital alemã de 800 para 3 mil desde 1996 e o número de adolescentes suspeitos de crimes sexuais mais do que duplicou desde 1993. Segundo as estatísticas da polícia, a faca é a arma mais utilizada pelos jovens, com registos de 66% nos casos de agressão registados em 2005.
    Perante a onda de violência entre os jovens, os partidos políticos defendem a necessidade de medidas sociais e jurídicas, como controlos mais rígidos nas escolas, a redução da idade penal (actualmente de 14 anos), sanções contra os pais que se negarem a cooperar com as autoridades e a adopção do uniforme nas escolas.
    Os especialistas, por seu lado, pedem "uma aliança entre os pais e as escolas", lembrando que a melhor arma contra as armas continua a ser o diálogo.A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.
    O número de alunos considerados portadores de problemas de ordem emocional ou de integração passou na capital alemã de 800 para 3 mil desde 1996 e o número de adolescentes suspeitos de crimes sexuais mais do que duplicou desde 1993. Segundo as estatísticas da polícia, a faca é a arma mais utilizada pelos jovens, com registos de 66% nos casos de agressão registados em 2005.
    Perante a onda de violência entre os jovens, os partidos políticos defendem a necessidade de medidas sociais e jurídicas, como controlos mais rígidos nas escolas, a redução da idade penal (actualmente de 14 anos), sanções contra os pais que se negarem a cooperar com as autoridades e a adopção do uniforme nas escolas.
    Os especialistas, por seu lado, pedem "uma aliança entre os pais e as escolas", lembrando que a melhor arma contra as armas continua a ser o diálogo.

    violencia dos EUA: O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, advertiu nesta segunda-feira (7) aos assessores do líder libio Muamar Gaddafi que deverão responder pela violência em seu país, em declarações a jornalistas. Obama afirmou que a violência contra civis é "inaceitável": "Quero dizer àqueles próximos que depende deles tomar a decisão sobre como querem agir daqui por diante".

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  73. Anna Brycia Brito Testi 8ºano A (4etapa)
    Japão
    O Japão, país que lidera a lista de nações que registram baixíssimos índices de criminalidade, vê aumentar a violência entre os jovens de forma assustadora. E não é somente a violência de crianças e adolescentes na comunidade onde residem, mas igualmente nas ruas por onde andam e nas escolas onde estudam.
    No ano passado foram registrados 10.575 casos de agressões físicas nas escolas japonesas. É um número assustador para os padrões nipônicos. Desse total, pelo menos 49% se referem a ataques e brigas entre estudantes tanto da escola primária quanto da secundária. Também foram registrados mais casos de agressões de alunos contra professores. Os ataques de professores autoritários dirigidos aos alunos sofreram um decréscimo de 1% ficando em 105 registros.
    Em relação ao ano de 1996, houve um índice de violência 31,7% maior em 1997 acrescido da constatação de que, além de mais violentos, os alunos estão utilizando mais armas nas suas investidas agressivas. Os números da violência foram divulgados, em fevereiro, pelo Ministério da Educação do Japão (Mombusho).
    Alemanha
    A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.
    Estados Unidos
    Se os focos de violência urbana são frequentemente desencadeado por rumores de abuso policialou algum abuso de autoridade, as degradações e agressões cometidas geralmente por jovens no espaço da cidade apresentam varias causas cruzadas que muitas vezes tornam-se seus resultados numa série de círculos viciosos engrenando o empobrecimento, uma das são:
     Uma situação familiar crítica. Onde a liberação do controle parental sobre a juventude implica numa falta de vigilância e punição aos contravenantes da ordem e das regras da sociedade; a eficácia da fiscalização pelos vizinhos ou pela comunidade ou mesmo pela sociedade não remedeia que parcialmente esse problema.
     A reprovação escolar, que pode ela mesmo decorrer da crise familiar. Assim, nos dias de hoje, a violência nas escolas é o rejeito mesmo da instituição, sobretudo pelos reprovados que reprovam as humilhações subidas. A comunhão de alunos em deficiência escolar com os outros implica a contaminação dessas deficiências e uma redução da qualidade no ensino em geral.
     O desemprego, que se alimenta da falência da escola. Si ele pode engendrar a violência, esta o favorece em retorno, criando mecanismos de discriminação ao emprego ou, simplesmente, destruindo os bens que servem a criar o valor-agregado e, assim, os empregos.

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  74. José Domingos - 8º ano B

    Eua

    O sistema americano de combate à criminalidade, em geral, se limita à palavra repressão. As leis são severas e o sistema judiciário tem sido bastante conservador na sua aplicação. Quase todos os crimes recebem penas pesadas e os números dos últimos anos espantam: mais de dois milhões de americanos estavam na prisão no ano 2000 e esse número era tão alto que se refletia no índice de desemprego. Os EUA aprisionavam 700 pessoas em cada 100 mil habitantes, quase seis vezes mais do que o Brasil. Em Estados mais conservadores, como o Texas, esse número chegava a 1035 por 100 mil.

    Esse sistema reflete muito bem a sociedade americana em tudo o que ela tem de bom e de mau. Como pontos positivos, não é possível deixar de invejar uma Justiça que funciona e impede a impunidade, uma polícia que atua com vigor e uma estrutura policial e judiciária equipada com os melhores equipamentos e tecnologias, que emprega cerca de 2,5 milhões de pessoas (1 milhão de policiais, 720 mil guardas de presídio e 455 mil funcionários da Justiça) e que custou 147 bilhões de dólares em 2001. Só uma sociedade tão rica como a americana pode se dar ao luxo de gastar tanto na segurança pública.

    Por outro lado, o lado negativo e talvez hipócrita da sociedade americana também se reflete nesse sistema. A maioria esmagadora dos presidiários foi para a cadeia por crimes relacionados à drogas, mas não se questiona o porquê de tantos jovens se envolverem no consumo e venda das mesmas. Ao mesmo tempo, a maior parte destes é de negros e hispânicos, justamente a parte desfavorecida da sociedade americana e onde o rigor da lei cai com mais força. Por fim, há elementos que indicam que a grande redução de crimes nos Estados Unidos nos anos 90 se deveu muito mais à bonança econômica dos anos Clinton do que à eficiência desse sistema.

    Japão

    O número de casos de violência nos shougaku do Japão atingiram alta recorde no ano passado, sendo 1.890 ocorrências, 18,1% a mais que no ano anterior. Dentre eles, estão casos de ataque a professores, que aumentaram mais de 30% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Educação.

    Violência contra professores apresentou o maior crescimento em relação a 2003, 32.8%, sendo ao todo 336 ocorrências, incluindo um garoto do sexto ano que chutou seu professor quando este pediu aos alunos que se alinhassem quando praticavam atletismo. Casos de violência entre estudantes totalizaram 992, um aumento de 16,2%. Um garoto do terceiro ano que quebrou uma janela após se irritar com uma professora que o mandou se sentar, faz parte dos 544 casos de vandalismo, 14% a mais que no ano anterior.

    Alemanha

    A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.

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  75. Violência nos Estados Unidos
    O que eu acho engraçado é o pessoal preocupado com a violência nos Estados Unidos, que tem quase o dobro de habitantes que o Brasil e um número de homicídios 11 vezes menor. A chance de ser assassinado é, por simples regra de 3, umas 22 vezes maior no Brasil do que nos EUA.

    Daí a turma passa por cima deste pequeno e fundamental aspecto, que deveria nortear (ou mudar de rumo) toda a discussão subseqüente e começa a discutir se nos EUA se deve vender armas ou não. Resolver nosso problema de segurança, que é muito pior, não. O negócio é ficar dando palpite sobre o quintal do vizinho.


    Violência na Alemanha

    A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública.
    Apesar de os actos de agressão permanecerem "isolados", como referiu o ministro do Interior de Berlim, o social-democrata Erhard Koerting, a violência parece nestes últimos tempos estar a entrar no quotidiano dos estabelecimentos de ensino. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.
    O número de alunos considerados portadores de problemas de ordem emocional ou de integração passou na capital alemã de 800 para 3 mil desde 1996 e o número de adolescentes suspeitos de crimes sexuais mais do que duplicou desde 1993. Segundo as estatísticas da polícia, a faca é a arma mais utilizada pelos jovens, com Registros de 66% nos casos de agressão registrados em 2005.
    Perante a onda de violência entre os jovens, os partidos políticos defendem a necessidade de medidas sociais e jurídicas, como controles mais rígidos nas escolas, a redução da idade penal (atualmente de 14 anos), sanções contra os pais que se negarem a cooperar com as autoridades e a adoção do uniforme nas escolas.
    Os especialistas, por seu lado, pedem "uma aliança entre os pais e as escolas", lembrando que a melhor arma contra as armas continua a ser o diálogo.
    Violência no Japão
    O Japão está passando por uma fase de horror, inúmeros foram os casos de monstruosidade e crueldade no ano de 2006. O que nos deixa de Boca Berta é que a maioria dos casos foram registrados dentro do próprio lar.
    País de primeiro mundo, onde não existe miseráveis é admirado culturalmente pelo mundo, esconde muita sujeira em baixo do tapete.
    Possui o maior índice de suicídio e maus-tratos contra crianças, parece que falta algo no país.Calcula-se que o índice de suicídios por ano supera 24.1 casos para cada 100 mil pessoas.
    Será o costume milenar muito rígido? Será monotonia, vida rotineira?Ou falta de afeto mesmo?
    Matheus 8º ano B

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  76. Ian Istéfano 8°ano B

    Japão:
    Uma em cada três japonesas já foram vítima de violência doméstica no Japão
    Foi o que constatou uma pesquisa do governo japonês feita com 5 mil adultos.
    O governo japonês divulgou um resultado de uma pesquisa sobre a violência doméstica entre os casais, informou a agência Jiji Press.
    Segundo essa pesquisa, uma entre três mulheres já foi vítima de violência doméstica praticada pelo marido. Destas, 10% afirmaram que tiveram risco de morte.

    Entre os casais de namorados, 10% das mulheres já sofreram agressões praticadas pelo parceiro.

    A pesquisa foi realizada nos meses de outubro e novembro do ano passado e teve a participação de 5 mil adultos de ambos os sexos em todo o Japão, com 62,6% das respostas válidas.

    EUA:

    Cuba, Brasil e a China são países mais pacíficos que os Estados Unidos, de acordo com um relatório publicado hoje. O índice global da paz, elaborado pelo Instituto para a Economia e a Paz (IEP, na sigla em inglês), sediado em Sydney, na Austrália, diz que o mundo em geral está virando um lugar mais violento. O Iraque é o país mais violento no mundo (149º lugar), diz o relatório, seguido pela Somália, Afeganistão, Sudão, Paquistão, Israel, Geórgia, Chade e República Democrática do Congo. Os países mais pacíficos são a Nova Zelândia, que está em primeiro na lista, Islândia, Japão, Áustria, Noruega, Irlanda, Dinamarca, Luxemburgo, Finlândia e Suécia.

    Os EUA estão em 85º lugar, abaixo de Cuba (72º lugar), da Argentina (71º), do Brasil (83º) e da China (80º) e apenas uma classificação acima de Angola (86º lugar). O Brasil ficou com sua posição inalterada em comparação a 2009.

    Alemanha:

    A Alemanha está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública. Perante a onda de violência entre os jovens, os partidos políticos defendem a necessidade de medidas sociais e jurídicas, como controlos mais rígidos nas escolas, a redução da idade penal (actualmente de 14 anos), sanções contra os pais que se negarem a cooperar com as autoridades e a adopção do uniforme nas escolas.
    Os especialistas, por seu lado, pedem "uma aliança entre os pais e as escolas", lembrando que a melhor arma contra as armas continua a ser o diálogo.O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.

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  77. O impacto econômico da violência no Brasil.Direitos básicos do cidadão no Brasil são colocados no segundo plano. O direito à vida, à liberdade e ao patrimônio são desconsiderados na nossa sociedade. A saúde pública não nos atende, e mais grave que isso ainda, a educação fundamental é conduzida ideologicamente e é de baixa qualidade.Entendo que o cidadão é penalizado no mínimo seis vezes:

    paga impostos para ter segurança pública e justiça, aqui incluídos os seus primeiros passos dados pela polícia judiciária (Polícia Federal, Polícia Civil e Polícia Técnica ou Polícia Técnico-científica), lá a prevenção;
    aloca recursos próprios na segurança pessoal, familiar e patrimonial;
    sofre os resultados (prejuízos materiais, morais, físicos, sem contar as vidas humanas que são imensuráveis) da violência e a impunidade devido a falta de justiça;
    sofre o aumento do custo de vida resultante dos custos em toda cadeia de produção e de prestação de serviços devido a violência, custos que são incorporados aos produtos e serviços, como a necessidade de escolta privada no transporte de mercadorias pelas auto-estradas brasileiras, custo devido abusivos valores de seguro, custos com as perda produtos devido a furtos e roubos, pirataria, descaminho, etc.;
    sofre a perda da qualidade dos serviços de saúde, tanto pública quanto privada, pois estes estão cada dia mais comprometidos com o atendimento às vítimas da violência devido a criminalidade, no trânsito, dos acidentes no trabalho e decorrentes do descuido dos pais ou responsáveis pelas nossas crianças (http://criancasegura.org.br/);
    tem que se contentar ao ver os policiais propositalmente mal remunerados para que estes tenham necessidade urgente de complementar a renda vendendo proteção privada a “cafetões” e agenciadores, para que possam ter um mínimo de dignidade, quando não eles mesmos se tornam criminosos formando milícias e ver as forças que atuam na prevenção sendo privatizadas em benefícios de poucos através das empresas de vigilância, escolta, proteção a executivos e autoridades, etc. que assim cooptam policiais para a dupla ou tripla jornada de trabalho;
    E o que é pior, ver a impunidade crescendo no Brasil devido a polícia judiciária ser administrada politicamente – com falta de recursos, isto é, ela não ser de fato uma função do Estado como o é o Ministério Público ou o Judiciário, muito embora desempenhe funções ligadas à justiça, aos seus primeiros passos na esfera criminal.

    O resultado é o custo de vida crescente, piores condições de qualidade de vida e a sonegação, a corrupção e falta de transparência nas contas públicas: a injustiça.

    Não podemos e não devemos administrar o Brasil com a lanterna na popa ou olhando pelo espelho retrovisor, assim como também não podemos ficar indecisos entre a causa e o efeito, pois estamos nos concentrando em apontar os efeitos como causas, ou o que é pior, perpetuando a cultura da lombada, apresentando soluções para os efeitos.

    Não podemos inverter as coisas, como bem nos lembra o Luciano Pires em seu livro: “Nóis…qui invertemo as coisa.”

    “No Brasil de hoje não é mais o mérito que determina o valor das pessoas, mas sua ideologia. Sua cor. Sua raça. Falar bem o idioma é motivo de piada. Ser elite é quase uma maldição. Música de sucesso é aquela que for mais escatológica. O homem honesto aparece na televisão como se fosse algo inédito. Roubar é normal. Bala perdida é normal. Corrupção é normal. Vivemos uma inversão de valores sem precedentes e é contra esse estado das coisas que devemos gritar”
    a violencia no Brasil vai aumentando cada vez mais. Isso é muito ruim para a economia pois atraza muito o pais, na hora de se desenvolver.

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  78. MARIANE SANTOS – 8º ANO B
    EUA: Mesmo sendo um potencia este país é considerado violento com um grande índice de assassinatos, crimes a mão armada e violentos sem falar na alta taxa de homicídios, isso nos surpreende, pois os Estados Unidos é um pais extremamente rigoroso, com pena de morte , muito anos de condenação a cadeia e uma policia eficiente , o que nos surpreende mais ainda é que o Brasil onde a pena máxima é de 30 anos e não a de pena de morte nem nada disso o índice de violência é menor.
    JAPÃO: Este país é considerado um lugar seguro para se viver, isso hoje, pois já passou por períodos muito violentos como na segunda guerra mundial quando foi registrado o maior nível de violência no Japão, tudo melhorou graças ao reforço que a policia ganhou fazendo assim com que ela ficasse mais eficaz, mas infelizmente a violência vem aumentando entre os jovens, essa violência está chegando até mesmo dentro das escolas com reações violentas dos alunos contra os seus professores
    ALEMANHA: A Alemanha não é considerada um país violento, mas ainda vemos a ocorrência de alguns crimes principalmente nas áreas consideradas perigosas, muitos roubos acontecem nas ruas a maioria não passam de furtos de objetos pequenos, porem assim como no Japão o índice de violência entre os jovens vem aumentando cada vez mais, o que deixa os habitante preocupados pois esses crimes estão sendo a mão armada, acontecem inclusive dentro das escolas, alem dos crime sexuais.

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  79. Violência nos Estados Unidos
    Cuba, Brasil e a China são países mais pacíficos que os Estados Unidos, que ocupa a 85º colocação no ranking de países mais pacífico, onde a violência policial e, em particular, a discriminação racial e étnica na conduta policial é preocupante e uma das principais violações dos direitos humanos neste país que os fazem descer no ranking.

    Violência no Japão
    O Japão é um dos países mais pacíficos do mundo, ocupando as primeiras colocações, mas a polícia japonesa reconheceu 18.236 casos de violência doméstica em 2006, o que representa um crescimento de 8%.
    A Agência Nacional de Polícia atribui o aumento à crescente atenção que o problema vem ganhando na mídia desde que foi criada uma lei que encoraja as mulheres, que antes sofriam caladas, a denunciar seus maridos.

    Violência na Alemanha
    A Alemanha não está entre um dos países mais violentos, mas está preocupada com o aumento da violência entre os jovens no país, principalmente depois de uma série recente de crimes alarmantes na capital, Berlim, que abalaram a opinião pública, onde ocorre isso no cotidiano do país. O número de casos de agressões com arma branca, de porte ilegal de arma nas escolas e de crimes sexuais cometidos por menores de idade contra outros menores é cada vez maior na cidade e no resto do país.
    Marcos Vinícius 8º ano B

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