sexta-feira, 6 de maio de 2016

Falha de San Andreas

A terra treme e os arranha-céus do distrito financeiro de Los Angeles desmoronam, prendendo milhares sob os escombros.

Um tsunami de proporções bíblicas adentra a baía de São Francisco, engolindo, por sua vez, a famosa ponte Golden Gate, antes de arrasar a cidade californiana.
Esses são dois dos cenários terríveis que mostram o filme catástrofe Terremoto - A Falha de San Andreas (2015).

Seu roteiro gira em torno das consequências devastadoras de um terremoto na falha que dá nome ao filme e traz caos e destruição à costa oeste americana.

A premissa é projetada para agradar os amantes do cinema de desastre, mas, quando se trata de terremotos, a linha que separa realidade e ficção é muito tênue.

Em declarações citadas no jornal Los Angeles Times, cientistas advertiram na Conferência Nacional sobre Terremotos, realizada na cidade californiana de Long Beach, que a seção sul da falha de San Andreas está "carregada e pronta" para provocar um grande terremoto.

Um terremoto na seção sul da falha de San Andreas teria um impacto direto em Los Angeles

O trecho sul

A falha de San Andreas, que atravessa a Califórnia de norte a sul ao longo de 1,3 mil quilômetros e delimita a parte norte-americana da placa do Pacífico, é uma das mais estudadas no mundo, uma vez que está quase inteiramente na superfície da terra.

Ela foi a causa do devastador terremoto de magnitude 7,8 que destruiu grande parte de São Francisco em 1906, matando mais de 3 mil pessoas.

Embora a premissa extrema de Terremoto seja mais ficção científica do que cenário real, o fato é que o blockbuster foi um lembrete de que, mais cedo ou mais tarde, a falha voltará a afetar as mais de 38 milhões de pessoas que vivem em suas imediações precisam estar preparadas.

O que mais preocupa os cientistas é a seção sul da falha, que não produz um terremoto há cerca de 300 anos, embora os registros geológicos indiquem que ela causaria um grande terremoto a cada 150 anos.

Estimativas mais conservadoras apontam que, se houvesse um terremoto de magnitude 7,8 na escala Richter nessa seção - o que teria um impacto direto em Los Angeles, a segunda cidade mais populosa dos Estados Unidos -, cerca de 2 mil pessoas morreriam e haveria mais de 50 mil feridos Os danos materiais superariam os US$ 200 bilhões.

"A informação com que nós, cientistas, trabalhamos indica que o extremo sul da falha de San Andreas é onde é mais provável que se produza um grande terremoto nos próximos 30 anos", disse Jennifer Andrews, sismólogo o Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), à BBC Mundo.

De acordo com Andrews, "a parte do meio da falha quebrou cerca de 160 anos atrás e a parte norte, em 1906, provocando os tremores de terra em São Francisco".

"A parte sul da falha não se rompeu em três séculos e sabemos que durante este tempo a tensão tem se acumulado."

Grande impacto

A especialista observa que "no passado, os terremotos na Califórnia tiveram impacto limitado, porque a densidade da população desse território era muito baixa."

"Hoje as coisas seriam muito diferentes porque em áreas como no sul da Califórnia vivem milhões de pessoas."

"O impacto de grandes terremotos seria importante. Ele iria destruir muitos prédios e causaria a perda de serviços básicos como água, eletricidade ou transporte."

"Nas últimas décadas, tem-se trabalhado para fazer uma cidade como Los Angeles mais segura para enfrentar um grande terremoto, mas há muitos edifícios que foram construídos antes da década de 70, quando os novos regulamentos sísmicos foram introduzidos."

Andrews também assinala que no sul da Califórnia há mais de 300 falhas e há temores de que um grande terremoto na de San Andreas faça com que as outras se quebrem também, causando danos ainda maiores.

Ela acredita que filmes como Terremoto servem para lembrar os moradores da costa oeste dos Estados Unidos que se trata de uma área de alta atividade sísmica "e, por isso, eles devem estar preparados para a inevitabilidade de um terremoto."

Os últimos grandes sismos que abalaram a Califórnia foram o de Northridge (6,7 graus) em 1994, que deixou 57 mortos na área de Los Angeles, e o de Loma Prieta (6,9 graus), que tirou a vida de 67 pessoas em San Francisco, em 1989.

Esse último fez com que no norte da Califórnia fossem introduzidas novas regulamentações, obrigando o reforço de estruturas construídas com concreto armado, muitas das quais abrigavam escolas e hospitais.

Mas foi só no final de 2014 que a prefeitura de Los Angeles propôs um regulamento semelhante, o que implicaria um investimento de centenas de milhões de dólares para adequar sua infraestrutura.

Todos os anos, os californianos participam de treinamentos para caso de terremoto

Sistema de alerta

Para os especialistas, agora é essencial que as autoridades levem a sério o desenvolvimento de um sistema antecipado de alerta de terremotos.

O sistema, que há anos já foi instalado com sucesso em países como Japão e México - e que na Califórnia tem como desafio a ausência de verbas -, consiste em uma rede de sensores que detectam o início de um terremoto com até 40 segundos antecedência, o que ajudaria a alertar as autoridades e a população.

"Infelizmente neste país muitas vezes a vontade de melhorar as coisas só vem depois de um desastre", disse à BBC Peggy Hellweg, chefe de operações do Laboratório Sismológico Berkeley, no norte da Califórnia.

"Um sistema de alerta precoce seria muito útil. Ele seria capaz de parar trens para evitar descarrilamento e o tráfego de carros nas pontes. Poderia alertar os hospitais. Também avisaria as pessoas para que pudessem se proteger, ficando sob uma mesa ou, se houvesse tempo suficiente, saísse dos edifícios", disse o especialista.

O terremoto de 7,8 graus que destruiu grande parte de São Francisco em 1906 matou mais de 3.000 pessoas

De acordo com Hellweg, os sismólogos na Califórnia realizam suas pesquisas com poucos recursos e, para que pudessem fazer bem o seu trabalho, "teriam que investir muito mais dinheiro".

"Nossos sistemas de alerta de terremoto deveriam ser melhores. Não temos sensores em todos os lugares onde eles são necessários. Não temos uma infraestrutura robusta."

Hellweg acredita que há partes do sistema de prevenção de terremotos que estão funcionando moderadamente na Califórnia, mas outras nem tanto.

"Os serviços de emergência - pessoas que respondem aos desastres naturais, como os bombeiros ou a polícia - estão relativamente bem preparados. Aqueles que não estão preparados são os cidadãos e as empresas", disse o especialista, que atribui isso ao fato de que há tempos não ocorre um grande terremoto na Califórnia - "o que tornou as pessoas complacentes".
BBC Brasil

domingo, 1 de maio de 2016

Como se formam os ciclones


Os ciclones são fenômenos naturais que provocam ventos com velocidade superior a 200 quilômetros por hora, além de fortes chuvas, causando grandes transtornos por onde passa. São redemoinhos atmosféricos que giram em torno de um centro de baixa pressão, atingindo as regiões equatoriais e, principalmente, as tropicais.
A formação dos ciclones ocorre sobre as águas quentes dos oceanos. O aquecimento de uma determinada superfície origina um centro de baixa pressão atmosférica, proporcionando condições favoráveis para o desenvolvimento dos ciclones.
Dependendo da localização e de sua intensidade, o ciclone pode receber outras nomenclaturas, como furacão, tufão, tempestade tropical, tempestade ciclônica, depressão tropical ou simplesmente ciclone. Quando esse fenômeno ocorre no oceano Atlântico, por exemplo, ele é chamado de furacão; já no oceano Pacífico, o ciclone recebe o nome de tufão.

A movimentação da massa de nuvens e dos ventos de um ciclone varia conforme o Hemisfério onde o fenômeno se desenvolve: sentido horário no Hemisfério Sul e sentido anti-horário no Hemisfério Norte. Essa característica é determinada pela aceleração da força de Coriolis.
Conforme a velocidade que os ventos atingem, os ciclones se enquadram em diferentes categorias:
Categoria 1 (intensidade mínima): ventos entre 118 Km/h e 152 Km/h.
Categoria 2 (intensidade moderada): ventos entre 153 Km/h e 176 Km/h.
Categoria 3 (intensidade forte): ventos entre 177 Km/h e 208 Km/h.
Categoria 4 (intensidade extrema): ventos entre 209 Km/h e 248 Km/h.
Categoria 5 (intensidade catastrófica): ventos com velocidade superior a 249 Km/h.
Por Wagner de Cerqueira e Francisco

Acesse o link abaixo para observação de infográfico sobre os ciclones:

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Entenda como acontecem os terremotos e tsunamis

Infográfico explica de que forma e por que ocorrem os dois fenômenos que podem ter enorme poder de destruição.
Para acessar o infográfico clique no link abaixo:

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/entenda-como-acontecem-os-terremotos-e-tsunamis/n1597701708385.html

Super Lua

Entenda o fenômeno

A Super Lua ocorre quando a Lua cheia coincide com o período de maior aproximação do satélite com a Terra.

Cabo da Boa Esperança, África do Sul.

Para fazer uma viagem em 3D clique o link a seguir:
http://www.airpano.ru/files/Cape-Good-Hope-RSA/1-3

Confluência dos rios San Juan e Colorado, EUA

Tour 3D virtual de 360º.

Para fazer um passeio em 3D acesse o link abaixo:
http://www.airpano.ru/files/San-Juan-Colorado-Rivers-Utah-USA/1-3

Conheça tradições curiosas de casamento ao redor do mundo


Na Itália, chuva dá sorte. Na Índia, a noiva usa vermelho. No Congo, os noivos não esboçam sequer um sorriso nas fotos da cerimônia. Veja as razões destes e de outros costumes.



Joguinho capitais do Brasil

Você é piloto e precisa levar os passageiros pelas diversas capitais do Brasil. Boa viagem!

Para brincar clique no link a seguir:
http://www.atividadeseducativas.com.br/index.php?id=11625

Como gerar energia a partir das ondas do mar

Infográfico mostrando as formas de se obter energia limpa a partir das ondas do mar.

Acesse o link abaixo:
http://www.atividadeseducativas.com.br/index.php?id=12327

Joguinho mapa mundi

Você está preparado para dar a volta ao mundo?
Venha pilotar o avião Escola Games e encontre todas as estrelas, antes que o combustível acabe.

Para jogar clique no link a seguir:
http://www.escolagames.com.br/jogos/mapaMundi/

Joguinho sobre climas



Para aprender brincando acesse o link a seguir:
http://edumed.no.sapo.pt/Imagens/Geografia/JogoCliMun.swf

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Empresas multinacionais no Brasil



Definição

Multinacionais, também conhecidas como transnacionais, são empresas que possuem matriz num país e possuem atuação em diversos países. Geralmente são grandes empresas que instalam filiais em outros países em busca de mercado consumidor, energia, matéria-prima e mão-de-obra baratas. 

Atuação e vantagens para a economia local

Estas empresas costumam produzir produtos para comercializar nos países em que atuam ou até mesmo para enviar produtos para serem vendidos no país de origem ou outros países. Dentro do contexto atual da globalização, é muito comum as empresas multinacionais produzirem cada parte de um produto em países diferentes, com o objetivo de reduzir custos de produção.

A entrada de empresas multinacionais num país é algo positivo, pois gera empregos e desenvolvimento. Porém, grande parte do lucro obtido por estas empresas é enviado para a matriz.

No Brasil, a entrada de empresas multinacionais começou a ganhar importância durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961). Neste governo instalaram fábricas no Brasil as seguintes empresas: Ford, Volkswagen, Willys, GM, entre outras.

Exemplos de multinacionais instaladas no Brasil 

Podemos citar como exemplos de multinacionais que atuam no Brasil atualmente e seus países de


origem: IBM (Estados Unidos), Volkswagen (Alemanha), Fiat (Itália), General Motors (Estados Unidos), Toyota (Japão), Nokia (Finlândia), Nestlé (Suíça), Sony (Japão), Siemens (Alemanha), Dell (Estados Unidos), Peugeot (França), entre outras.









terça-feira, 26 de abril de 2016

O Sol como nunca antes visto

A Nasa produziu um vídeo com imagens do Sol em ultra-alta definição.
As novas imagens são da sonda SDO (Observatório de Dinâmicas Solares, da sigla em inglês), que foi lançada em 2010.
O vídeo tem pouco mais de 30 minutos de duração. Para combinar com as incríveis imagens, a Nasa acrescentou uma trilha sonora do compositor alemão Lars Leonhard.
por



Poluição do ar na China

A rápida chegada do frio na China deixou uma densa camada cinza de poluição.
As províncias do nordeste da China, especialmente Jilin e Liaoning, registraram nos últimos três dias níveis de poluição do ar nunca vistos depois que as autoridades decidiram ligar o sistema central de aquecimento, alimentado pela queima de carvão mineral.
O contato direto e prolongado com essas partículas finas é ligado ao aparecimento de doenças como o câncer de pulmão, diversas doenças respiratórias e do coração.
A poluição do ar é um dos maiores problemas ambientais na China e é fonte de protestos por parte da população.
As autoridades tentam reduzir sua dependência de carvão mineral (abundante no país, barato de extrair, mas muito poluidor) pelo gás natural e as energias renováveis, mas mais de dois terços da energia gerada na China continua vindo do uso desse combustível fóssil.
por

Idiomas mais falados no mundo

Você saberia dizer quais são os idiomas mais falados no mundo?
Esse infográfico leva em conta o número de habitantes dos países para inferir os falantes de cada idioma.
Ele também expõem outras variáveis, como idiomas mais falados por países e também o idioma mais popular no mundo.
Um gráfico para se divertir e aprender um pouco mais sobre a diversas culturas do mundo.

domingo, 24 de abril de 2016

Molde para montar um globo terrestre


Como ficaria a Terra sem os humanos

Há cerca de 100 mil anos aproximadamente o planeta passou a ser habitado por homens do gênero homo sapiens. Hoje somos mais de 7,2 bilhões de humanos distribuídos por quase toda superfície terrestre.

Ao contrário de outros seres vivos, o ser humano provoca profundas alterações no ambiente para satisfazer suas necessidades (outras nem tanto), as quais não foram poucas.
  • Florestas foram desmatadas;
  • Animais mortos e espécies extintas;
  • Rios desviados e represados;
  • Milhares de escavações e perfurações no planeta em busca de minérios;
  • Habitações, bairros, cidades foram construídas;
  • Boa parte da superfície terrestre foi impermeabilizada por calçadas e asfalto;
  • Monumentos foram criados;
  • A água, o ar e solo foram poluídos;
  • Até o clima foi alterado.
Os humanos fizeram todas essas mudanças na Terra, mas ficam algumas  perguntas:
O que aconteceria com o planeta se de repente os seres humanos desaparecessem?
Nosso planeta se recuperaria?

Essas e outras questões são respondidas por esse vídeo, que aborda o assunto de forma direta e objetiva, utilizando desenhos e animações muito bem realizados.


sábado, 23 de abril de 2016

Poluição Luminosa


A poluição luminosa é um tipo de poluição gerada pelo excesso de luz artificial. Muito comum encontrar esse tipo de poluição nas grandes cidades com o excesso de iluminação pública, anúncios, banners, placas, outdoors.

Causas e Consequências: Resumo

Criadas pelos seres humanos e gerada sobretudo pelo processo de industrialização, a poluição luminosa é um problema muito comum na atualidade. De tal modo, ela tem maior presença nos grandes centros donde o processo de industrialização é mais forte, com elevadas taxas demográficas.
Digamos que esse problema teve início com a invenção da eletricidade no século XIX, posto que começamos a utilizar muito as luzes artificiais sobretudo durante a noite. O que pode parecer uma genial solução, uma vez que esse fato permitiu visualizar melhor na escuridão, aos poucos isso foi gerando impactos negativos, desequilibrando os ecossistemas.

Tanto o dia quanto a noite são essenciais para o funcionamento do nosso corpo e dos animais. Assim, animais que caçam durante a noite, fecundam ou dormem, ficam confusos com as luzes emitidas superficialmente de modo que isso pode gerar novos comportamentos que não são saudáveis e, nos piores casos, levar a mortandade de algumas espécies.
Em resumo, a poluição luminosa afeta substancialmente os ciclos migratórios, alimentares e reprodutivos de diversas espécies de animais e plantas. Já nos seres humanos, o excesso de luz pode alterar nosso ciclo biológico, por exemplo, afetar nosso sono, a produção de hormônios, alterar os batimentos cardíacos e o humor.
No tocante a falta de visibilidade que causa, podemos usar um exemplo notório, ou seja, quando estamos em locais que apresentam grande luminosidade, notamos a dificuldade de ver o céu e as estrelas. Se do contrário estivermos vendo o céu em locais como o campo, a visualização aumenta consideravelmente.
Destarte, ainda que seja pouco falada, a poluição luminosa gera diversos impactos negativos no meio ambiente e na vida dos seres humanos. Esse problema começou a ser mencionado na década de 80 com astrônomos estadunidenses que alertavam para a falta de visibilidade do céu.
Em resumo, como principais consequências da poluição luminosa temos:
  • Redução da visibilidade
  • Dificuldade com as observações astronômicas
  • Interferência nos ecossistemas (animais e vegetais)
  • Alterações mentais e alguns tipos de câncer

Tipos de Poluição Luminosa

Após saber suas causas e consequências, vale lembrar que há diversos tipos de poluição luminosa:


Brilho do céu (sky glow): decorrente das luzes de vapor de sódio ou de mercúrio direcionadas para o alto, resultando num aspecto alaranjado ou esbranquiçado do céu a noite, por exemplo, nas grandes cidades.
  • Luz intrusa (light trespass): ocorre com a iluminação de um espaço por uma luz alheia, por exemplo, um poste que está posicionado na frente do quarto o qual impede a escuridão total do ambiente.
  • Ofuscamento (glare): causado pelo efeito de ofuscamento, ou seja, quando a luz entra diretamente nos olhos causando uma cegueira momentânea, por exemplo, os faróis altos de um carro.
  • Desordem (light clutter): combinação excessiva de diversas fontes de luz, o que leva a um tipo de desordem ou confusão mental que ocorre geralmente nas grande cidades. Esse tipo de poluição luminosa pode causar diversos acidentes de trânsito.
  • Excesso de iluminação (over illumination): uso de luzes desnecessárias para iluminar um espaço (ruas, prédios, lojas, etc.). Esse problema tem gerado um enorme gasto de energia sobretudo nas grandes cidades.
  • Soluções

    A poluição luminosa pode ser facilmente solucionada diminuindo os locais de incidência e a intensidade da luz, o que consequentemente leva a redução de energia.

    Um exemplo disso são os sensores que acendem as luzes automaticamente somente quando necessários. Além disso, os postes de iluminação pública podem projetar a luz na direção do solo (“para baixo”), evitando iluminar locais que não precisam de iluminação.

    Para tanto, algumas cidades do mundo já apresentam propostas para diminuir o excesso de poluição luminosa com ações que reduzem a luz durante a noite, como desligar as placas luminosas de comércio, os outdoors, locais turísticos, dentre outros.

    Além disso, a própria população deve ter consciência desses fatores e utilizar a luz somente quando for preciso e o tempo necessário.

    Guerra Cibernética



    Por Juliana Miranda, Grupo Escolar
    Pessoas antenadas ao mundo tecnológico afirmam que vivemos a iminente possibilidade de uma guerra cibernética. Mas o que será isso?

    A Guerra Cibernética é um novo tipo de conflito, onde armas e tanques não são necessários. Nesse tipo de guerra o conflito acontece por ataques virtuais, em que organizações, governos e empresas de base tecnológica poderiam atacar-se mutuamente com o objetivo de desestabilizar o adversário e roubar informações estratégicas.

    Uma operação chamada Locked Shields foi realizada por uma equipe de especialistas em TI da Europa. Nesse caso, uma equipe atacou outras. Mas nessa operação, tudo foi feito como uma forma de simulação, em que o intuito era aprender como evitar estes ataques em redes comerciais e militares.

    A guerra cibernética envolve vírus devastadores que se proliferam pela internet para sequestrar e extrair informações dos inimigos.

    Este tipo de ameaça cibernética está sendo levada a sério. Hackers ativistas estão se proliferando pela internet, fazendo com que o mundo digital fique em alerta.

    Uma Guerra Cibernética poderia infectar as redes de milhares de computadores. Para combater essa forma de terrorismo, especialistas têm trabalhado incansávelmente para melhorar a segurança cibernética.

    Existem relatos de que a Rússia teria organizado ataques cibernéticos à Estônia, em 2007, e à Geórgia, em 2008, mas os russos nunca assumiram os ataques.


    A Bomba de Hidrogênio



    A bomba de hidrogênio foi criada com base em conhecimentos da física, mais especificamente na reação de fusão nuclear. Essa bomba é capaz de gerar uma enorme quantidade de energia, com um alto potencial de destruição.
    Na fusão nuclear, dois núcleos se unem e formam um terceiro núcleo, maior e mais pesado. Com isso, ocorre a liberação de energia. Para que a fusão aconteça, o homem adaptou a bomba atômica, que fornece a energia necessária para a ativação do processo de fusão.
    Sendo assim, é possível afirmar que a detonação da bomba é responsável pela liberação da energia que permite a fusão nuclear. Isso acontece com o uso de elementos como o urânio 238, que aumenta a força de explosão da bomba de hidrogênio.
    Segundo pesquisadores, a bomba de hidrogênio é 700 vezes mais forte do que a bomba atômica lançada em Hiroshima, no Japão. A primeira bomba de hidrogênio da história foi criada em 1953 e lançada pelos norte-americanos como um teste.
    Os experimentos com bombas de hidrogênio foram encerrados em 1964, quando o cientista Linus Pauling estabeleceu um acordo entre os países para que eles se comprometessem a não realizar mais testes com bombas nucleares.


    A notícia de que a Coreia do Norte teria testado uma bomba de hidrogênio assustou e deixou a comunidade internacional em estado de alerta no início de 2016. Isso porque a bomba de hidrogênio é a mais letal arma atômica do planeta.
    Segundo a TV norte coreana, o primeiro teste com uma bomba de hidrogênio foi autorizado pelo ditador Kim Jong-un, e aconteceu numa área subterrânea localizada a 600 quilômetros da capital, Pyongyang. O teste causou um tremor de magnitude 5,1, que foi sentido até mesmo na China.

    Entenda o que é a bomba de hidrogênio

    A bomba de hidrogênio tem um enorme poder de destruição. Essa bomba age por meio de um processo de fusão de isótopos de hidrogênio. Esse mecanismo foi criado pelo físico Edward Teller, empregando a força de fusão do deutério (H2) e do trítio (H3).
    O impacto da explosão de uma bomba de hidrogênio é extremamente mais forte do que o resultado de uma bomba de fissão nuclear, como aquelas que foram usadas pelos Estados Unidos nos ataques ao Japão.
    A fusão da bomba de hidrogênio une dois núcleos atômicos ou mais. Com isso, a bomba acumula muita energia. Esse tipo de bomba também é conhecido como bomba de fusão termonuclear.
    Os primeiros testes com a bomba de hidrogênio aconteceram em novembro de 1952, nos Estados Unidos. A primeira bomba com essa classificação foi testada nas Ilhas Marshall, numa explosão de 10 milhões de toneladas de TNT. O teste simplesmente fez com que a ilha sumisse do mapa, restando apenas uma enorme cratera.
    Essa experiência comprovou que a bomba de hidrogênio é a arma mais poderosa já inventada pelo homem. Só para ter ideia da força, o poder de destruição da bomba de hidrogênio equivale a centenas de bombas atômicas.

    Como funciona a bomba de hidrogênio?

    A bomba de hidrogênio funciona com a fusão nuclear, ou seja, a união de núcleos atômicos leves, que dão origem a um núcleo atômico pesado e com muita energia. O potencial energético da bomba pode ser calculado pela equação E = mc2, onde c representa a velocidade da luz e m é a variação da massa nuclear transformada em energia.
    Apenas uma bomba de fusão nuclear possui a capacidade de milhões de toneladas de dinamite. Por isso, seu poder de destruição é calculado em megatons (Mton). Ao explodir, essa bomba alcança temperaturas aproximadas de 100 milhões de graus Celsius.
    Uma explosão de bomba de hidrogênio pode extinguir espécies animais e vegetais, além de matar muitos seres humanos e prejudicar as condições de vida na área atingida.

    A origem da Internet


    Por Vinicius Rodrigues                                      
    A Internet originou-se da Arpanet, a primeira rede nacional de computadores criada em 1969 pelo Departamento de Defesa do EUA para garantir a segurança em caso de acidente nas comunicações. Esta rede privada era destinada a interligar os computadores dos centros de pesquisa, universidades e instituições militares americanas, permitindo o compartilhamento de recursos entre os pesquisadores que trabalhavam com projetos estratégico-militares.
    Em 1972 o governo americano decidiu mostrar o projeto pioneiro à sociedade, e a idéia expandiu-se entre as universidades americanas, interessadas em desenvolver trabalhos cooperativos. Para interligar os diferentes computadores dos centros de pesquisa, em 1980 a Internet adotou o protocolo aberto TCP/IP para conectar sistemas heterogêneos, ampliando a dimensão da rede, que passou a falar com equipamentos de diferentes portes, como micros, workstations, mainframes e supercomputadores.

    Somente em 1983, com a separação entre as aplicações para as áreas civil e militar, surgiu definitivamente o nome Internet. Três anos depois, a National Science Foundation criou uma ligação de alta velocidade com seu centro de supercomputadores e passou a promover a disseminação das informações científicas. Naquela época, o governo americano decidiu financiar a formação de redes regionais em todo o país - uma infra-estrutura com circuitos dedicados e multiplexadores do tipo T1, a 2 Mbps -, o que acabou constituindo a NSFnet como uma via expressa para mandar mensagens e arquivos por todo o país. Essa rede, por sua vez, é conectada a outras redes comerciais e públicas que configuram a rede Internet, hoje o principal alicerce das comunicações entre os computadores mundiais.
    Com o crescimento da Internet e sua expansão devido a utilização do TCP/IP, outras redes perdem sua força. É o caso da Bitnet, voltada para a comunicação entre sistemas de grande porte, da CSnet, usada pelo pessoal da computação científica e da UUCP, que trabalha em ambiente Unix com linhas dedicadas.


                                                                                    


    sexta-feira, 22 de abril de 2016

    Encontro das Águas dos rios Negro e Solimões


    Os rios Negro e Solimões

    As águas dos rios Negro e Solimões são conhecidas por serem um exemplo do fenômeno citado anteriormente: ao longo de um trajeto de aproximadamente 6 quilômetros, ambos os rios formam dois cursos de água lado a lado, porém sem se misturarem até o ponto em que se unem formando o extenso e tão famoso Rio Amazonas.

    O fenômeno do ‘Encontro das Águas’

    Batizado de ‘Encontro das Águas’, tal fenômeno que ocorre com as águas dos rios Negro e o Solimões não é fruto do acaso ou de algum mistério sobrenatural sem explicação científica. Tal ocorrência se deve à diferença existente entre a acidez e a composição, juntamente à velocidade e temperatura dos dois rios.

    As Características desses rios

    Com nascente em território colombiano, o Rio Negro traz em seu curso de água um extenso teor de matéria orgânica, o qual é responsável por deixar o líquido da sua correnteza com coloração escura. O mesmo percorre todo seu trajeto a uma velocidade de 2 quilômetros com temperatura de 28°C.
    Por outro lado, o Solimões, que tem sua nascente na área dos Andes peruanos, possui água com aparência um tanto barrosa em decorrência da quantidade de sedimentos oriundos da erosão de solos vulcânicos, variedade predominante na região. As águas desse rio possuem temperatura de 22°C e fazem todo o percurso a uma velocidade que varia de 4 a 6 quilômetros.

    Desemprego estrutural


    O que é e quais são as causas do desemprego estrutural?

    Esse tipo de desemprego é diferente dos demais. Por exemplo, o desemprego conjuntural surge por uma necessidade do mercado de reduzir custos quando a economia não vai bem. Em outras palavras, quando há crises econômicas, com poucas vendas e consumos, ocorre o aumento de desemprego. Mas, no momento em que o país se recupera, ocorre uma nova demanda de empregos.
    No caso do estrutural, as pessoas perdem o emprego devido o mercado substitui a mão-de-obra humana pela tecnologia. Em resumo, são oportunidades de emprego que fecham para nunca mais voltar. Quando isso ocorre, a demissão é em massa. Algumas das causas que explicam o desemprego são:
    • Trocar pessoas por robôs na produção industrial;
    • Migração de serviços ofertados por empresas físicas para a internet;
    • Instalações de caixas eletrônicos em agências bancárias;
    • Adição de procedimentos administrativos em indústrias, visando a otimização dos serviços prestados e consequentemente diminuir a necessidade de mão-de-obra.

    A relação entre o desemprego e a globalização

    Intensificada no ano de 1970, a globalização foi uma das grandes responsáveis por essas mudanças no mercado de trabalho. O desemprego estrutural tem, portanto, uma ligação muito forte com esse processo de advento de novas tecnologias e redução de custo. Em um sistema como o Capitalismo, o mais importante é a geração de riquezas, que é cada vez maior se não tiver gastos com funcionários. Por isso, esse processo é tão aceito e incentivado, uma vez que com o mesmo número de recursos é possível aumentar o lucro e diminuir as despesas.


    Faça sua própria bússola!



    A bússola é um instrumento usado há séculos para orientação. Ela consiste basicamente em uma agulha que aponta sempre para o Norte. Você mesmo pode construir uma bússola de baixa precisão. Para isso, você vai precisar de um ímã (talvez tenha um na geladeira da sua casa), uma agulha, uma rolha de cortiça ou um pedaço de isopor, uma fita adesiva, uma faca e um vasilhame com água.
    Instruções:
    • Corte a rolha de cortiça ou o pedaço de isopor, deixando-o com cerca de um centímetro de altura, formando um disco.
    • Depois, magnetize a agulha: passe uma de suas extremidades na parte lateral do ímã cerca de 20 vezes sempre no mesmo sentido, tomando o cuidado de não fazer movimentos de ida e volta.
    • Usando a fita adesiva, fixe a agulha no disco e coloque-a sobre um vasilhame com água. Se estiver tudo certo, quando você mexer na agulha, ela deve voltar para a mesma posição, ou seja, indicando a direção Norte-Sul.

    sábado, 16 de abril de 2016

    Questões de Geografia

    Questão 1 — UNIFESP
    Na Espanha, casais recebem 2500,00 euros caso gerem um filho ou adotem uma criança. Além disso, o governo socialista legalizou cerca de 3 milhões de imigrantes ilegais nos últimos anos. Estas ações podem ser justificadas pela

    A) pressão popular para cumprir promessas de campanha.
    B) participação de mulheres no alto escalão do governo.
    C) estagnação do crescimento econômico no país.
    D) ausência de mulheres em idade reprodutiva.
    E) necessidade de repor mão-de-obra.


    Questão 2 — UNIFESP
    Mesmo com dificuldades, a Rússia mantém influência nas antigas repúblicas da URSS após o seu final. _____ , por exemplo, depende da importação de gás da Rússia para gerar energia.

    Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.

    A) A Estônia.
    B) O Turcomenistão.
    C) A Polônia.
    D) A República Tcheca.
    E) O Usbequistão.

    Questão 3 — UFSCAR
    Durante quase trinta anos, desde o final da Segunda Guerra Mundial até 1973, a economia capitalista mundial se desenvolveu a taxas historicamente altas, inéditas para tão longo período.
    (Jacob Gorender. Estratégias dos Estados Nacionais diante do processo de Globalização. In: Estudos Avançados. São Paulo: IEA-USP, Série Internacional, nº- 32, jun/2001. p. 2.)
    Assinale a alternativa que apresenta característica do período assinalado no texto.

    A) Predomínio da ordem multipolar, com a ascensão do Japão e da Alemanha à condição de nações centrais do sistema.
    B) Forte desenvolvimento tecnológico, com ênfase para a indústria química, naval e exploração de fontes energéticas, como o carvão.
    C) Predomínio da produção e do trabalho baseados no sistema taylorista-fordista, com produção em massa e separação entre concepção e execução do trabalho.
    D) Adoção do liberalismo como doutrina econômica, com a introdução da política do bem-estar social nos países europeus e nos Estados Unidos.
    E) Divisão Internacional do Trabalho, segundo a qual países periféricos coloniais exportavam matérias-primas e os países centrais, produtos industriais.

    Questão 4 — Mackenzie
    Até o início da década de 1990, no Japão, adotava-se uma prática, na qual cada empresa tinha sua própria política de licença maternidade, quando tinha alguma. A maior parte se contentava em conceder às gestantes algumas semanas de folga, quase sempre não remuneradas. Hoje, as empresas são obrigadas, legalmente, a conceder, às funcionárias, catorze semanas de licença maternidade (seis antes do parto e oito depois), seguidas da opção de retornar ao trabalho ou de ficar em casa, recebendo 50% do salário, até que o bebê faça um ano.

    Com base no texto, considere as afirmações abaixo.

    I. Essas significativas e importantes mudanças se devem ao fato de o Japão estar praticamente inserido na transição demográfica avançada, que já ameaça a reposição, a médio e a longo prazo, da mão-de-obra ativa, no mercado de trabalho.
    II. Foi necessária a alteração desses direitos, para que houvesse uma homogeneização de uma mesma política trabalhista em todas as unidades empresariais japonesas, reflexo da globalização e da ocidentalização de sua economia, em virtude das fusões empresariais com grupos europeus, sul-asiáticos e americanos.
    III. Contribui, para essas mudanças, o atual nacionalismo e isolacionismo japonês, que vê riscos na diminuição populacional de seu mercado consumidor interno e como forma de o Japão se proteger das ameaças estrangeiras.

    Está correto o que se afirma em a) I, apenas. b) II, apenas. c) I e II, apenas. d) II e III, apenas. e) I, II e III.

    Questão 5 — ENEM
    Disponível em: http://www.ra-bugio.org.br. Acesso em: 28 jul. 2010. 
    A imagem retrata a araucária, árvore que faz parte de um importante bioma brasileiro que, no entanto, já foi bastante degradado pela ocupação humana. Uma das formas de intervenção humana relacionada à degradação desse bioma foi 
    A) o avanço do extrativismo de minerais metálicos voltados para a exportação na região Sudeste. 
    B) a contínua ocupação agrícola intensiva de grãos na região Centro-Oeste do Brasil. 
    C) o processo de desmatamento motivado pela expansão da atividade canavieira no Nordeste brasileiro. 
    D) o avanço da indústria de papel e celulose a partir da exploração da madeira, extraída principalmente no Sul do Brasil. 
    E) o adensamento do processo de favelização sobre áreas da Serra do Mar na região Sudeste.

    Gabarito

    1) E; 2) A; 3) C; 4) A; 5) D;

    sábado, 13 de fevereiro de 2016

    Regiões brasileiras: diferentes culturas


    O Brasil, por apresentar uma grande dimensão territorial, possui uma vasta diversidade cultural. Os colonizadores europeus, a população indígena e os escravos africanos foram os primeiros responsáveis pela disseminação cultural no Brasil. Em seguida, os imigrantes italianos, japoneses, alemães, árabes, entre outros, contribuíram para a diversidade cultural do Brasil. Aspectos como a culinária, danças, religião são elementos que integram a cultura de um povo.
    As regiões brasileiras apresentam diferentes peculiaridades culturais.
    No Nordeste, a cultura é representada através de danças e festas como o bumba meu boi, maracatu, caboclinhos, carnaval, ciranda, coco, reisado, frevo, cavalhada e capoeira. A culinária típica é representada pelo sarapatel, buchada de bode, peixes e frutos do mar, arroz doce, bolo de fubá cozido, bolo de massa de mandioca, broa de milho verde, pamonha, cocada, tapioca, pé de moleque, entre tantos outros. A cultura nordestina também está presente no artesanato de rendas.

    Capoeira

    O Centro-Oeste brasileiro tem sua cultura representada pelas cavalhadas e procissão do fogaréu, no estado de Goiás; e o cururu em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A culinária é de origem indígena e recebe forte influência da culinária mineira e paulista. Os pratos principais são: galinhada com pequi e guariroba, empadão goiano, pamonha, angu, cural, os peixes do Pantanal – como o pintado, pacu e dourado.
    Cavalhadas em Pirenópolis (GO)

    As representações culturais no Norte do Brasil estão nas festas populares como o círio de Nazaré e festival de Parintins, a maior festa do boi-bumbá do país. A culinária apresenta uma grande herança indígena, baseada na mandioca e em peixes. Pratos como otacacá, pirarucu de casaca, pato no tucupi, picadinho de jacaré e mussarela de búfala são muito populares. As frutas típicas são: cupuaçu, bacuri, açaí, taperebá, graviola, buriti.
    Festival de Parintins (AM)*

    No Sudeste, várias festas populares de cunho religioso são celebradas no interior da região. Festa do divino, festejos da páscoa e dos santos padroeiros, com destaque para a peregrinação a Aparecida (SP), congada, cavalhadas em Minas Gerais, bumba meu boi, carnaval e peão de boiadeiro. A culinária é muito diversificada, os principais pratos são: queijo minas, pão de queijo, feijão tropeiro, tutu de feijão, moqueca capixaba, feijoada, farofa, pirão, etc.
    Feijoada

    O Sul apresenta aspectos culturais dos imigrantes portugueses, espanhóis e, principalmente, alemães e italianos. Algumas cidades ainda celebram as tradições dos antepassados em festas típicas, como a festa da uva (cultura italiana) e a oktoberfest (cultura alemã), o fandango de influência portuguesa e espanhola, pau de fita e congada. Na culinária estão presentes: churrasco, chimarrão, camarão, pirão de peixe, marreco assado, barreado (cozido de carne em uma panela de barro) e vinho.
    Chimarrão


    quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

    Astronomia - 2016


    O Explorador do Céu é uma página que trás um calendário de eventos celestiais da astronomia contendo datas notáveis ​​eventos celestes, incluindo as fases da lua, chuvas de meteoros, eclipses, ocultações, oposições, conjunções e outros eventos interessantes.


    Visite  o Explorador do Céu acessando o link a seguir: http://exploradordosceus.blogspot.com.br/p/2016.html 
    descobrir quantas horas para adicionar ou subtrair para sua hora local.

    sábado, 30 de janeiro de 2016

    Jogo Sistema Solar


    Venha ser o comandante da nave Escola Games e viaje pelos 8 planetas do nosso Sistema Solar: Mercúrio, Venus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.
    Seja cauteloso e guie a nave pelo Sistema Solar para conhecer mais sobre cada um dos planetas.


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    Joguinho Papagaio Brasil


    O Papagaio Brasil precisa da sua ajuda. Ele conhece todo o território brasileiro e seu grande sonho é voar até as estrelas. Mas, antes de guiá-lo, você terá que ganhar sua confiança, acertando os nomes das capitais de alguns estados brasileiros e onde eles se localizam.

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    Brasil: Unidades federativas - Jogo de Mapa

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    Jogo - As 25 Maiores Cidades do Mundo

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